Voluntariado. Alguns me perguntam por quê eu “perco” o meu tempo ajudando causas perdidas, como a dos cães e gatos abandonados. Ser voluntário é, antes de tudo, querer e se sentir solidário com a dor do outro, tentando ajudar para minorar essa dor ao máximo. Se as pessoas não enxergam, não sentem ou não querem ajudar, jamais saberão o que é ser voluntário de corpo e alma.
Ainda bem que eu, Larissa, não sou “louca” sozinha! Hehehe... Para ilustrar o assunto, eu convidei a Dra Adriana Palma, médica veterinária, pós-graduada em clínica de pequenos animais, voluntária do projeto SOS 4 Patas Penha, para relatar um pouco da sua experiência no voluntariado.
1) O que a levou a ser voluntária?
Sou apaixonada pela minha profissão. Desde os 5 anos, foi a minha meta a ser alcançada e hoje posso exercer o que gosto. Acredito que, se Deus permitiu que eu pudesse ajudar os animais e ao mesmo tempo ter isso como minha profissão, eu tinha mais que o dever de ajudar um pouco os cães e gatos que não têm a oportunidade de ter um dono e principalmente um lar. Outro ponto fundamental foi perceber que muitos dos meus amigos iriam me apoiar para realizar esse trabalho, afinal, as pessoas podem ajudar de diferentes formas e acaba não sendo apenas um trabalho voluntário, mas um grupo de pessoas queridas que busca aliviar um pouco o sofrimento dos animais. Percebi também que muita gente que gosta de animais quer ajudar mas faltava apenas o conhecimento na área, então vi que eu poderia dividir conceitos básicos para auxiliar os animais. E convenhamos: não tem gratificação maior do que ver um cachorrinho abanando o rabinho! Um dos cães do sítio (coloquei seu nome de Xodó) é a minha força para seguir sendo voluntária, pois a primeira vez que o vi era um cão arredio, rosnava e nem chegava perto de mim. Neste dia, sentei de costas para ele e quase chorando comecei a jogar petiscos; ele foi se aproximando aos poucos e me deu uma lambida. Neste dia vi que não poderia deixar esses cães lá sem o mínimo necessário para sobreviverem.

2) Como surgiu o projeto 4 patas e como teve inicio o trabalho no sitio ?
O Projeto 4 Patas Penha iniciou-se em 2007 com um pequeno grupo de voluntários que tentava ajudar animais abandonados e que eram alvos de maus tratos na região da Penha. Esse grupo foi se afastando mas outras pessoas foram se aproximando, tendo como elo forte 4 mulheres que se desdobravam em mil para ajudar o máximo possível. Eu e um amigo também veterinário, o Fernando Calvo, sempre que possível frequentávamos os eventos que esse grupo fazia e tentávamos ajudar no que podíamos. Desde o começo do projeto, esse grupo ajudava o Sr. Batista (responsável pelo sítio de Suzano) com um valor mensal, mas não visitavam o lugar e nem sabiam das exatas condições em que os animais se encontravam. Em maio de 2012, em um desses eventos o Sr. Batista pediu a ajuda do Dr. Fernando, pois os animais estavam doentes (nesta ocasião, ele havia tido uma fratura de fêmur e, em seguida, contraído leptospirose). O Fernando aceitou na hora, mas pediu que eu fosse com ele e é claro que aceitei. Faltava apenas encontrar mais pessoas boas que pudessem ajudar a gente e, enfim, iniciar o trabalho.

3) Como você se tornou voluntária do projeto?
Meu primeiro dia de voluntária foi em 27/05/2012, sem dúvida alguma o dia mais feliz e triste da minha vida. Um dia que talvez fique para sempre na minha memória e, mais do que isso, no meu coração. Conseguimos juntar alguns amigos e novas pessoas que queriam ajudar. Ao chegar no sítio o cenário era péssimo: os cães estavam muito magros, com sarna, alguns feridos, a sujeira era muito grande, mas enfrentamos de cabeça erguida. Os cães estavam assustados e tinham medo de pessoas, mas mesmo assim medicamos todos eles e limpamos o máximo que foi possível. Mesmo com todo o esforço, voltamos todos para casa com um ar de tristeza pois, por mais que tivéssemos nos preparado para enfrentar o desafio, não era um sentimento que sabíamos lidar. No início, começamos a ir todos os domingos e depois de uns 2 meses, a cada 15 dias e, aos poucos, a melhora já era visível.
Foi aí que alguém foi ao sítio e denunciou o Sr. Batista. Entendo o que alguns podem pensar e confesso que eu mesma pensei nisso quando entrei no sítio, que o Sr. Batista era um acumulador e não gostava dos cães, mas essa não é a real história: ele adora os cães e os cães o adoram! Ele conhece a história e sabe o nome de cada um dos cães que está lá. Boa parte dos cães tem mais de 10 anos, alguns em torno de 17 anos, inclusive.
O que faltava para o Sr. Batista era ajuda e não uma denúncia. Isso aconteceu próximo do fim de julho se não me engano, mas graças à pessoas do bem como a Claudia, do Clube dos Vira-Latas, e outros tantos que foram fundamentais e se tornaram grandes amigos do projeto, conseguimos ganhar um prazo para arrumar lá e isso é o que batalhamos a cada dia. O sítio não tinha nenhuma estrutura para os cães, porém hoje já temos alguns canis e estamos melhorando a cada dia, apesar de ainda faltar muita coisa. Algumas pessoas ainda chegam lá e ficam tristes, mas hoje todos os cães abanam os rabos quando chegamos e a maioria vem pedir colo e beijo. Conseguimos doar alguns e em breve teremos as feiras de adoção. É um trabalho difícil, pois o projeto não é uma ONG e sobrevive apenas com doações, fora o fato de que eu e as pessoas que me ajudam, não tínhamos qualquer experiência com divulgação de cães e proteção animal.
Enfim, é um mundo novo que descobrimos a cada dia. Costumo dizer que esse projeto não é de tal pessoa, mas sim de cada voluntário que se junta a esse grupo e que se tornou uma grande família. Que acordam no domingo às 6 horas da manhã e voltam à tarde muito cansados, mas que sabes que é isso que faz a diferença para aqueles cãezinhos.
4) Como se faz para se tornar voluntário do projeto, quais as opções que as pessoas têm para ajudar e quais são as principais necessidades do sítio neste momento?
As visitas ao sítio são quinzenais e quem tiver interesse pode nos contatar pelo site Projeto SOS 4 Patas Penha. Quem for, pode acreditar que será uma vivência única, um elo que poderá ser criado com cada um dos cães de Suzano. Claro que ainda falta muita coisa (como eu disse, partimos de um ponto em que não tínhamos nenhuma estrutura) e ainda está longe de ser um lar ideal para os peludos, mas quem puder ajudar será mais do que bem-vindo, sendo voluntário, participando dos nossos eventos mensais em uma pizzaria, doando qualquer coisa, como jornal, potes de sorvete, medicações, materiais de construção, casinhas, toalhas usadas, cobertores, bacias, roupas (também fazemos bazar), enfim, o que você tiver em casa e que já não tenha nenhuma utilidade para você, doe para nós, porque talvez para os peludos tenha muita! E se quiser,as pessoas ainda podem ser madrinhas/padrinhos dos peludos ajudando no pagamento da ração.
Hoje temos algumas metas estipuladas que são: conseguir pagar a ração mensal dos cães (eles consomem, hoje, 45quilos diariamente), terminar de fechar o canil e conseguir as casinhas que faltam, pois está muito frio e assim, com as casinhas, ele conseguem se abrigar melhor.
5) Ser voluntária aquece seu coração?
Se ser voluntária aquece meu coração? Claro que sim! A cada domingo, tenho a oportunidade de conhecer um pouquinho mais de cada peludo e me encantar com o jeito de cada um deles. Como não me aquecer vendo a ceguinha com seu toquinho de rabo balançando quando toma banho, ou a pretinha que, quando chegamos, vira de barriga para cima toda alegre, esperando um carinho na barriga? Ver o Bob dando mordidinhas na nossa roupa para chamar a atenção, ou ver o ceguinho agradecendo toda vez que cuidamos dele? Ver a Mara que, quando a vestimos, fica toda feliz chegando até a uivar, ou ver o Xodó hoje abanando o rabo com tanta força, que já chegou até ferir a ponta? Ver o Robert abaixando as orelhas para ganhar um carinho, ou ver a Abigail e o Grandão, que estavam quase mortos e hoje estão imensos?
E mais do que isso: ver que, graças a esse trabalho que faço com a ajuda de amigos tão especiais, posso mudar a vida dos peludos e que, com tudo isso, podemos dar a chance para eles encontrarem um novo lar. Tudo faz com que agora, ao convidar as pessoas para fazerem parte desse grupo, meus olhos se encham de lágrimas. Costumo dizer que cada cãozinho lá do sitio já tem um pedaço do meu coração e acho que faço tão pouco por eles ainda.
Muitos me dizem que é um trabalho em vão porque não se ganha nada com isso e, pelo contrário, se fica estressado, cansado, desgastado com os problemas, dívidas... Mas quer saber? Agradeço a Deus por poder ser mais uma integrante desse grupo que se tornou uma grande família e torço para a cada dia essas conquistas aumentarem pois, ao deitar, posso dizer que tudo isso vale a pena. Embora ainda hoje, os peludinhos não comem tudo que poderiam e não estão tão aquecidos quanto eu gostaria, eu sei que eles tiveram, ao menos, uma refeição boa e têm alguns lugares para se abrigarem.
Venha fazer parte desse grupo ou nos ajude! Tenho certeza de que nada na sua vida será a mesma coisa, depois de conhecer o projeto!
Depoimentos dos participantes:
- Dr. Fernando Calvo: “quando conseguimos conciliar o fazer com o amor, tudo se torna mais fácil; para quem ama como eu, ver o brilho do olhar de um animal feliz é uma realização única.”
- Bruna Tofanetto: ”sou voluntária porque os peludos precisam de amor, cuidado e respeito. E é muito gratificante vê-los bem!”
- Stela Ribeiro: “mudou muito minha vida, me fazendo mais feliz; com eles aprendo, amo e ajudo e isso é gratificante!”
- Bruno Macedo: “se você me perguntasse porque sou vegano, eu te daria uma resposta, mas o porquê sou voluntario, não é uma razão única e sim algo inexplicável.”
- Karina Mior Moro Okuno: “o amor aos animais e a minha grande amizade com a Dra. Adriana, me levaram a ser voluntária e hoje, cada dia mais amo os peludos do sítio e minha grande família de amigos.”
- Ricardo Leotta: “quanto mais conheço o ser humano, mais sinto falta dos meus cachorros.”
- Dede Motta: “me sinto muito pequena perto do que estes peludos necessitam mas, com este grupo maravilhoso de voluntários, somos mais fortes. Protegê-los e amá-los é algo que não têm preço.”
- Patricia Azevedo: “o projeto mudou em mim a forma de ver a vida, de dar valor às coisas simples e me mostrou do que sou capaz, onde dou o meu melhor para ajudar a esses anjos.”
- Marili Resella: “Jesus disse que a caridade verdadeira é sempre aquela que não pode ser retribuída ou devolvida, por isso ajudo esses anjos que não podem falar.”
- Dayanne Luchetti: “ser voluntário é uma alegria porque ajudar um ser indefeso, que já sofreu de várias formas na vida, alimenta a nossa alma e preenche nosso ser.”
- Marcia Cristina: “para mim, ser voluntária é retribuir o amor incondicional que recebemos desses anjos; e a cada conquista do grupo, vemos que esse amor se multiplica.”
- Edgar: “hoje, sou um novo homem; cada cãozinho que vejo abanar o rabinho, me dá força para continuar a acreditar na humanidade. Vejo que ainda não está tudo perdido e faço minha parte com muito amor.”
Bacana, né? Pois é! Entre nessa corrente também, amigo leitor! Ajude em sua cidade e ajude também o SOS 4 Patas (eu sou madrinha de ração da criançada de lá)!
Ser voluntário aquece o coração da gente. Experimente e verá!
Abraços,
Lara
PS: as todas as fotos são propriedade do projeto e feitas por voluntários. Gentilmente, a moçada bonita cedeu o direito ao uso das imagens pelo nosso blog. Obrigada!
Muito se fala em reciclagem hoje em dia. Algumas coisas que se tornariam lixo, podem ser transformadas e reutilizadas no nosso dia-a-dia. Sem grandes custos e com muita criatividade, podemos dar um novo destino aos potinhos de requeijão, cream cheese e até os potinhos de petiscos para os nossos bichinhos de estimação entram na dança. Quer saber como?
Que tal renovar a decoração de sua casa ou ambiente de trabalho utilizando estes potinhos e bexigas? Isso mesmo, você não leu errado: bexigas! Além de muito fáceis de se manipular, se você enjoar, pode trocar a cor da bexiga utilizada rapidamente!
E se eu te disser que, além de renovar a decoração, você ainda poderá deixar os ambientes mais perfumados, com o seu toque pessoal? Sim, isso é possível utilizando-se o gesso em conjunto com os potinhos e bexigas!
Parece fácil e é mesmo, sem maiores segredos nem grandes truques. Vamos aprender a fazer perfumadores com bexigas? É para já!
Materiais necessários:
- bexigas tamanho 9’’
- tesoura
- gesso comum (branco)
- potinhos plásticos
- água
- flores artificiais
- recipiente e espátula para manipulação do gesso
- essências ou perfumes
- sal de cozinha
Modo de fazer:
Em um recipiente, coloque o gesso e vá acrescentando água, para formar uma mistura não muito mole. Despeje nos potinhos escolhidos com a altura aproximada de 1/3 do potinho em questão. A superfície do gesso manipulado deve ser brilhante. Bata o potinho várias vezes para retirar as bolhas de ar que ficam presas no gesso.
Após, salpique o sal de cozinha por cima do gesso para acelerar o processo de endurecimento. Enquanto isso, vá esticando as bexigas para ficar mais fácil de “vestir” os potinhos com elas. Estique, puxe, infle-as à vontade pois, quando mais esticadas, mais fácil de manipulá-las. Depois, corte bem rente ao bico.
Verifique se o gesso já endureceu. Se já, comece a “vestir” os potinhos com as bexigas, esticando os bicos e virando-os para dentro dos potinhos. Passe um pano ou papel-toalha umedecido para tirar o talco das bexigas.
Aplique a essência ou o perfume de sua preferência (spray ou gotas) e acomode as flores artificiais nos potinhos já “vestidos”. Seus perfumadores estão prontos!
Quer ver o passo-a-passo? Clique no link para assistir ao vídeo: Vídeo Perfumadores de Bexiga
Você pode inovar e não apenas usar flores artificiais. Faça flores de papel, customize com botões e linhas, use canetas para desenho. Solte a sua imaginação!
Dicas em relação às flores artificiais: eu não costumo cortar os caules. Prefiro dobrá-los para dar mais sustentação às mesmas. Também não as espeto no gesso ainda mole porque fica muito complicado passar a bexiga depois.
Ótima ideia para divertir a molecada! Chame a criançada e divirtam-se a valer!
Abraços,
Lara
Como a intenção desta coluna é desmistificar a cozinha e mostrar que com ingredientes “plebeus” é possível fazer pratos nobres, hoje vamos transformar uma simples carne moída num delicioso e surpreendente prato.
O bolo de carne é muito difundido entre os norte-americanos, que usam a carne bovina, mas também é muito comum em países da Europa, como Inglaterra e Escócia, com uma diferença: normalmente, é usada a carne de cordeiro.
Nossa cozinha possui temperos diferentes desses lugares; sendo assim, criei um bolo de carne adaptado ao paladar brasileiro.
Então, vamos lá!
Ingredientes:
- 1 quilo de carne moída (de preferência acém ou coxão duro)
- cebola desidratada em flocos
- 3 ovos
- 1 xícara de chá de cheiro verde picado
- 200 gramas de peito de peru defumado
- 3 envelopes de tempero em pó sabor costela
- 2 dentes de alho amassados
- 2 cenouras médias cozidas e inteiras
- 2 colheres de sopa de farinha de rosca
- azeite
- pimentão vermelho em tiras finas
- meio maço de espinafres
- papéis alumínio e manteiga para enrolar
Modo de fazer:
Tempere a carne moída com os temperos em pó, alhos, cebola desidratada e cheiro verde. Acrescente a farinha de rosca e a clara de um ovo. Deixe descansar um pouco e reserve.
Faça uma omelete simples com o restante dos ovos e mais a gema que sobrou. Reserve também.
Lave o espinafre e separe apenas as folhas (se quiser, congele os talos para fazer um creme de espinafre ou caldo verde). Escorra bem e reserve.
Estique uma folha de papel alumínio e, sobre ela, uma folha de papel manteiga. Espalhe um pouco de azeite para untar a folha de papel manteiga com o auxílio de um pincel ou espátula.
Sobre o papel manteiga, comece a acomodar a carne moída temperada, mantendo uma altura de 1 centímetro e deixando espaço de 3 centímetros das bordas do papel manteiga.
Sobre a carne moída, distribua as fatias de peito de peru defumado, deixando uma borda de 1 centímetro no final. Após, comece a acomodar as folhas do espinafre e as tiras do pimentão vermelho, sempre respeitando a borda de 1 centímetro no final.
Após, recorte a omelete e disponha-a sobre as tiras do pimentão. Acomode as cenouras e comece a enrolar com a ajuda dos papéis manteiga e alumínio. Termine de enrolar com o papel manteiga e, com o papel alumínio, feche completamente o enrolado.
Coloque em fôrma e leve ao forno por 40 minutos, em 200°C. Abra o forno, retire a fôrma e corte os dois papéis, para começar a dourar, com cuidado. Volte o enrolado ao forno por mais 15 minutos, retire os papéis com cuidado e vire o enrolado para assar por igual, acrescentando azeite por cima. Volte ao forno por mais 5 minutos e está pronto.
Quer ver o passo-a-passo? Clique no link a seguir: Vídeo Bolo de Hórus
Experimente. Você não irá se arrepender!
Bom apetite!
JH
O termo rock hoje em dia é muito abrangente. E muitas vezes é até usado onde não há rock. O rock nasceu na década de 1950, nos subúrbios dos Estados Unidos, tendo origens na fusão do blues e do country. De lá para cá o rock vem adquirindo influências de outros ritmos formando diversos estilos musicais.
Satanismo, violência, imoralidade, são palavras associadas a este ritmo desde sua origem. O rock sempre sofreu críticas negativas, mas nem por isso acabou se extinguindo. O que vemos acontecer é o rock se tornar cada vez mais aceito tanto no seu estilo original quanto nas suas adaptações a outros ritmos.
Quanto ao criador deste estilo não se sabe quem é ao certo, mas o termo “rock and roll” é atribuído ao discotecário Alan Freed, tendo utilizado esta expressão pela primeira vez em 1951, na cidade de Cleveland, no estado de Ohio, ao tocar para uma platéia multirracial.

Com relação à primeira música a ser considerada como rock and roll há muitas controvérsias. Rocket 88, de Jackie Brenston e os Delta Cats é a mais mencionada. Elvis Presley, Bill Haley, Chuck Berry, Bo Diddley, Fats Domino, Little Richard, Jerry Lee Lewis e Gene Vincent são considerados precursores.
Nos anos 60 e início dos 70, o rock passou a gerar vários subgêneros se misturando ao folk, ao jazz e à música clássica. A partir daí começou a incorporar gêneros como a soul music, o funk e ritmos de países latino-americanos. Nesta mesma década surgiram o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Nos anos oitenta, foi a vez da new wave, o punk hardcore e o rock alternativo. E, nos anos 90 vieram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu(new) metal.
O rock tem como base o som da guitarra elétrica, com acordes simples, que é acompanhada pelo baixo elétrico, pela bateria e um vocal. A partir desta base, dependendo do estilo musical, muitas bandas adicionam teclados, órgãos, sintetizadores, saxofones, gaitas e mais de um vocal. Algumas até adicionam instrumentos acústicos usados em música clássica como pianos, violinos e flautas, tornando um estilo mais trabalhado sem, portanto, perder sua essência original.

Desde o início, ao unir o negro (blues) com o branco (country), o rock não era apenas um estilo musical. Seus efeitos sociais causam impacto nos estilos de vida, na moda, nas atitudes, na linguagem e até na política. Sting e Bono Vox são exemplos de ativistas que utilizam o rock para manifestações. Em termos de grupos e festivais pró causas sociais temos Band-Aid, USA for Africa, Live Aid, Live 8, e Voices of Classic Rock.
Alternative rock, art rock, beat music, blues rock, britpop, country rock, desert rock, detroit rock, experimental rock, folk rock, funk rock, garage rock, glam punk, glam rock, grunge, hard rock, heavy metal, indie rock, industrial rock, instrumental, jazz fusion, pop rock, progressive rock, protopunk, psicodelia, punk rock, rock noir, rockabilly, sinfônico e soft rock são apenas algumas das vertentes, pois a lista é imensa. E a cada momento surge mais uma outra.
O rock não se limita apenas ao território americano. Entre os ingleses houve e há muitos músicos que revolucionou o estilo como Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin, Black Sabbath, Queen e Iron Maiden. Os australianos também não deixam nada a desejar com seu AC/DC, Man at Work e Midnight Oil. Em terras tupiniquins temos ótimas bandas da era oitentista como Titãs, Capital Inicial, Ira e bandas pesadas que fazem sucesso no exterior como Sepultura.
Falar sobre rock é complicado, pois o assunto é muito extenso e por maior que seja o tempo discorrendo sobre isso ainda será pouco perto do que se tem para discutir. O rock é um universo próprio.
Eu uma outra oportunidade gostaria de escrever sobre um estilo em particular ou um músico ou banda.
Abraços do MM.
Agora, será a minha lavação de alma! Finalmente, um espaço onde eu posso desfazer o grande equívoco que a maioria dos bares, lanchonetes e restaurantes faz com o sanduíche que representa a minha terra natal, Bauru!
Atenção, moçada! O que vocês conhecem como Bauru está longe de ser o verdadeiro Sanduíche Bauru! O que vocês comem, como eu sempre brinco, é um misto quente com tomate!...hehehe...
Brincadeiras à parte, é fato que muitas pessoas acham que o “Bauru” é um lanche quente feito com fatias de pão de fôrma ou pão francês, presunto, queijo muçarela e tomate. Se soubessem como é o verdadeiro, jamais aceitariam as tentativas de imitação que rolam por aí. Ainda mais quando um bauruense, como eu, está próximo de alguém que pede e recebe algo que jamais se aproximaria do verdadeiro. Se sou eu a estar perto, ah... O sangue sobe!
O verdadeiro “Bauru” foi inventado por Casemiro Pinto Neto, bauruense nascido em 5 de abril de 1914. Em 1931, ele ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco, em São Paulo, e começou a ser conhecido pelo apelido “Bauru” por seus amigos, já que tinha muito orgulho de sua cidade. Com seus contemporâneos, ele costumava frequentar o bar "Ponto Chic", no largo do Paissandu.
Em uma noite, já no ano de 1934, Casemiro procurou apressadamente o cozinheiro do “Ponto Chic”, Carlos, e "ditou" a receita do sanduíche que queria que fosse feito: pão francês sem miolo, uma porção de queijo derretido em banho-maria, fatias de rosbife, rodelas de tomate e pepino em conserva (picles). A explicação de Casemiro para esse pedido era a de que ele tinha visto, em um livreto de alimentação para crianças publicado pela Secretaria de Educação e Saúde, que essa receita incluiria elementos básicos, como albumina, proteína e vitamina, o que resultaria em um lanche equilibrado.
Quando já estava no segundo sanduíche , Casemiro teve um pedaço “roubado” pelo amigo Quico (Antônio Boccini Jr.). Quico gostou e pediu ao garçom, Alex, que trouxesse “um desses do Bauru”. Na mesma noite, vários outros frequentadores começaram a pedir o novo lanche, “igual ao do Bauru”. Assim, o apelido de Casemiro se tornou o nome do lanche e nascia, assim, um dos mais famosos lanches do Brasil.
Como tudo o que é bom é espalhado, o sanduíche Bauru não ficou restrito a São Paulo e a Bauru apenas. O lanche é muito difundido em todo o Brasil e até no exterior, tornando-se popularizado pela receita composta por presunto, queijo e tomate. Embora receba as inúmeras variações que levam em conta as influências regionais e adaptações, jamais perde o seu “nome de batismo”.
Em Bauru, o principal responsável pela divulgação do sanduíche foi José Francisco Júnior, o Zé do Skinão, que conheceu Casimiro Pinto Neto em meados de 1957. Ele transformou a sua lanchonete, chamada O Bar do Skinão, no principal ponto bauruense de divulgação do Sanduíche Bauru, o qual fazia, em inúmeras vezes, de maneira gratuita. Hoje, o bar não está mais em seu local de origem mas ainda existe, agora localizado no bairro Altos da Cidade.

Para garantir o Sanduíche Bauru como patrimônio imaterial da cidade, foi sancionada uma lei, em 1998, pela Câmara Municipal de Bauru, com o objetivo de manter inalterada a receita original, criada pelo bauruense Casemiro. Virou coisa séria e tem até certificação para os estabelecimentos em que se preserva a tradição. Portanto, sempre que encontrar o selo abaixo, pode confiar!
Como bauruense boa de garfo e fã do sanduíche, posso te afirmar: quem experimenta o verdadeiro Bauru, jamais quererá saber de outro!
Mais informações no site Tradicional Sanduíche Bauru e, se estiver em Bauru, não deixe de conhecer O Skinão, estabelecimento que já faz parte da história desta minha tão querida terra natal.
Procure um estabelecimento certificado e bom divertimento!
Abraços,
Lara
Nascido em 4 de Julho (Born on the Fourth of July, EUA, 1989)
Grata coincidência, heim? O dia de hoje, 4 de julho, é perfeito para falarmos do filme “Nascido em 4 de Julho”, segundo filme da trilogia de Oliver Stone sobre a Guerra do Vietnã. Baseado no livro homônimo de Ron Kovic, que assina o roteiro juntamente com Oliver Stone, é um filme dramático, com sequências fortes, principalmente as feitas no front e no hospital.
Ron Kovic, soldado idealista e profundamente patriota, vai para a Guerra do Vietnã e é ferido em combate. Devido ao ferimento, ele fica paraplégico e retorna aos EUA como herói de guerra, mas logo se depara com a dura e triste realidade que os portadores de deficiência enfrentam em seu país. No hospital, ele começa a questionar a participação dos EUA nesta guerra e acaba se revoltando pela traição do país que ele jurou defender, tornando-se um ativista político e lutando contra a guerra e pelos seus direitos, tão descaradamente negados por aqueles a quem daria a sua vida.

Neste filme, Oliver Stone mostra o lado pós-guerra, dando um verdadeiro soco no estômago do patriotismo extremista, provando que as guerras são totalmente desnecessárias em sua essência, ainda mais as criadas e lideradas pelos Estados Unidos. A desculpa de que “é pela liberdade do mundo” tenta mascarar interesses próprios e a própria Guerra do Vietnã é mostra fiel disso, já que foi feita sem nenhum outro propósito. Stone mostra uma visão até pessoal desta guerra, em que lutou como soldado e vivenciou os horrores praticados nela.
Brilhante e insuperável atuação de Tom Cruise! A contundente interpretação de um Kovic paraplégico, menosprezado, dispensado e jogado literalmente fora por não servir mais para a guerra, como algo inútil e sem serventia nenhuma, é impressionante. Por esta atuação, inclusive, Tom Cruise concorreu ao Oscar de melhor ator. Realmente, não deve ter sido fácil interpretar um personagem com tantos problemas físicos e psicológicos, com os seus valores totalmente abalados, barbudo, cabeludo, preso em uma cadeira de rodas e “castrado” pela paraplegia. As cenas onde ele se depara com o preconceito e a indiferença da sociedade americana para com os seus veteranos de guerra, então, são marcantes e algumas muito emocionantes. Para mim, até hoje, foi o melhor papel da vida de Cruise.

Algumas cenas memoráveis são as do choro do bebê vietnamita ferido, o discurso-conflito do personagem interpretado por Willem Dafoe e a cena onde Kovic grita, totalmente bêbado, para criticar a sociedade e os políticos, é uma das melhores, entre outras.
Uma das curiosidades deste filme é que ele foi feito totalmente em penumbra, com as cores azul, branca e vermelha, que refletiam o estado emocional dos personagens em cena. Oliver Stone faz uma pequena participação no filme, interpretando um repórter de televisão que entrevista um oficial do exército. Charlie Sheen, que participou de Platoon, foi considerado para o papel de Ron Kovic neste filme e é aqui que William Baldwin faz a sua estreia no cinema americano.
Principais prêmios e indicações:
- Oscar, 1990 (EUA): venceu nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Edição. Foi indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator (Tom Cruise), Melhor Trilha Sonora, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Roteiro Adaptado
- BAFTA,1991 (Reino Unido): indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Cruise) e Melhor Roteiro Adaptado.
- Globo de Ouro,1990 (EUA): venceu nas categorias de Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Tom Cruise) e Melhor Roteiro. Foi indicado na categoria de Melhor Trilha Sonora.
Ficha técnica:
- direção: Oliver Stone
- roteiro: Oliver Stone e Ron Kovic
- elenco original: Tom Cruise, Raymond J. Barry, Caroline Kava, Kyra Sedgwick, Tom Berenger.
- gênero: drama, guerra.
- idioma original: inglês.
Um filme realista, sem ufanismos nem protecionismos, dramático, depressivo, de alto teor psicológico e sentimental. Resumindo: imperdível!
Abraços,
Lara
PS: a trilogia de Oliver Stone é composta por “Platoon”, “Nascido em 4 de Julho” e “Entre o Céu e a Terra”.
Oi gentE!!
A coluna mais doce do nosso blog vai te dar beijos!
Não, não é o que vocês estão pensando. Vamos fazer esse docinho bem brazuca, companheiro inseparável do brigadeiro nas festas de aniversário. Com vocês, o nosso querido BEIJINHO!!
Devo confessar que ele é meu favorito. A receita é fácil, mas tem alguns truques que fazem grande diferença. Vou citar alguns:
- a panela deve ter fundo grosso para evitar que ele queime (aqui em casa, eu uso a panela de pressão).
- a margarina deve ter 80% de lipídios (acreditem, isso faz uma diferença considerável).Caso não tenha, não deixe de fazer por isso, por favor, mas quando você fizer com a de 80%, sentirá essa diferença.
- prefira coco ralado sem açúcar; o açúcar faz com que demore para dar o ponto ou com que você acabe perdendo o mesmo.
- pode ser conservado em pote bem fechado, fora da geladeira; ele dura uns 5 dias.
- pode até ser congelado.
- pode ser usado como recheio de bombom e bolos (no segundo caso, misture creme de leite após cozido)
- durante muito tempo, usei margarina ou água para fazer as bolinhas, mas em um curso recente, aprendi a usar óleo de soja. Conseguíamos fazer mais bolinhas com apenas uma gotinha do óleo, que não tem gosto de nada e não grudava nas mãos. Vale a pena experimentar.
Peguem suas panelas, seus leites condensados e vamos beijar, digo, cozinhar!
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado
- 1 colher (sopa) de margarina 80% lipídios sem sal
- 100 gramas de coco ralado seco e sem açúcar.
- coco ralado para enrolar
- cravo-da-índia (opcional)
Modo de fazer:
Misture bem o leite condensado, a margarina e os 100 gramas de coco.
Leve ao fogo, mexendo sempre para não grudar no fundo da panela, em fogo brando.
Quando começar a desgrudar do fundo da panela, desligue.
Coloque para esfriar em um prato untado com margarina ou óleo de cozinha.
Após esfriar, faça bolinhas do tamanho desejado, passe no coco ralado e espete um cravo para decorar.
Uma lata rende em média 40 docinhos (tamanho festa de aniversário).
Agora é só se deliciar.
Beijinhos mil para todos, daí.
Fabby
Salam, gentE!!!
Hoje, a nossa coluna Daí, Daqui, de Lá e de Cá está lá para as bandas do Oriente! Vamos fazer um make árabe!
E você vai me perguntar: onde vou usar make árabe, Fabby?
Alguns diriam em uma festa à fantasia, mas eu, como não sou nem um pouco convencional, digo: quando e onde você quiser!
GentE, as árabes não andam eternamente maquiadas, mas também não usam aqueles makes DI-VI-NOS apenas em grandes festas.As mulheres se maquiam porque se cuidam, são vaidosas e gostam de se arrumar para os seus companheiros.
Eu, que vivo conversando com esses moços, bem sei que eles amam mulheres que se cuidam e se maquiam (só para eles,é claro). Aqui no Brasil, a gente se ama, se cuida e se maquia para gente mesmo.
É claro que você não vai fazer um make roxo, amarelo e laranja e sair às 7 horas da manhã (salvo se este for seu estilo), mas à noite é super válido usar uma make mais carregado e colorido.
Geralmente as mulheres saem à noite com tons de preto, prata e dourado. Então, vamos inovar, minha gentE! Inovar e arrasar!
Assista aqui o vídeo para aprender o passo-a-passo: Vídeo Make Árabe
Usei um bege bem clarinho (que chamo de gelo), amarelo gemada e azul royal, mas vocês podem mudar as cores e fazer combinações diferentes.
Espero que gostem.
Beijos, daí
Fabby
No início do mês de julho, São Paulo abrigará um dos maiores eventos de artesanato: a Mega Artesanal.
A Mega Artesanal oferece oportunidades para quem gosta e faz arte e artesanato, tanto para quem quer comprar quanto para quem quer aprender. A feira também terá espaços para exposições de arte. São mais de trezentos expositores das mais variadas técnicas de vários lugares do país. Terá cursos gratuitos, demonstrações e lançamentos de materiais.
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| Mega Artesanal |
Os expositores vão desde artesãos autônomos a grandes indústrias do ramo. Para quem está iniciando no artesanato, a visita a esta feira se torna obrigatória. E quem já trabalha na área poderá encontrar lá várias dicas para se aperfeiçoar, como também novos tipos de materiais e técnicas.
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| Mega Artesanal |
Visitantes poderão fazer cursos gratuitos, ministrados pelas indústrias, sem ser necessário alguma experiência. E ainda levarão seus trabalhos para casa. Quem quiser fazer compras, a Mega Artesanal terá lojas oferecendo descontos em materiais. E mesmo que não trabalha com artesanato e também não estiver interessado em aprender, lá poderá encontrar lindas peças feitas à mão que poderá dar de presente ou até decorar a casa.
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| Mega Artesanal |
Pintura, escultura, bordados, tricô, crochê, patchwork, scrap booking, quiling, papietagem, reciclagem e mais outras técnicas estarão presentes nesta feira.
A Mega Artesanal, que já se encontra na sua décima terceira edição e vem crescendo a cada ano, tem tudo para quem gosta de artesanato.
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| Mega Artesanal |
Eu visito esta feira já há alguns anos e pretendo ir nest próxima. Quem for, vá disposto a andar bastante, pois duas horas é pouco para se conhecer toda a feira. Por ter muita coisa interessante, o passeio se torna agradável e no fim deixa a promessa de querer voltar no próximo ano.
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| Mega Artesanal |
Informações
Dia 02 de julho - Dia especial para o lojista – Das 11h00 às 19h00
De 03 a 06 de julho - Das 11h00 às 19h00
Dia 07 de julho – Das 11h00 às 17h00
Centro de Exposições Imigrantes
Endereço: Rod. Dos Imigrantes, Km. 1,5 – São Paulo
Telefone: 11 5067-6767
Ingresso: R$ 14,00 / Meia entrada: R$ 7,00.
www.megaartesanal.com.br
Nos encontraremos lá!
Abraços do MM
Todo guerrilheiro que se preza não joga comida fora. Inventa, transforma, cria, dá um jeito para matar a fome com o que tem em casa à disposição.
Que tal não deixar mais aquela meia cebola cortada, esquecida na porta da geladeira? Com ela, você pode fazer o Patê Flex, que não requer prática nem tanta habilidade culinária.
Peguem suas panelas pretas e vamos à guerra!
Antes, temos que fazer o aditivo de cebola: corte a cebola em fatias e cozinhe em água por um minuto. Escorra bem e faça uma conserva, colocando as fatias em um potinho com azeite e orégano. Aguarde, pelo menos, três dias para a maturação antes de usar para fazer o patê.
Ingredientes:
- 1 xícara de chá de leite
- meia xícara de chá de azeite ou óleo
- sal a gosto
- 1 envelope de tempero em pó para arroz
- aditivo de cebola
- 1 colher de sopa de farinha de trigo
Modo de fazer:
Coloque o leite no liquidificador e bata em velocidade alta, acrescentando o azeite ou óleo aos poucos. Adicione a farinha, o tempero em pó e o aditivo (observação: se quiser adicionar alho, no máximo um dente de alho grande).
Depois de tudo misturado, leve ao fogo baixo e mexa suavemente até levantar fervura. Deixe esfriar e sirva.
Dicas:
- este patê serve como base para muitas outras coisas, como sopas, cremes, molho de macarrão, estrogonofe e outros patês (de azeitona, de atum, entre outros).
- conserve-o sempre em geladeira.
- excelente como acompanhamento de saladas, vegetais e legumes cozidos.
Bata o patê flex com cenouras cozidas, com alho e cheiro verde, faça um molho para macarrão com atum ou extrato de tomate. Ótimo para aquele pãozinho com café ao final da balada. Misture com requeijão e terá um cream cheese bem temperadinho.
Verdadeiro coringa do lanche noturno de todo guerrilheiro!
Bom apetite!
Abraços,
JH
Chuvinha, filminho, cobertas. Tudo pede por um balde de... Pipocas! E quem é que consegue resistir à estas maravilhas da comilança nossa de quase todo dia?
Embora seja assunto gerador de muita controvérsia, a pipoca é acusada de ser prejudicial para o nosso organismo, principalmente por ser feita com gordura e se tornar um grande incentivo ao exagero no sal, mas os seus dias de grande vilã estão ficando para trás, já que a ciência está identificando muitas qualidades neste alimento.
Estudos feitos e publicados recentemente nos EUA mostram que a pipoca reúne alguns certos anti-oxidantes a mais dos que os encontrados em uma porção de frutas e verduras, ou seja, a pipoca poderia se tornar uma grande aliada no combate aos radicais livres, causadores de problemas que vão desde o envelhecimento precoce até o câncer. Segundo estes estudos, é a diferença na quantidade de água encontrada na pipoca que faz a diferença (fica entre 3 a 5% apenas). Esse valores, referentes à umidade, deixam concentrados, nos subprodutos do milho, os compostos fenólicos (os anti-oxidantes), enquanto que, em outras classes alimentares, eles se encontram diminuídos.
Tomando cuidado com a quantidade de óleo, a pipoca não se tornará uma bomba calórica e, de quebra, poderá até ajudar no combate aos radicais livres. Bom, heim? Então, vamos fazer uma pipoquinha rápida e muito gostosa no microondas?
Ingredientes:
- meia xícara de chá de milho de pipoca
- ¼ de xícara de chá de água
- 1 colher de sopa de margarina
- sal a gosto
Modo de fazer:
Em uma tigela refratária grande, misture o milho de pipoca, a margarina e a água. Cubra com filme plástico (aqueles de PVC), deixando uma pequena abertura na lateral para escapar o vapor.
Leve ao microondas e programe para 8 minutos em potência alta ou desligue quando notar que o intervalo entre os estouros já está menor que 3 segundos. Retire o refratário do micro-ondas (cuidado para não se queimar), tempere com sal e sirva em seguida.
Se quiser, pode usar um pouco dos temperos em flocos (colocar juntos aos ingredientes, na hora de fazer) ou pimenta-do-reino preta moída na hora após o preparo para temperar mais um pouquinho.
Fácil, prático e rápido de fazer, além de muito gostoso! Aproveite!
Abraços,
Lara
Olá, queridos leitores.
Quantos de vocês brigam com a balança? Alguns , né? Comigo, é assim também.
Desde criança fui gordinha. Mamys achava que tinha que engordar e, então, tome vitamina, tome “medicamento fortificante e antianêmico” sendo que já tinha propensão à obesidade.
“Aí veio a adolescência”[...], cresci um cadim e emagreci. No começo da juventude (ainda sou jovem, heim?), conforme já disse na coluna Daí, Daqui, De Lá e De Cá (texto em Moda Praia Para GG), era chamada de GORDA por muitas pessoas quando, na verdade, era avantajada em minhas formas ou, como diz meu endocrinologista Marcelo Padilha, sou “uma pessoa larga”.
Após a separação dos meus pais, eu e mamys passamos a engordar. Em 2003 fiz um regime maluco e emagreci 10 quilos. Parei o regime louco e voltei a engordar. Um dia, assistindo o Globo Repórter, fiquei interessada pelos benefícios do óleo de coco: perder peso, diminuir barriga e diminuição do colesterol ruim, LDL.
Passei a consumí-lo meia hora antes do almoço e meia hora antes do jantar, com iogurtes ou com frutas, algumas vezes temperando a salada. Fui eliminando peso, pois dava saciedade e comia menos. Meses depois fiz exames ambulatoriais e estava tudo em ordem, inclusive o colesterol estava bom.
As pessoas perguntavam qual era a minha receita e eu dizia: caminhar uma hora por dia, comer de três em três horas e óleo de coco meia hora antes do almoço e jantar. De 99 quilos cheguei a 89 quilos e com saúde.
Usei algumas marcas, mas in natura dá mais resultado do que em cápsula. Agora, como não o uso mais devido ao tratamento com endocrinologista, mas foi proveitoso no período em que usei.
Se fala muito em óleo de coco por um simples motivo: emagrecimento. Pesquisas apontam que participantes tiveram uma redução significativa de peso e perda de gordura abdominal com a adição do óleo do coco às suas refeições, pois a gordura contida nele retarda o esvaziamento gástrico, contribuindo para o aumento da saciedade e, consequentemente, na redução da fome, além de ser fonte de TCM (triglicerídeos de cadeia média), um tipo de gordura de fácil absorção e alta produção de energia. Se há energia disponível, não há porque formar mais gordura; sendo assim, o emagrecimento acontece como consequência.
Há outros benefícios já identificados: ele é termogênico (acelera a queima de gordura) e antioxidante, pois combate os radicais livres em acúmulo no nosso organismo, causados pelo sobrepeso. Também é rico em ácido láurico, uma espécie de gordura com ação antibacteriana, antifúngica, antiviral e antiprotozoária.
O óleo de coco virgem é obtido por processos físicos como prensagem e filtração, a partir de cocos frescos (de casca marrom) e úmidos. Apenas o óleo de coco virgem preserva os seus fitoquímicos naturais, inclusive podendo ser preparado em casa, segundo nutricionistas. Utilize-o, também, para cozinhar (substituindo os óleos convencionais). Como o seu sabor é agradável, pode-se passar em pães, temperar saladas, etc.
Que você, leitor, se anime como eu e tenha uma vida melhor!
Abraços,
Regiane