Lá vem o verão... Calor no coração... Pois é. Lá vem o verão e, com ele, a alegria e a disposição que os dias mais quentes nos dá para enfrentar os problemas e saborear a vida e o que ela tem de melhor, não é?
Com os nossos amiguinhos incondicionais, não é diferente. A bicharada fica toda animada, brincando e pulando mais, com ânimo dobrado para curtir junto com a gente essa estação. Entretanto, o verão pode se tornar uma boa dor de cabeça se não estivermos atentos a um problema que já se tornou endêmico no Brasil: a infestação de pulgas.
Quem acompanha os meus textos já sabe que temos duas gatinhas (a Bolacha e a Bastet) e que nós fazemos a criação delas totalmente indoor, ou seja, nossas meninas não têm o mínimo contato com a rua. Mesmo assim, pela proximidade do nosso apartamento com o prédio ao lado, onde um dos apartamentos estava desocupado e totalmente invadido por pombas, as nossas pequenas pegaram pulgas. Aliás, a superpopulação de pombas também se tornou um problema de saúde pública em muitas cidades brasileiras.
Aqui em Santos, cidade portuária e turística, não é diferente. As pombas tomam conta da cidade e a superpopulação é vista principalmente quando nos aproximamos do porto. Infelizmente, as pombas estão infestadas de pulgas e acabam contaminando todos os ambientes onde vivem, sendo assim é bem provável que as diminutas pulgas tenham conseguido entrar em nosso apartamento e infestado as nossas gatinhas.
Outra explicação para essa infeliz ocorrência é a de que nós mesmos, eu e o meu maridão JH, é que tenhamos trago a praga aqui para a nossa casa. Como? Trazendo os ovos de pulga em nossas roupas e sapatos, simplesmente por andar nas ruas. É só andar pelas ruas de Santos para entender: muitos tutores e cães passeando pelas vias. O lado bom é que é bacana ver que aumentou (e muito) o número de cães com tutores e ver, também, que muita gente está passeando com o seu animal de estimação.
O lado ruim é que, infelizmente, muitos tutores não estão se ligando que precisam prevenir e cuidar mais para que os seus bichinhos não tenham pulgas e carrapatos.
Tentamos de tudo. Remédios para passar no chão, paredes e janelas. Remédios, pipetas, sabonetes e loções diversas para passar e dar banho nas gatas. Nada resolveu. Até aquele caríssimo produto que se passa no pescoço nós tentamos, mas sem nenhum resultado. Foi aí que o meu super maridão começou a pesquisar e descobriu uma solução simples, barata e que se mostrou bastante eficaz no controle do problema: o cravo-da-índia.
Eu já conheço o que o cravo-da-índia pode fazer faz muito tempo, já que usamos muito em Odontologia, mas jamais imaginaria que ele também se mostraria um bom combatente no caso das pulgas. Como já estávamos sem alternativas, resolvemos tentar e ver no que dava. E deu coisa boa! A infestação zerou e apenas ocasionalmente, as meninas pegam alguma coisa.
Vimos várias receitas que rolam na internet, das que usam apenas cravo e álcool, por exemplo, até as que misturam muitos ingredientes. Resolvemos testar a mais simples e paramos nela, já que o resultado foi bom logo de cara. O legal é que, além de controlar o problema das pulgas, outras pragas urbanas também diminuíram muito: formigas e pernilongos. Baratas? Não vimos mais também. A melhor parte foi a dos pernilongos! Imagine morar em uma cidade de praia e não ter tanto pernilongo para atazanar? Maravilha!
A nossa receita, então, ficou assim: usamos álcool 96º, um frasco de vidro (reaproveitei um frasco de geleia de 454 gramas) e um pacote de cravo-da-índia de 20 gramas. Colocamos o cravo no frasco e completamos com o álcool até quase a boca. Deixamos curtir por 5 dias, com o frasco de vidro
fechado. Quanto mais escuro estiver o líquido, mais concentrado estará.
Para usar, é só diluir um pouco dessa solução em água. Eu uso em todos os ambientes da casa. Passo no chão com pano molhado e uso borrifador para as portas e janelas. No caso das nossas gatinhas, passo no pelo delas antes e depois do banho, sempre diluído em água, e reaplico a cada 3 ou 4 dias com uma toalha. Quando acaba a solução, reaproveito o mesmo cravo por mais duas vezes, completando com o álcool da mesma forma. Só após é que jogo fora, lavo o frasco e faço uma nova solução com um pacote de cravo novo.
O cravo-da-índia tem propriedades anti-inflamatórias e bactericidas, além de ser calmante e antisséptico. Largamente usado na culinária do mundo todo, seus benefícios não se restringem apenas à comida e à nossa saúde. Nossa casa fica muito perfumada e mais limpa e nossos pets, sem parasitas e sem coceiras, também ficam mais felizes e mais saudáveis com ajuda desta poderosa florzinha seca.
Abraços,
Lara
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Truques e Tralhas - Dicas Bacanas I
A cozinha é um reino encantado, onde podemos nos divertir à beça, combinando sabores, testando receitas e variando o cardápio, mas... Nem tudo são flores. Muitas vezes, precisamos recorrer aos truques e às tralhas para não deixar a coisa desandar. Portanto, aí vai uma ajudinha para os nossos leitores!
Corte-o pela metade, retire as sementes e, com o dedo, aperte-o contra a tábua até deixá-lo plano. Agora, é só cortar os cubinhos no tamanho desejado e por igual.
Você pode deixar pratos que levam maionese ou creme de leite em sua composição pelo iogurte. Além de ser bem saboroso, diminuirá a quantidade de calorias, sem perder a cremosidade.
Quando bater as claras em neve, pegue um garfo e coloque em pé. Se o biquinho ficar caído, ainda não está bom. O ponto exato de claras firmes é quando ficam em pé.
Marinar o filé de peito de frango é uma boa pedida, pois deixa-o mais saboroso ainda. Para marinar certinho, você deve sempre misturar uma gordura e um ácido. Exemplos: suco de laranja ou limão, vinho ou vinagre, são os ácidos; azeite, leite de coco, óleo de milho ou canola e pasta de amendoim são as gorduras. A mistura mais comum e mais básica é o suco de laranja com o azeite.
Quer variar um pouquinho a calda que você sempre usa para os doces? Experimente a calda de caramelo, que acompanha bem bolos, frutas e sorvetes!
Ingredientes:
- 1 xícara (chá) de açúcar
- ½ xícara (chá) de água
- 200 g de creme de leite de caixinha
Modo de preparo:
Numa panela, junte o açúcar e a água, misturando até dissolver por completo. Não deixe o açúcar grudar nas laterais da panela. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar, sem mexer, por cerca de 10 minutos. Quando ficar com a coloração âmbar, desligue o fogo e junte o creme de leite.
Derrame um pouquinho de leite morno na massa do pão-de-ló ainda quente. Ficará mais fofinho e úmido por mais tempo!
Quer fugir do refrigerante mas manter a refrescância? Abuse da água aromatizada! Em um jarro de água, experimente a combinação de rodelas de laranja, hortelã e canela ou rodelas de dois tipos de limão, alecrim e hortelã, ou ainda fatias de carambola, morango e gotas de limão. Delícias!
Guarde as dicas. São verdadeiros curingas na cozinha!
Abraços,
Lara
- Como cortar o tomate em cubinhos perfeitos.
Corte-o pela metade, retire as sementes e, com o dedo, aperte-o contra a tábua até deixá-lo plano. Agora, é só cortar os cubinhos no tamanho desejado e por igual.
- Substituir a maionese ou creme de leite pelo iogurte.
Você pode deixar pratos que levam maionese ou creme de leite em sua composição pelo iogurte. Além de ser bem saboroso, diminuirá a quantidade de calorias, sem perder a cremosidade.
- Como impedir o molho branco de empelotar.
- Claras em neve no ponto exato.
Quando bater as claras em neve, pegue um garfo e coloque em pé. Se o biquinho ficar caído, ainda não está bom. O ponto exato de claras firmes é quando ficam em pé.
- Peito de frango marinado na medida.
Marinar o filé de peito de frango é uma boa pedida, pois deixa-o mais saboroso ainda. Para marinar certinho, você deve sempre misturar uma gordura e um ácido. Exemplos: suco de laranja ou limão, vinho ou vinagre, são os ácidos; azeite, leite de coco, óleo de milho ou canola e pasta de amendoim são as gorduras. A mistura mais comum e mais básica é o suco de laranja com o azeite.
- Transformar a calda de açúcar em calda de caramelo.
Quer variar um pouquinho a calda que você sempre usa para os doces? Experimente a calda de caramelo, que acompanha bem bolos, frutas e sorvetes!
Ingredientes:
- 1 xícara (chá) de açúcar
- ½ xícara (chá) de água
- 200 g de creme de leite de caixinha
Modo de preparo:
Numa panela, junte o açúcar e a água, misturando até dissolver por completo. Não deixe o açúcar grudar nas laterais da panela. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar, sem mexer, por cerca de 10 minutos. Quando ficar com a coloração âmbar, desligue o fogo e junte o creme de leite.
- Pão-de-ló ainda mais saboroso.
Derrame um pouquinho de leite morno na massa do pão-de-ló ainda quente. Ficará mais fofinho e úmido por mais tempo!
- Água aromatizada.
Quer fugir do refrigerante mas manter a refrescância? Abuse da água aromatizada! Em um jarro de água, experimente a combinação de rodelas de laranja, hortelã e canela ou rodelas de dois tipos de limão, alecrim e hortelã, ou ainda fatias de carambola, morango e gotas de limão. Delícias!
Guarde as dicas. São verdadeiros curingas na cozinha!
Abraços,
Lara
sábado, 9 de novembro de 2013
Numa Folha Qualquer - Os Donos do Mundo
Oi, pessoas supimpas!
Para que servem os animais? A quem eles devem servir? Pelo que sei, eles não vêm com nenhum manual de instruções como algum produto que devemos utilizar a nosso bel prazer. Aliás, acho uma ideia bastante absurda essa de que os animais foram feitos para nos servir.
Esses dias, vi na TV uma jornalistazinha criticando uns ativistas que retiraram uns cães de um laboratório que os utilizavam para fazer suas experiências. Ela achou um absurdo aquilo, pois tais animais serviriam como cobaias para testar cosméticos os quais deixavam ela bonita e bem cuidada, como ela mesma disse. Que direito ela tem de sustentar a vaidade à custa de vidas e sofrimento de animais? Onde está o respeito pelos outros seres?
Por que muitos se acham com mais direitos neste mundo do que os animais? Só porque temos inteligência? Aliás, temos mesmo inteligência? Não é suspeito que o próprio homem se classifique como sendo o mais inteligente? E desde quando ser inteligente é ter obrigatoriamente que dominar outros seres? Não podemos viver em harmonia uns com os outros? Isso é puro egoísmo!
Os seres precisam sobreviver e para isso, muitas vezes, precisam sacrificar outros. Mas isso é questão de sobrevivência. O homem já passou dessa fase faz tempos. Nossa tecnologia já nos permite viver sem termos que sacrificar animais. O problema é que não queremos abrir mão de prazeres antigos e velhas tradições.
Comemos a carne sem nos preocuparmos com seus nutrientes e sim com seu sabor. É uma questão de prazer e não de alimentação e sustento. A ciência já provou que não precisamos nos alimentar de carne, pois já podemos substituir a proteína animal por proteínas vindas de outras fontes. E com isso podemos até ter uma vida mais saudável. Mas quem liga se não são tão saborosas quanto um suculento pedaço de bife, não é mesmo?
Há muitos laboratórios que já implantaram sistemas de testes sem a utilização e sacrifícios de animais para produzirem vacinas, remédios e realizarem estudos na área da saúde. O problema é que tais sistemas custam mais do que aqueles que se utilizam de animais. O lucro diminui ou vem em longo prazo e, como o homem quer o dele e quer agora, não se importa com os outros.
Produtos de beleza, coisas supérfluas, empresas que fabricam tais produtos já deviam deixar de usar animais há tempos para testá-los. Acho um absurdo também a área da moda produzir roupas com pelagem de animais. Mais absurdo ainda é a área de entretenimento que se utiliza de animais, como circos e rodeios. Em minha opinião, rodeio é a pior atração existente no mundo, tão desprezível e nojenta quanto as touradas. Tenho verdadeiro asco a quem apoia tais práticas.
A Idade Média acabou faz tempo, mas muitos ainda se acham o centro do universo. São tão petulantes que acham que Deus fez todas as coisas para eles. É inadmissível para eles que todas as coisas sejam importantes e devam coexistirem harmoniosamente. Sinto muito, seres humanos, mas não somos mesmo o último biscoito do pacote! Cada coisa, por mais insignificante que seja, tem seu papel no universo. E os animais têm tanto direito à vida quanto nós. Os animais não são nossos, a Terra não é nossa! Tudo coexiste, tudo está ligado, tudo é uma coisa só.
Abraços do MM!
Para que servem os animais? A quem eles devem servir? Pelo que sei, eles não vêm com nenhum manual de instruções como algum produto que devemos utilizar a nosso bel prazer. Aliás, acho uma ideia bastante absurda essa de que os animais foram feitos para nos servir.
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| Corbis |
Esses dias, vi na TV uma jornalistazinha criticando uns ativistas que retiraram uns cães de um laboratório que os utilizavam para fazer suas experiências. Ela achou um absurdo aquilo, pois tais animais serviriam como cobaias para testar cosméticos os quais deixavam ela bonita e bem cuidada, como ela mesma disse. Que direito ela tem de sustentar a vaidade à custa de vidas e sofrimento de animais? Onde está o respeito pelos outros seres?
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| Corbis |
Por que muitos se acham com mais direitos neste mundo do que os animais? Só porque temos inteligência? Aliás, temos mesmo inteligência? Não é suspeito que o próprio homem se classifique como sendo o mais inteligente? E desde quando ser inteligente é ter obrigatoriamente que dominar outros seres? Não podemos viver em harmonia uns com os outros? Isso é puro egoísmo!
Os seres precisam sobreviver e para isso, muitas vezes, precisam sacrificar outros. Mas isso é questão de sobrevivência. O homem já passou dessa fase faz tempos. Nossa tecnologia já nos permite viver sem termos que sacrificar animais. O problema é que não queremos abrir mão de prazeres antigos e velhas tradições.
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| Corbis |
Comemos a carne sem nos preocuparmos com seus nutrientes e sim com seu sabor. É uma questão de prazer e não de alimentação e sustento. A ciência já provou que não precisamos nos alimentar de carne, pois já podemos substituir a proteína animal por proteínas vindas de outras fontes. E com isso podemos até ter uma vida mais saudável. Mas quem liga se não são tão saborosas quanto um suculento pedaço de bife, não é mesmo?
Há muitos laboratórios que já implantaram sistemas de testes sem a utilização e sacrifícios de animais para produzirem vacinas, remédios e realizarem estudos na área da saúde. O problema é que tais sistemas custam mais do que aqueles que se utilizam de animais. O lucro diminui ou vem em longo prazo e, como o homem quer o dele e quer agora, não se importa com os outros.
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| Corbis |
Produtos de beleza, coisas supérfluas, empresas que fabricam tais produtos já deviam deixar de usar animais há tempos para testá-los. Acho um absurdo também a área da moda produzir roupas com pelagem de animais. Mais absurdo ainda é a área de entretenimento que se utiliza de animais, como circos e rodeios. Em minha opinião, rodeio é a pior atração existente no mundo, tão desprezível e nojenta quanto as touradas. Tenho verdadeiro asco a quem apoia tais práticas.
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| Corbis |
A Idade Média acabou faz tempo, mas muitos ainda se acham o centro do universo. São tão petulantes que acham que Deus fez todas as coisas para eles. É inadmissível para eles que todas as coisas sejam importantes e devam coexistirem harmoniosamente. Sinto muito, seres humanos, mas não somos mesmo o último biscoito do pacote! Cada coisa, por mais insignificante que seja, tem seu papel no universo. E os animais têm tanto direito à vida quanto nós. Os animais não são nossos, a Terra não é nossa! Tudo coexiste, tudo está ligado, tudo é uma coisa só.
Abraços do MM!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Cozinha de Sal - Surimeshi
Culinária oriental? Eu adoro! Sou fã de carteirinha de um prato chamado Yakimeshi, muito conhecido aqui no Brasil como “arroz colorido”. Tradicionalmente, o yakimeshi é feito com arroz branco, legumes, ovos, cogumelos e carnes ou frutos do mar. Aqui no Brasil, ele já sofreu uma forte variação e, ao invés das carnes e frutos do mar, leva presunto em cubinhos.
A origem é muito discutida. Alguns garantem que ele pertence à cozinha chinesa, outros defendem que é um prato japonês. Brigas à parte, o yakimeshi é para os orientais o que o risoto é para os italianos: indispensável. Entretanto, o próprio nome dá a pista: yakimeshi é uma palavra japonesa que significa "arroz assado" (yaki=assado, meshi=arroz). Já na China, é conhecido como Chao Fan.
Para mim, o mais importante é o sabor que o yakimeshi oferece: é um prato completo, saudável e perfeito, sozinho ou acompanhado de um bom yakisoba ou frango xadrez. Entretanto, por motivos de intolerância gástrica, eu não pude mais degustá-lo com o presunto e fiz uma modificação até mais saudável, usando o kani kama no lugar do presunto em cubos.
Nos últimos dias, houve um viral que se espalhou pelo Facebook como pólvora acesa, onde se dizia que o kani kama era um alimento "mentiroso" por não conter carne de siri como dizia ter. Se as pessoas prestassem mais atenção na embalagem, veriam que lá está escrito, como descrição do kani kama, que o mesmo é um bastonete à base de surimi. Portanto, onde é que as pessoas enxergaram siri?
Surimi é uma massa feita com peixes de carne muito branca, cuja carne é moída e lavada em água doce gelada. Daí, são acrescentados extratos de caranguejo ou lagosta, amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, sal, vinho de arroz, proteína de broto de feijão e glutamato monossódico. Essa massa é moldada em camadas bem finas, que são enroladas até ficarem com o diâmetro de 1,5 cm e a parte externa é tingida com corante alimentício vermelho. Depois de tingidos, são embalados a
vácuo em plástico, cozidos na própria embalagem e cortados em bastonetes de 7,5 cm de comprimento e peso de 17 gramas.
Em japonês, kani significa caranguejo e, como deu nome ao produto, é daí a provável confusão com o siri. Entretanto, era só prestar mais atenção na descrição do produto para saber que não há o siri propriamente dito em sua composição, o que não desmerece em nada o produto, já que o kani kama é um alimento extremamente rico em proteína, participando diretamente na composição de hormonas e enzimas que são fundamentais para a boa saúde do nosso organismo.
Confusões desfeitas, vamos à receita? Eu a batizei de Surimeshi!
Ingredientes:
- 2 xícaras (chá) de arroz cozido com raspas de cenoura e temperado com flocos de cebola/alho/salsinha desidratados
- 1 ovo levemente batido
- milho verde e ervilha a gosto
- salsinha e cebolinha picadas a gosto
- azeite
- kani kama picados
Modo de fazer:
Faça o arroz com as raspas de cenoura e temperos desidratados como de costume e reserve.
Em uma panela grande, aqueça um fio de azeite e coloque o ovo batido, mexendo com o garfo sempre, até virar ovo mexido. Baixe o fogo, acrescente o arroz, o milho verde, a ervilha e o kani, mexendo devagar por dois minutos.
Após, desligue o fogo e acrescente a salsinha e a cebolinha. Sirva a seguir.
Se você preferir, pode usar apenas o arroz branco como base. A cenoura, além de deixar a receita mais gostosa, dá um colorido todo especial ao prato, principalmente pelo contraste com a salsinha e a cebolinha. Ótima pedida para encantar a criançada!
Experimente e se delicie!
Abraços,
Lara
A origem é muito discutida. Alguns garantem que ele pertence à cozinha chinesa, outros defendem que é um prato japonês. Brigas à parte, o yakimeshi é para os orientais o que o risoto é para os italianos: indispensável. Entretanto, o próprio nome dá a pista: yakimeshi é uma palavra japonesa que significa "arroz assado" (yaki=assado, meshi=arroz). Já na China, é conhecido como Chao Fan.
Para mim, o mais importante é o sabor que o yakimeshi oferece: é um prato completo, saudável e perfeito, sozinho ou acompanhado de um bom yakisoba ou frango xadrez. Entretanto, por motivos de intolerância gástrica, eu não pude mais degustá-lo com o presunto e fiz uma modificação até mais saudável, usando o kani kama no lugar do presunto em cubos.
Nos últimos dias, houve um viral que se espalhou pelo Facebook como pólvora acesa, onde se dizia que o kani kama era um alimento "mentiroso" por não conter carne de siri como dizia ter. Se as pessoas prestassem mais atenção na embalagem, veriam que lá está escrito, como descrição do kani kama, que o mesmo é um bastonete à base de surimi. Portanto, onde é que as pessoas enxergaram siri?
Surimi é uma massa feita com peixes de carne muito branca, cuja carne é moída e lavada em água doce gelada. Daí, são acrescentados extratos de caranguejo ou lagosta, amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, sal, vinho de arroz, proteína de broto de feijão e glutamato monossódico. Essa massa é moldada em camadas bem finas, que são enroladas até ficarem com o diâmetro de 1,5 cm e a parte externa é tingida com corante alimentício vermelho. Depois de tingidos, são embalados a
vácuo em plástico, cozidos na própria embalagem e cortados em bastonetes de 7,5 cm de comprimento e peso de 17 gramas.
Em japonês, kani significa caranguejo e, como deu nome ao produto, é daí a provável confusão com o siri. Entretanto, era só prestar mais atenção na descrição do produto para saber que não há o siri propriamente dito em sua composição, o que não desmerece em nada o produto, já que o kani kama é um alimento extremamente rico em proteína, participando diretamente na composição de hormonas e enzimas que são fundamentais para a boa saúde do nosso organismo.
Confusões desfeitas, vamos à receita? Eu a batizei de Surimeshi!
Ingredientes:
- 2 xícaras (chá) de arroz cozido com raspas de cenoura e temperado com flocos de cebola/alho/salsinha desidratados
- 1 ovo levemente batido
- milho verde e ervilha a gosto
- salsinha e cebolinha picadas a gosto
- azeite
- kani kama picados
Modo de fazer:
Faça o arroz com as raspas de cenoura e temperos desidratados como de costume e reserve.
Em uma panela grande, aqueça um fio de azeite e coloque o ovo batido, mexendo com o garfo sempre, até virar ovo mexido. Baixe o fogo, acrescente o arroz, o milho verde, a ervilha e o kani, mexendo devagar por dois minutos.
Após, desligue o fogo e acrescente a salsinha e a cebolinha. Sirva a seguir.
Se você preferir, pode usar apenas o arroz branco como base. A cenoura, além de deixar a receita mais gostosa, dá um colorido todo especial ao prato, principalmente pelo contraste com a salsinha e a cebolinha. Ótima pedida para encantar a criançada!
Experimente e se delicie!
Abraços,
Lara
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Do Museu à Balada - Itinerância SESC da 37ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
O cinema encanta e isso, não há como negar. Provavelmente, o encantamento que produz é um dos motivos para tantas exposições e mostras a respeito do que se produz nos estúdios do mundo todo.
Em São Paulo, capital, aconteceu a já tradicional Mostra Internacional de Cinema. Em sua 37ª edição, foram exibidos, de 18 a 31 de outubro, cerca de 350 títulos dos mais variados países, em mais de 20 espaços, como cinemas, espaços culturais e museus. A seleção feita para a Mostra deste ano trouxe um bom apanhado do que o cinema mundial está produzindo, entre tendências, narrativas, temáticas e estéticas.
Como tudo o que é bom deve ser compartilhado, mais uma vez a Mostra promove, já pelo terceiro ano consecutivo e em parceria com o SESC, a Itinerância SESC da Mostra, levando às cidades de Araraquara, Bauru, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Santos, São Carlos, São José dos Campos e Sorocaba a exibição de onze títulos selecionados entre as obras integrantes da programação do festival. Os filmes serão exibidos nas unidades do SESC destas cidades.
Na cidade de Santos, serão exibidos 31 títulos no período de 5 a 14 de novembro, em três locais: no SESC Santos, no Cine Roxy Pátio Iporanga e no Cinearte Posto 4. Como sempre, o evento é aberto ao público e os ingressos estão à venda nas bilheterias do SESC. Em paralelo, também será exibido o filme Mundo Invisível, projeto em que cineastas renomados apresentam, em onze segmentos, a sua visão sobre a invisibilidade no mundo de hoje, a convite da Mostra.
Oportunidade bacana para quem quer sair da rotina dos chamados "filmes comerciais". Fica a dica!
Para mais informações sobre a programação nas cidades constantes no roteiro, confira aqui: Itinerância SESC da Mostra.
Abraços,
Lara
Em São Paulo, capital, aconteceu a já tradicional Mostra Internacional de Cinema. Em sua 37ª edição, foram exibidos, de 18 a 31 de outubro, cerca de 350 títulos dos mais variados países, em mais de 20 espaços, como cinemas, espaços culturais e museus. A seleção feita para a Mostra deste ano trouxe um bom apanhado do que o cinema mundial está produzindo, entre tendências, narrativas, temáticas e estéticas.
Como tudo o que é bom deve ser compartilhado, mais uma vez a Mostra promove, já pelo terceiro ano consecutivo e em parceria com o SESC, a Itinerância SESC da Mostra, levando às cidades de Araraquara, Bauru, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Santos, São Carlos, São José dos Campos e Sorocaba a exibição de onze títulos selecionados entre as obras integrantes da programação do festival. Os filmes serão exibidos nas unidades do SESC destas cidades.
Na cidade de Santos, serão exibidos 31 títulos no período de 5 a 14 de novembro, em três locais: no SESC Santos, no Cine Roxy Pátio Iporanga e no Cinearte Posto 4. Como sempre, o evento é aberto ao público e os ingressos estão à venda nas bilheterias do SESC. Em paralelo, também será exibido o filme Mundo Invisível, projeto em que cineastas renomados apresentam, em onze segmentos, a sua visão sobre a invisibilidade no mundo de hoje, a convite da Mostra.
Oportunidade bacana para quem quer sair da rotina dos chamados "filmes comerciais". Fica a dica!
Para mais informações sobre a programação nas cidades constantes no roteiro, confira aqui: Itinerância SESC da Mostra.
Abraços,
Lara
Do Museu à Balada - Sushibar Ponta do Farol
Cozinha oriental é coisa séria e, se não for bem executada, é um desastre. Com os pratos da cozinha japonesa, nem se fala. Encontrar bons restaurantes japoneses, que seguem à risca as receitas da tradicional cozinha japonesa, é algo um pouco difícil, hoje em dia.
Como os nossos leitores já sabem, eu e JH somos apreciadores da boa gastronomia. Curtimos as receitas tradicionais e as clássicas, adoramos inventar, renovar e misturar receitas mas, em se tratando de comida japonesa, gostamos muito dos pratos tradicionais.
Foi assim que o JH descobriu o Restaurante Sushibar, em São Luís, MA. Além de o restaurante ter uma imensa variedade em sushis (mais de 40 tipos) diariamente, ainda oferece a clássica cozinha nipônica. Maravilha!
O restaurante possui atendimento mesa-a-mesa ou self service, onde você pode se servir diretamente nos balcões recheados de ótimos sushis e variações. Tudo sempre muito fresquinho e muito bem acondicionado, com o sushiman trabalhando à nossa vista. Para empresas e eventos, há o buffet ainda.
Ambiente bem decorado, amplo e muito bonito, o restaurante também trabalha com sistema delivery, com entrega para toda a cidade. Já existe o sistema de franquias da marca, inclusive.
Quem visitar São Luís, não deve deixar de conhecer. Nós visitamos o Sushibar Ponta do Farol, que fica na Rua dos Guarás, 05, Ponta do Farol, paralelo à Avenida dos Holandeses. Os telefones são: (98) 3268-5555 e 3268-9999.
Quer saber mais? Visite aqui: Restaurante Sushibar.
Abraços,
Lara e JH
Como os nossos leitores já sabem, eu e JH somos apreciadores da boa gastronomia. Curtimos as receitas tradicionais e as clássicas, adoramos inventar, renovar e misturar receitas mas, em se tratando de comida japonesa, gostamos muito dos pratos tradicionais.
Foi assim que o JH descobriu o Restaurante Sushibar, em São Luís, MA. Além de o restaurante ter uma imensa variedade em sushis (mais de 40 tipos) diariamente, ainda oferece a clássica cozinha nipônica. Maravilha!
O restaurante possui atendimento mesa-a-mesa ou self service, onde você pode se servir diretamente nos balcões recheados de ótimos sushis e variações. Tudo sempre muito fresquinho e muito bem acondicionado, com o sushiman trabalhando à nossa vista. Para empresas e eventos, há o buffet ainda.
Ambiente bem decorado, amplo e muito bonito, o restaurante também trabalha com sistema delivery, com entrega para toda a cidade. Já existe o sistema de franquias da marca, inclusive.
Quem visitar São Luís, não deve deixar de conhecer. Nós visitamos o Sushibar Ponta do Farol, que fica na Rua dos Guarás, 05, Ponta do Farol, paralelo à Avenida dos Holandeses. Os telefones são: (98) 3268-5555 e 3268-9999.
Quer saber mais? Visite aqui: Restaurante Sushibar.
Abraços,
Lara e JH
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Daí, Daqui, de Lá e de Cá - Olheiras
Oi, gentE!!
Hoje, vamos falar de um assunto que eu conheço muito bem: olheiras!
Infelizmente, herdei do meu baldi (pai) essas indesejáveis bolsas escuras abaixo dos olhos. Acreditem: muitas vezes, nem corretivo ajuda. Mas por que isso acontece? É apenas hereditário? Tem solução? Vamos descobrir juntos.
As olheiras são formadas pela concentração excessiva de melanina ou vasos sanguíneos. As causas são muitas, isso sem contar que a pele ao redor dos olhos é 20 vezes mais fina que a de outras regiões do corpo.Em muitos casos (como o meu e dos meus irmãos), elas são hereditárias. Quanto mais transparente a pele, mais escuras serão as olheiras.
Algumas causas mais comuns:
a) anemia: sim,você leu certo. Anemia pode causar olheiras. Devido à falta de nutrientes, a pele pode se tornar mais clara, deixando assim os vasinhos mais expostos.
b) idade: devido à perda de colágeno, a pele afina, permitindo assim que se torne visível.
c) cansaço: com a rotina dos dias atuais, dorme-se pouco, estressa-se muito e come-se mal. Resultado: olheiras.
d) alergias, asma, etc: devido ao movimento de pressionar os olhos para coçar, podemos ocasionar olheiras.
e) fumo e bebida em excesso : se você tem olheiras e fuma ou bebe, stop now! Esses hábitos contribuem consideravelmente para o aumento das indesejáveis bolsinhas abaixo dos olhos.
Os tratamentos :
- o uso de cosméticos à base de cafeína, chá verde, ácidos e vitaminas faz de tudo para atenuar as olheiras.
- tratamento a laser: embora não seja barato, apresenta um resultado super positivo. Deve-se tomar muito cuidado com a exposição ao sol, durante o mesmo. Também deve ser acompanhado de cremes e peelings para um efeito mais satisfatório.
As dicas de ouro para amenizar as olheiras:
- use corretivo em um tom bem próximo ao de sua pele.
- faça compressas com pepino ou chá de camomila gelado.
- mude os hábitos alimentares.
- beba mais água.
- evite cigarros e bebidas alcoólicas.
- evite se expor ao sol sem proteção.
- beba sucos de frutas naturais, que ajudam a desintoxicar.
- durma, pelo menos, 8 horas por noite.
- vitamina C ajuda muito, então busque alimentos ricos nesta vitamina preciosa!
- o uso de cremes à base de vitamina K tem um resultado considerável.
- visite sempre um dermatologista.
- seja feliz! Beije na boca, passeie, divirta-se!
Beijos daqui, para vocês daí.
Fabby
Fonte das imagens: Corbis Images
Hoje, vamos falar de um assunto que eu conheço muito bem: olheiras!
Infelizmente, herdei do meu baldi (pai) essas indesejáveis bolsas escuras abaixo dos olhos. Acreditem: muitas vezes, nem corretivo ajuda. Mas por que isso acontece? É apenas hereditário? Tem solução? Vamos descobrir juntos.
As olheiras são formadas pela concentração excessiva de melanina ou vasos sanguíneos. As causas são muitas, isso sem contar que a pele ao redor dos olhos é 20 vezes mais fina que a de outras regiões do corpo.Em muitos casos (como o meu e dos meus irmãos), elas são hereditárias. Quanto mais transparente a pele, mais escuras serão as olheiras.
Algumas causas mais comuns:
a) anemia: sim,você leu certo. Anemia pode causar olheiras. Devido à falta de nutrientes, a pele pode se tornar mais clara, deixando assim os vasinhos mais expostos.
b) idade: devido à perda de colágeno, a pele afina, permitindo assim que se torne visível.
c) cansaço: com a rotina dos dias atuais, dorme-se pouco, estressa-se muito e come-se mal. Resultado: olheiras.
d) alergias, asma, etc: devido ao movimento de pressionar os olhos para coçar, podemos ocasionar olheiras.
e) fumo e bebida em excesso : se você tem olheiras e fuma ou bebe, stop now! Esses hábitos contribuem consideravelmente para o aumento das indesejáveis bolsinhas abaixo dos olhos.
Os tratamentos :
- o uso de cosméticos à base de cafeína, chá verde, ácidos e vitaminas faz de tudo para atenuar as olheiras.
- tratamento a laser: embora não seja barato, apresenta um resultado super positivo. Deve-se tomar muito cuidado com a exposição ao sol, durante o mesmo. Também deve ser acompanhado de cremes e peelings para um efeito mais satisfatório.
As dicas de ouro para amenizar as olheiras:
- use corretivo em um tom bem próximo ao de sua pele.
- faça compressas com pepino ou chá de camomila gelado.
- mude os hábitos alimentares.
- beba mais água.
- evite cigarros e bebidas alcoólicas.
- evite se expor ao sol sem proteção.
- beba sucos de frutas naturais, que ajudam a desintoxicar.
- durma, pelo menos, 8 horas por noite.
- vitamina C ajuda muito, então busque alimentos ricos nesta vitamina preciosa!
- o uso de cremes à base de vitamina K tem um resultado considerável.
- visite sempre um dermatologista.
- seja feliz! Beije na boca, passeie, divirta-se!
Beijos daqui, para vocês daí.
Fabby
Fonte das imagens: Corbis Images
Recriarte - Anel de Papel de Revistas
Oi, Pessoas supimpas!
Depois que vocês aprenderam a fazer os canudinhos mágicos, vamos fazer com eles um anel. Para quem não aprendeu ainda a fazer os canudinhos, vejam aqui como fazer:
Canudinhos Mágicos
É preciso aprender a fazê-los para depois começar a fazer este anel.
Materiais:
- 7 canudinhos de papel
- 1 pincel macio
- 1 base de metal para anel
- 1 tampinha com um pouco de cola branca
- cola de contato
Passos:
1 – Pegue um canudinho e amasse uma das pontas
2 – Enrole a parte amassada e, à medida que for amassando, vá enrolando de forma a fazer uma bobina com o canudinho amassado
3 – Deixe mais ou menos 1 centímetro no final sem amassar
4 – Pegue outro canudinho e passe um pouco de cola numa das pontas
5 – Encaixe a ponta com cola dentro da ponta do canudinho enrolado anteriormente
6 – Continue enrolando com cuidado para os canudinhos não se soltarem um do outro
7 – Repita os passos 3 a 6 com todos os outros canudinhos
8 – Ao final, cole a ponta para formar um círculo com os canudinhos
9 – Cole a base do anel no círculo usando a cola de contato
10 – Firme a base no círculo com um prendedor de roupa até que a cola seque
11 – Depois que a cola secar, utilizando o pincel, dê um banho na parte de papel do anel com uma solução de cola branca misturada com água
12 – Após a secagem da solução, você pode pintar os anéis utilizando tintas variadas.
Vocês podem também passar umas demãos de verniz geral transparente após a pintura, para que o anel fique resistente à água e à luz.
Agora vocês têm em suas mãos uma joia sustentável!
Abraços do MM!
Depois que vocês aprenderam a fazer os canudinhos mágicos, vamos fazer com eles um anel. Para quem não aprendeu ainda a fazer os canudinhos, vejam aqui como fazer:
Canudinhos Mágicos
É preciso aprender a fazê-los para depois começar a fazer este anel.
Materiais:
- 7 canudinhos de papel
- 1 pincel macio
- 1 base de metal para anel
- 1 tampinha com um pouco de cola branca
- cola de contato
Passos:
1 – Pegue um canudinho e amasse uma das pontas
2 – Enrole a parte amassada e, à medida que for amassando, vá enrolando de forma a fazer uma bobina com o canudinho amassado
3 – Deixe mais ou menos 1 centímetro no final sem amassar
4 – Pegue outro canudinho e passe um pouco de cola numa das pontas
5 – Encaixe a ponta com cola dentro da ponta do canudinho enrolado anteriormente
6 – Continue enrolando com cuidado para os canudinhos não se soltarem um do outro
7 – Repita os passos 3 a 6 com todos os outros canudinhos
8 – Ao final, cole a ponta para formar um círculo com os canudinhos
9 – Cole a base do anel no círculo usando a cola de contato
10 – Firme a base no círculo com um prendedor de roupa até que a cola seque
11 – Depois que a cola secar, utilizando o pincel, dê um banho na parte de papel do anel com uma solução de cola branca misturada com água
12 – Após a secagem da solução, você pode pintar os anéis utilizando tintas variadas.
Vocês podem também passar umas demãos de verniz geral transparente após a pintura, para que o anel fique resistente à água e à luz.
Abraços do MM!
De Malas Prontas - São Luís, MA
São Luís é uma cidade de muitos encantos e diversas contradições. Também, pudera: é a única cidade brasileira fundada por franceses, posteriormente invadida pelos holandeses e colonizada por portugueses. Um verdadeiro caldeirão étnico e cultural. Cidade dos mais variados sabores e aromas, é a capital do estado do Maranhão e está localizada na ilha de Upaon-Açu, expressão indígena que significa "ilha grande". Sua fundação data de 8 de setembro de 1612, portanto a história da cidade é
bem longa.
A influência francesa é facilmente identificada em sua arquitetura, principalmente nos grandes casarões que compõem o centro da cidade e o Centro Histórico. São Luís é considerada a "Capital dos Azulejos" e tombada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, com muitos lugares para se visitar e muita cultura para se absorver, como as manifestações culturais do bumba-meu-boi, o tambor de crioula, a dança do coco, o cacuriá e o tambor de mina (religião afro-brasileira), isso sem
contar o forte carnaval de rua, com blocos carnavalescos e bandinhas tradicionais, e as lendas nativas, como a da carruagem de Ana Jansen, senhora que dá nome à uma das lagoas da cidade, a Lagoa da Jansen.
Para se conhecer tudo é preciso ter tempo. Reserve, pelo menos, uma semana em seu calendário para andar pelas ruas, apreciar a culinária local (o arroz de cuxá é imperdível) e visitar as praias, como a Ponta D'Areia e a do Calhau, que têm fácil acesso. Só não vale se estressar com o trânsito e os buracos nas ruas. Infelizmente, há engarrafamentos e as grandes avenidas possuem muitos buracos (muitos mesmo). Atenção na direção é imprescindível, caso você dirija por lá. Eu vi motoristas fazendo coisas no trânsito que até Deus duvida!
Alguns pontos turísticos que devem ser incluídos no seu roteiro são o Teatro Artur Azevedo (o segundo teatro mais antigo do país), o Palácio dos Leões (construído como uma fortificação em homenagem ao rei francês Luís XIII em 1612, daí vem o nome da cidade; é a sede do governo estadual), a Catedral de São Luís do Maranhão (o altar-mor é todo talhado em ouro), o Palácio de La Ravardière (construída em 1689 originalmente como a Casa da Câmara; atual sede da prefeitura municipal), o busto de Daniel de La Touche (Senhor de La Ravardière, é o fundador da cidade), o Museu de Artes Visuais, o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, o Museu Histórico e Artístico do Maranhão (que funciona no Solar Gomes de Souza), o Solar São Luís (é o maior prédio em azulejos do país) e o Museu do Negro (é referência em cultura negra).
Ufa! Respire fundo, faça as malas e visite com tempo. Ah! E inclua roupa de banho na lista pois chuva por lá é raro e o clima é bem quente. Só precisa prestar atenção na variação das marés que sobem e descem, em média, 8 metros. Na maré alta, o mar cobre completamente as faixas de areia, o que dá espaço para aproveitar as diversas barraquinhas espalhadas pelas orlas. Resumo: diversão a qualquer tempo.
Visite a cidade e bom divertimento!
Abraços,
Lara
bem longa.
A influência francesa é facilmente identificada em sua arquitetura, principalmente nos grandes casarões que compõem o centro da cidade e o Centro Histórico. São Luís é considerada a "Capital dos Azulejos" e tombada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, com muitos lugares para se visitar e muita cultura para se absorver, como as manifestações culturais do bumba-meu-boi, o tambor de crioula, a dança do coco, o cacuriá e o tambor de mina (religião afro-brasileira), isso sem
contar o forte carnaval de rua, com blocos carnavalescos e bandinhas tradicionais, e as lendas nativas, como a da carruagem de Ana Jansen, senhora que dá nome à uma das lagoas da cidade, a Lagoa da Jansen.
Para se conhecer tudo é preciso ter tempo. Reserve, pelo menos, uma semana em seu calendário para andar pelas ruas, apreciar a culinária local (o arroz de cuxá é imperdível) e visitar as praias, como a Ponta D'Areia e a do Calhau, que têm fácil acesso. Só não vale se estressar com o trânsito e os buracos nas ruas. Infelizmente, há engarrafamentos e as grandes avenidas possuem muitos buracos (muitos mesmo). Atenção na direção é imprescindível, caso você dirija por lá. Eu vi motoristas fazendo coisas no trânsito que até Deus duvida!
Alguns pontos turísticos que devem ser incluídos no seu roteiro são o Teatro Artur Azevedo (o segundo teatro mais antigo do país), o Palácio dos Leões (construído como uma fortificação em homenagem ao rei francês Luís XIII em 1612, daí vem o nome da cidade; é a sede do governo estadual), a Catedral de São Luís do Maranhão (o altar-mor é todo talhado em ouro), o Palácio de La Ravardière (construída em 1689 originalmente como a Casa da Câmara; atual sede da prefeitura municipal), o busto de Daniel de La Touche (Senhor de La Ravardière, é o fundador da cidade), o Museu de Artes Visuais, o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, o Museu Histórico e Artístico do Maranhão (que funciona no Solar Gomes de Souza), o Solar São Luís (é o maior prédio em azulejos do país) e o Museu do Negro (é referência em cultura negra).
Ufa! Respire fundo, faça as malas e visite com tempo. Ah! E inclua roupa de banho na lista pois chuva por lá é raro e o clima é bem quente. Só precisa prestar atenção na variação das marés que sobem e descem, em média, 8 metros. Na maré alta, o mar cobre completamente as faixas de areia, o que dá espaço para aproveitar as diversas barraquinhas espalhadas pelas orlas. Resumo: diversão a qualquer tempo.
Visite a cidade e bom divertimento!
Abraços,
Lara
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Cozinha de Açúcar - Tortelete de Banana
Oi, gentE!!!
Receitinha diferente no Cozinha de Açúcar? Hummm! Tortellete de banana com canela! Sabe aquela que você compra na panificadora? A própria.
Receita simples e rápida. Você só vai precisar de forminhas de empada, caso queira fazer em tamanho pequeno. Caso contrário, serve uma assadeira normal. Mãos à obra!
Massa:
- 3 e ½ xícaras (chá) farinha de trigo
- 250 gramas de margarina ou manteiga em temperatura ambiente
- 1 ovo inteiro
- 1 xícara (chá )de açúcar
Misture tudo muito bem com as mãos. Reserve.
Recheio:
- 12 bananas cortada em rodelas ou quadradinhos
- 12 colheres (sopa) de açúcar
- 2 colheres (sopa) de canela em pó
- 1 colher (sopa de farinha de trigo
- suco de ½ limão
Misture tudo.
Preparo:
Forre as forminhas ou assadeira com a massa (incluindo laterais). A forma não precisa ser untada. Coloque o recheio. Cubra com tirinhas ou rolinhos da massa. Pincele a massa que cobre com ovos. Leve ao forno por 30 minutos.
Deguste de portas fechadas, porque o cheiro invade todos os lugares!
Beijão daqui, para vocês daí!
Fabby
Receitinha diferente no Cozinha de Açúcar? Hummm! Tortellete de banana com canela! Sabe aquela que você compra na panificadora? A própria.
Receita simples e rápida. Você só vai precisar de forminhas de empada, caso queira fazer em tamanho pequeno. Caso contrário, serve uma assadeira normal. Mãos à obra!
Massa:
- 3 e ½ xícaras (chá) farinha de trigo
- 250 gramas de margarina ou manteiga em temperatura ambiente
- 1 ovo inteiro
- 1 xícara (chá )de açúcar
Misture tudo muito bem com as mãos. Reserve.
Recheio:
- 12 bananas cortada em rodelas ou quadradinhos
- 12 colheres (sopa) de açúcar
- 2 colheres (sopa) de canela em pó
- 1 colher (sopa de farinha de trigo
- suco de ½ limão
Misture tudo.
Preparo:
Forre as forminhas ou assadeira com a massa (incluindo laterais). A forma não precisa ser untada. Coloque o recheio. Cubra com tirinhas ou rolinhos da massa. Pincele a massa que cobre com ovos. Leve ao forno por 30 minutos.
Deguste de portas fechadas, porque o cheiro invade todos os lugares!
Beijão daqui, para vocês daí!
Fabby
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Petlovers - Meus Cães - Parte III
Oi, pessoas supimpas!
Me lembro quando o vi pela primeira vez. Eu estava na janela do meu quarto olhando para a rua. Ele me viu, largou seus companheiros e veio em direção ao meu portão sorrindo e abanando a cauda! Achei engraçado! E foi assim todas as vezes que me via. Uma vez meu irmão chegou em casa dizendo que havia visto um cachorro todo alegre pela rua. Minha mãe também viu. Ele se engraçava com toda a vizinhança e por isso ganhou a simpatia da vizinhança.
A vizinha o batizou de Street. Todos os vizinhos tentaram adotá-lo mas ele gostava mesmo era de ficar na rua. À noite e durante as madrugadas colocava qualquer estranho para correr, fosse cachorro ou gente.
Quando alguém da vizinhança chegava do trabalho ou da escola ele vinha correndo para entrar junto. Várias vezes ele entrou comigo, até quando eu chegava das baladas. O problema é que quando eu já estava no meu sono acordava com ele chorando tentando passar pela grade do portão para voltar à rua. Em todas as vezes ele ficava preso. Era um sufoco tirá-lo de lá. Parecia que não sabia bem o que queria, se era ficar dentro de casa ou na rua.
Os vizinhos se revezavam dando banhos e comida a ele. Uma das vizinhas fez até uma casinha para ele com saída para a rua, assim ele podia sair a hora que quisesse sem acordar ninguém.
Um dia abrimos a porta da sala e ele entrou. Subia no sofá, descia, pulava, corria de um lado para o outro. Parecia bem feliz. Acho que se lembrou de que um dia já teve uma casa.
Uma vez um amigo me viu colocando o Street para dentro de casa e me perguntou se eu não havia pensado que ele poderia trazer alguma doença para nós. Achei um exagero da parte dele, mas depois pensei no caso. Passei a observar o Street, por onde ele andava, com quais cachorros ele ficava. Por mais que fosse bem alimentado e tivesse tomado banho durante as madrugadas ele percorria as ruas da vizinhança com outros cachorros e sabe-se lá por onde ele andava nessas horas. Sabemos que a rua não é um local muito saudável para se viver.
Ele era forte, resistente, acostumado à rua. Sabia se dar bem. Apesar de ser carinhoso com os vizinhos, com os cachorros e gente estranha ele era bem arredio. Várias vezes apareceu machucado por causa de brigas. Não somos tão resistentes como os cachorros de rua, por isso passei a ter mais cuidado ao brincar com ele. Fazia algumas carícias e logo ia lavar as mãos.
Com o tempo ele deixou de ficar tão alegre e alguns acharam estranho. Pensaram que era apenas algum momento ou impressão. Apesar de todos o tratarem bem ninguém chegou a leva-lo a um veterinário para ver se estava realmente bem, até que um dia ficou visível que ele estava doente. Quando chegou ao veterinário, já era tarde. Muito tarde! Havia contraído uma doença causada por um carrapato. Infelizmente Street teve que ser sacrificado.
Gostávamos de sua companhia, mas ninguém imaginou que ele precisava de um pouco mais de cuidados, além de comida e banho. E talvez, por viver nas ruas, precisasse mais do que qualquer outro cachorro que vive dentro de casa. Ouvíamos falar de cachorros que tinham morrido por causa desse parasita, mas jamais imaginamos que iria acontecer com o Street? Justo com o Street? Sim! Principalmente como ele, pois vivia nas ruas, tinha contato com outros cachorros de rua, deitava nas praças, rolava na terra. Enfim, ele tinha tudo para contrair a tal doença.
Animais também precisam de cuidados. Os que vivem nas ruas podem parecer resistentes à princípio, mas estão mais vulneráveis do que aqueles que têm dono. Podem aprender a conseguir comida e abrigo por eles mesmos, mas para tratarem da saúde precisam de nossa ajuda.
Abraços do MM!
Me lembro quando o vi pela primeira vez. Eu estava na janela do meu quarto olhando para a rua. Ele me viu, largou seus companheiros e veio em direção ao meu portão sorrindo e abanando a cauda! Achei engraçado! E foi assim todas as vezes que me via. Uma vez meu irmão chegou em casa dizendo que havia visto um cachorro todo alegre pela rua. Minha mãe também viu. Ele se engraçava com toda a vizinhança e por isso ganhou a simpatia da vizinhança.
A vizinha o batizou de Street. Todos os vizinhos tentaram adotá-lo mas ele gostava mesmo era de ficar na rua. À noite e durante as madrugadas colocava qualquer estranho para correr, fosse cachorro ou gente.
Quando alguém da vizinhança chegava do trabalho ou da escola ele vinha correndo para entrar junto. Várias vezes ele entrou comigo, até quando eu chegava das baladas. O problema é que quando eu já estava no meu sono acordava com ele chorando tentando passar pela grade do portão para voltar à rua. Em todas as vezes ele ficava preso. Era um sufoco tirá-lo de lá. Parecia que não sabia bem o que queria, se era ficar dentro de casa ou na rua.
Os vizinhos se revezavam dando banhos e comida a ele. Uma das vizinhas fez até uma casinha para ele com saída para a rua, assim ele podia sair a hora que quisesse sem acordar ninguém.
Um dia abrimos a porta da sala e ele entrou. Subia no sofá, descia, pulava, corria de um lado para o outro. Parecia bem feliz. Acho que se lembrou de que um dia já teve uma casa.
Uma vez um amigo me viu colocando o Street para dentro de casa e me perguntou se eu não havia pensado que ele poderia trazer alguma doença para nós. Achei um exagero da parte dele, mas depois pensei no caso. Passei a observar o Street, por onde ele andava, com quais cachorros ele ficava. Por mais que fosse bem alimentado e tivesse tomado banho durante as madrugadas ele percorria as ruas da vizinhança com outros cachorros e sabe-se lá por onde ele andava nessas horas. Sabemos que a rua não é um local muito saudável para se viver.
Ele era forte, resistente, acostumado à rua. Sabia se dar bem. Apesar de ser carinhoso com os vizinhos, com os cachorros e gente estranha ele era bem arredio. Várias vezes apareceu machucado por causa de brigas. Não somos tão resistentes como os cachorros de rua, por isso passei a ter mais cuidado ao brincar com ele. Fazia algumas carícias e logo ia lavar as mãos.
Com o tempo ele deixou de ficar tão alegre e alguns acharam estranho. Pensaram que era apenas algum momento ou impressão. Apesar de todos o tratarem bem ninguém chegou a leva-lo a um veterinário para ver se estava realmente bem, até que um dia ficou visível que ele estava doente. Quando chegou ao veterinário, já era tarde. Muito tarde! Havia contraído uma doença causada por um carrapato. Infelizmente Street teve que ser sacrificado.
Gostávamos de sua companhia, mas ninguém imaginou que ele precisava de um pouco mais de cuidados, além de comida e banho. E talvez, por viver nas ruas, precisasse mais do que qualquer outro cachorro que vive dentro de casa. Ouvíamos falar de cachorros que tinham morrido por causa desse parasita, mas jamais imaginamos que iria acontecer com o Street? Justo com o Street? Sim! Principalmente como ele, pois vivia nas ruas, tinha contato com outros cachorros de rua, deitava nas praças, rolava na terra. Enfim, ele tinha tudo para contrair a tal doença.
Animais também precisam de cuidados. Os que vivem nas ruas podem parecer resistentes à princípio, mas estão mais vulneráveis do que aqueles que têm dono. Podem aprender a conseguir comida e abrigo por eles mesmos, mas para tratarem da saúde precisam de nossa ajuda.
Abraços do MM!
Truques e Tralhas - Salvando Alimentos
Oi, GentE!
Truques e Tralhas na cozinha, ajudando a vocês com dicas úteis para o dia a dia.
O arroz queimou? A maionese talhou? Quem nunca passou por isso? Então, resolvemos dar uma ajudinha.
• Como saber se os ovos estão estragados?
Coloque em um copo com água e sal. Se boiar é porque está estragado e se permanecer no fundo, está bom para consumo.
• Conservar abacate.
Abriu o abacate, comeu a metade e tem medo que ele fique escuro? Basta pincelar suco de limão na parte aberta. Isso evita que ele escureça.
• Conservar brócolis, vagem e espinafres verdinhos.
Após cozimento, dê um choque térmico com água bem gelada. A salada fica muito mais vistosa.
• Saber se o peixe está fresco.
O peixe fresco tem os olhos brilhantes, a carne rija e as guelras avermelhadas.
• Banana frita e sequinha.
Gosta de banana frita? Mas às vezes ela fica tão encharcada. A dica: passe na farinha de trigo antes de fritar.
• Frango sequinho.
Para que o frango frito fique sequinho, é só adicionar uma colher de amido de milho no óleo de fritura, quando estiver bem quente.
• Descascar alho I.
Deixe de molho na água por 1 hora. A pele sairá facilmente.
• Descascar alho II.
Coloque os dentes de alho em uma panela com tampa e chacoalhe bem. Você se surpreenderá. Eles estarão descascados. Acredite.
• Como cortar cebola sem chorar.
Basta colocar a tábua de corte ao lado da chama do fogão ligado.
• O arroz queimou no fundo da panela?
Coloque uma fatia de pão branco e feche a panela durante 5 minutos. O pão vai absorver o sabor de queimado e, em seguida, você pode servir o arroz normalmente.
• Como formar gelo rapidamente.
Coloque água fervida nas forminhas no lugar de água com temperatura normal. Isso acelera a formação do gelo.
• Maionese talhada.
Comece todo o processo novamente, colocando uma colher de água quente em uma tigela. Acrescente a maionese às colheradas, batendo bem desde a primeira colher.
Beijão daqui, para vocês daí!
Fabby
Truques e Tralhas na cozinha, ajudando a vocês com dicas úteis para o dia a dia.
O arroz queimou? A maionese talhou? Quem nunca passou por isso? Então, resolvemos dar uma ajudinha.
• Como saber se os ovos estão estragados?
Coloque em um copo com água e sal. Se boiar é porque está estragado e se permanecer no fundo, está bom para consumo.
• Conservar abacate.
Abriu o abacate, comeu a metade e tem medo que ele fique escuro? Basta pincelar suco de limão na parte aberta. Isso evita que ele escureça.
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• Conservar brócolis, vagem e espinafres verdinhos.
Após cozimento, dê um choque térmico com água bem gelada. A salada fica muito mais vistosa.
• Saber se o peixe está fresco.
O peixe fresco tem os olhos brilhantes, a carne rija e as guelras avermelhadas.
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• Banana frita e sequinha.
Gosta de banana frita? Mas às vezes ela fica tão encharcada. A dica: passe na farinha de trigo antes de fritar.
• Frango sequinho.
Para que o frango frito fique sequinho, é só adicionar uma colher de amido de milho no óleo de fritura, quando estiver bem quente.
• Descascar alho I.
Deixe de molho na água por 1 hora. A pele sairá facilmente.
• Descascar alho II.
Coloque os dentes de alho em uma panela com tampa e chacoalhe bem. Você se surpreenderá. Eles estarão descascados. Acredite.
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• Como cortar cebola sem chorar.
Basta colocar a tábua de corte ao lado da chama do fogão ligado.
• O arroz queimou no fundo da panela?
Coloque uma fatia de pão branco e feche a panela durante 5 minutos. O pão vai absorver o sabor de queimado e, em seguida, você pode servir o arroz normalmente.
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• Como formar gelo rapidamente.
Coloque água fervida nas forminhas no lugar de água com temperatura normal. Isso acelera a formação do gelo.
• Maionese talhada.
Comece todo o processo novamente, colocando uma colher de água quente em uma tigela. Acrescente a maionese às colheradas, batendo bem desde a primeira colher.
Beijão daqui, para vocês daí!
Fabby
Numa Folha Qualquer - Regras Inúteis de Conduta Virtual
Oi, pessoas supimpas!
Curtir a própria publicação, dizer “first” ao ser o primeiro a comentar algo ou mudar a foto do perfil para uma de girafa. São coisas comuns que acontecem no Facebook, mas o que eu não entendo é porque coisas como essas deixam muitas pessoas irritadas. Que mal há em curtir o próprio comentário? Quais prejuízos são acarretados ao postar “first”?
Na internet, vemos muitas regrinhas de condutas completamente inúteis. Alguém se irrita com algum comentário alheio, a partir daí cria-se uma regra ditando que tal coisa não poderá mais ser feita e outros passam a seguir cegamente tal regra idiota.
Uma vez eu postei “first” em um compartilhamento. Fui o primeiro a comentar. Logo em seguida, veio uma enxovalhada de comentários me criticando, me xingando, pessoas que não só demonstravam seu descontentamento com o meu “first” como também se demonstravam extremamente irritadas. Ao mesmo tempo, achei aquilo ridículo e engraçado. Depois perguntei para essas pessoas o porquê de tanta irritação, mas nenhuma soube me explicar de fato. Concluí que se irritavam sem qualquer motivo importante. Se irritavam apenas por acharem que deveriam se irritar com aquilo. É a regra que, ao ser desobedecida, deixa o infrator fora do contexto internetês, facebookês ou coisa parecida. É como uma regra de etiqueta que, ao ser quebrada, torna o dito cujo um mal educado sem cultura. No fim, é pura frescura!
Uma simples xarada acabou se tornando um viral. Quando a pessoa erra, tem que colocar a foto de uma girafa em seu perfil por três dias. Achei divertido, mas muitos acharam irritante. O que uma inofensiva girafa pode fazer de mal durante três dias? O engraçado é que vejo coisas mais violentas, como provocações a torcedores rivais, e ninguém diz nada. Isto sim pode levar a uma guerra sangrenta. Eu mesmo parei com essas brincadeiras por conta disso. Muita gente levando a sério. Agora uma girafinha na foto de perfil? Façam-me o favor! Deixem a coitada lá em paz desfrutar do Facebook durante os três dias que ela tem direito!
Outra vez me criticaram por eu curtir o que eu mesmo posto. Por que não posso fazer isso? Afinal de contas, eu gosto do que posto, acho bem legal! Seria ilógico eu não curtir as coisas que faço.
Há muitas coisas na rede com as quais as pessoas deviam se preocupar, porém isso não acontece. É o caso dos erros de português que tem aos montes. Quer coisa mais absurda do que ler que na internet não é preciso escrever corretamente? Analfabetismo funcional agora virou internetês. Já escrevi aqui sobre pessoas que se utilizam desta palavra como desculpa por não saberem ou por não quererem, e nem tentarem escrever corretamente.
Concerteza, seje, menas, hepocrisia, isso sim é irritante. Escrever corretamente é que deveria constar nas regras de conduta da internet, mas, infelizmente, muitos se preocupam mais com o que os outros postam em seus próprios perfis do que tentar se fazer entender se comunicando adequadamente através de nossa língua oficial. Não é preciso ser um Machado de Assis, mas tentem ao menos escrever utilizando a linguagem popular sem esses erros absurdos.
Vou ensinar aqui uma técnica para não se irritarem quando alguém quebrar essas regrinhas de conduta criada pelos usuários do Facebook. É difícil, terão que treinar bastante! Sei que dá menos trabalho se irritar, xingar, causar, mas fazendo um esforço vocês conseguem. Vamos lá, ao verem alguém postando um “first”, curtindo a própria publicação, trocando sua foto de perfil por uma de girafa, uma de infância ou desenho animado, prestem atenção, façam exatamente o seguinte: IGNOREM! Entenderam? Vou explicar mais uma vez para ficar claro: IGNOREM! Sei que é complicado, mas com algum tempo de treino vocês conseguem!
Portanto, pessoas, se preocupem menos com o que cada um posta em seu perfil – e eles têm este direito já que o perfil é deles e eles postam o que quiserem – e sejam felizes.
Abraços do MM!
Curtir a própria publicação, dizer “first” ao ser o primeiro a comentar algo ou mudar a foto do perfil para uma de girafa. São coisas comuns que acontecem no Facebook, mas o que eu não entendo é porque coisas como essas deixam muitas pessoas irritadas. Que mal há em curtir o próprio comentário? Quais prejuízos são acarretados ao postar “first”?
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Na internet, vemos muitas regrinhas de condutas completamente inúteis. Alguém se irrita com algum comentário alheio, a partir daí cria-se uma regra ditando que tal coisa não poderá mais ser feita e outros passam a seguir cegamente tal regra idiota.
Uma vez eu postei “first” em um compartilhamento. Fui o primeiro a comentar. Logo em seguida, veio uma enxovalhada de comentários me criticando, me xingando, pessoas que não só demonstravam seu descontentamento com o meu “first” como também se demonstravam extremamente irritadas. Ao mesmo tempo, achei aquilo ridículo e engraçado. Depois perguntei para essas pessoas o porquê de tanta irritação, mas nenhuma soube me explicar de fato. Concluí que se irritavam sem qualquer motivo importante. Se irritavam apenas por acharem que deveriam se irritar com aquilo. É a regra que, ao ser desobedecida, deixa o infrator fora do contexto internetês, facebookês ou coisa parecida. É como uma regra de etiqueta que, ao ser quebrada, torna o dito cujo um mal educado sem cultura. No fim, é pura frescura!
Uma simples xarada acabou se tornando um viral. Quando a pessoa erra, tem que colocar a foto de uma girafa em seu perfil por três dias. Achei divertido, mas muitos acharam irritante. O que uma inofensiva girafa pode fazer de mal durante três dias? O engraçado é que vejo coisas mais violentas, como provocações a torcedores rivais, e ninguém diz nada. Isto sim pode levar a uma guerra sangrenta. Eu mesmo parei com essas brincadeiras por conta disso. Muita gente levando a sério. Agora uma girafinha na foto de perfil? Façam-me o favor! Deixem a coitada lá em paz desfrutar do Facebook durante os três dias que ela tem direito!
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Outra vez me criticaram por eu curtir o que eu mesmo posto. Por que não posso fazer isso? Afinal de contas, eu gosto do que posto, acho bem legal! Seria ilógico eu não curtir as coisas que faço.
Há muitas coisas na rede com as quais as pessoas deviam se preocupar, porém isso não acontece. É o caso dos erros de português que tem aos montes. Quer coisa mais absurda do que ler que na internet não é preciso escrever corretamente? Analfabetismo funcional agora virou internetês. Já escrevi aqui sobre pessoas que se utilizam desta palavra como desculpa por não saberem ou por não quererem, e nem tentarem escrever corretamente.
Concerteza, seje, menas, hepocrisia, isso sim é irritante. Escrever corretamente é que deveria constar nas regras de conduta da internet, mas, infelizmente, muitos se preocupam mais com o que os outros postam em seus próprios perfis do que tentar se fazer entender se comunicando adequadamente através de nossa língua oficial. Não é preciso ser um Machado de Assis, mas tentem ao menos escrever utilizando a linguagem popular sem esses erros absurdos.
Vou ensinar aqui uma técnica para não se irritarem quando alguém quebrar essas regrinhas de conduta criada pelos usuários do Facebook. É difícil, terão que treinar bastante! Sei que dá menos trabalho se irritar, xingar, causar, mas fazendo um esforço vocês conseguem. Vamos lá, ao verem alguém postando um “first”, curtindo a própria publicação, trocando sua foto de perfil por uma de girafa, uma de infância ou desenho animado, prestem atenção, façam exatamente o seguinte: IGNOREM! Entenderam? Vou explicar mais uma vez para ficar claro: IGNOREM! Sei que é complicado, mas com algum tempo de treino vocês conseguem!
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Portanto, pessoas, se preocupem menos com o que cada um posta em seu perfil – e eles têm este direito já que o perfil é deles e eles postam o que quiserem – e sejam felizes.
Abraços do MM!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Cozinha de Sal - Bife Surpresa Mineira
Eu não sei o porquê, mas todas as vezes que a gente pensa em queijo, logo se lembra dos mineiros. É automático: lembrou do queijo, pensou em Minas Gerais. Impressionante!
Na época em que eu morei em Juiz de Fora, muitas vezes eu levei queijos para presentear e recebi encomendas de parentes, quando visitava a família lá em Bauru, minha terra natal. Além dos queijos, os doces também eram muito requisitados. Aliás, tudo o que os mineiros fazem é muito bom.
Embora eu tenha, atualmente, restrição médica para não abusar do queijo (em virtude de um problema renal que tive), vira e mexe o JH, meu super maridão, inventa receitas que levam um pouco de queijo para matar a minha vontade. A receita de hoje é uma dessas invenções.
Nela, o JH conseguiu encaçapar duas bolas: temos o queijo, que é uma das minhas paixões, e a carne, que é uma das paixões dele. Portanto, esta receita agradará a gregos e troianos, ou será a mineiros e gaúchos? Hehehe!
Vamos à receita!
Ingredientes:
- 2 bifes grandes de coxão mole ou patinho
- 1 sachê de tempero em pó sabor caldo de picanha
- 100 gr de muçarela ou queijo minas (costumamos usar a muçarela)
- ovos e farinha de rosca para empanar
- palitos de dente para prender
- purê de batatas bem molinho (suficiente para cobrir os bifes)
- queijo ralado a gosto
Modo de fazer:
Deixe reservado um purê de batatas bem molinho.
Tempere apenas um dos lados dos bifes. No lado que não foi temperado, dobre ao meio e coloque as fatias de muçarela bem na dobra. A seguir, una as pontas dos bifes e prenda com os palitos de dentes, como se você estivesse fazendo um pastel.
Passe no ovo batido e na farinha de rosca para empanar duas vezes, para deixar uma casquinha bem sequinha e crocante. Frite os bifes e acomode-os em um refratário. Após, cubra os bifes com o purê de batatas e salpique queijo ralado por cima.
Leve ao forno pré-aquecido em 180ºC até dourar um pouco. Está pronto.
É delicioso, fácil e rápido de fazer. Para servir mais pessoas, é só aumentar a receita e se deliciar. Experimente!
Abraços,
Lara, na escrita, e JH, na receita
Na época em que eu morei em Juiz de Fora, muitas vezes eu levei queijos para presentear e recebi encomendas de parentes, quando visitava a família lá em Bauru, minha terra natal. Além dos queijos, os doces também eram muito requisitados. Aliás, tudo o que os mineiros fazem é muito bom.
Embora eu tenha, atualmente, restrição médica para não abusar do queijo (em virtude de um problema renal que tive), vira e mexe o JH, meu super maridão, inventa receitas que levam um pouco de queijo para matar a minha vontade. A receita de hoje é uma dessas invenções.
Nela, o JH conseguiu encaçapar duas bolas: temos o queijo, que é uma das minhas paixões, e a carne, que é uma das paixões dele. Portanto, esta receita agradará a gregos e troianos, ou será a mineiros e gaúchos? Hehehe!
Vamos à receita!
Ingredientes:
- 2 bifes grandes de coxão mole ou patinho
- 1 sachê de tempero em pó sabor caldo de picanha
- 100 gr de muçarela ou queijo minas (costumamos usar a muçarela)
- ovos e farinha de rosca para empanar
- palitos de dente para prender
- purê de batatas bem molinho (suficiente para cobrir os bifes)
- queijo ralado a gosto
Modo de fazer:
Deixe reservado um purê de batatas bem molinho.
Tempere apenas um dos lados dos bifes. No lado que não foi temperado, dobre ao meio e coloque as fatias de muçarela bem na dobra. A seguir, una as pontas dos bifes e prenda com os palitos de dentes, como se você estivesse fazendo um pastel.
Passe no ovo batido e na farinha de rosca para empanar duas vezes, para deixar uma casquinha bem sequinha e crocante. Frite os bifes e acomode-os em um refratário. Após, cubra os bifes com o purê de batatas e salpique queijo ralado por cima.
Leve ao forno pré-aquecido em 180ºC até dourar um pouco. Está pronto.
É delicioso, fácil e rápido de fazer. Para servir mais pessoas, é só aumentar a receita e se deliciar. Experimente!
Abraços,
Lara, na escrita, e JH, na receita
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