sexta-feira, 21 de junho de 2013

Do Museu à Balada - Música: Vinil


Os anos 80 foram marcantes e decisivos para muitas coisas, inclusive para a grande inovação tecnológica que temos hoje em dia. As primeiras interfaces gráficas (XFree86, Windows e MacOS), o compact disc (CD), o walkman, o videocassete, são todos oriundos desta década tão prolífera em boas ideias. Como já vimos em outros textos aqui na Caminhando e Cantando (principalmente, o Synthpop), musicalmente falando, esta década também foi decisiva para uma o surgimento de gêneros musicais, estilos e influências futuras. Pelo conjunto, muito se fala e se falará nos anos 80.



Hoje, nos anos 2010, está se resgatando algo que, após o surgimento do CD, caiu em desuso: o LP, ou long play, também chamado de vinil ou, carinhosamente, de “bolacha” ou "disco". O mercado de vendas e trocas de vinil em São Paulo está extremamente aquecido e muitos têm se voltado à procurá-lo. Por que será, já que a tecnologia do CD é muito mais recente? Vamos tentar entender isso...

O  vinil é um tipo de mídia que foi desenvolvida no final dos anos 40 para reprodução de músicas. É feito de um plástico chamado “vinil1” (derivado do PVC), onde se conseguem registrar informações de áudio em microssulcos ou ranhuras de forma espiralada, interpretadas pela agulha de um aparelho chamado toca-discos. Por se tratar de uma gravação mecânica e analógica, esses sulcos (que são microscópicos), ao serem lidos pela agulha, a fazem vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico amplificado e transformado, por sua vez, em som audível: música.



Como o vinil1 é muito delicado, arranhões e poeira são os seus piores inimigos. O arranhão, por comprometer a leitura dos microssulcos de maneira irreparável, causando falha na audição das músicas; e a poeira, por se tornar abrasiva e, assim, danificar tanto o disco como a agulha do toca-discos. Portanto, os LPs precisavam sempre estar livres de poeira, guardados em seus envelopes de proteção, as “capas”, e na posição vertical.


Pois então, se o vinil é tão sensível, tão antigo, tão analógico, tão delicado, tão trambolho (por causa do tamanho), tão “tantas coisas”, por que está voltando? Por um motivo muito simples: superioridade na qualidade do som, por mais difícil que isso possa parecer.  As gravações digitais “cortam” frequências sonoras mais altas e baixas, causando eliminação de harmônicos, ecos, espacialidade e batidas graves do som, ou seja, tiram a naturalidade do som. Ao ouvir um LP, ouve-se o chiado (grande problema dos vinis), mas consegue-se sentir muito mais a naturalidade dos sons gravados.

A mídia digital eliminou o ruído e foi de grande valia para a fidelidade das gravações. Os sucessores do CD, o DVD-Audio e o SACD, são superiores em qualidade mas tiveram pouca aceitabilidade no mercado devido ao mp3, formato digital independente de mídia e extremamente difundido nos dias de hoje. Mas o mp3 tem um defeito: devido à compactação de dados, perde-se imensamente em qualidade de som.



Para defender ainda a volta dos LPs, os mais entusiastas referem-se aos aspectos expositivo (vinis ocupam mais espaço nas lojas, portanto são mais vistos), à arte em si (várias capas são verdadeiras obras de arte) e ritualístico (só quem já teve o prazer de pegar um LP, desembalá-lo, colocá-lo no toca-discos e ficar ouvindo o som e curtindo a capa, sabe do que estou falando). 

Mais um motivo para defender o vinil? Duração. Ao longo dos anos, a mídia digital se apaga, coisa que não acontece com o LP.


 Por tudo isso, até hoje se fabrica e se comercializa LPs em escalas até consideráveis, seja para comprar, trocar ou colecionar vinis novos e usados. Não se trata de um retrocesso por se preferir uma antiguidade e sim, por se procurar qualidade e fidelização dos sons que se quer ouvir.

Apenas uma curiosidade: a Polysom é a única fábrica de vinis de toda a América Latina. Ficou pronta, após meses de restaurações e reformas, no final de 2009. Mantém-se como única fabricante até hoje, com capacidade para produzir 28 mil LPs e 14 mil compactos por mês.

Saudades dos meus discos..

Abraços,

Lara

Cozinha de Sal - Macarrão Integral ao Curry e Ervilha Orelha-de-Padre

Olá, galerinha!

Em 17/06/2013, tive que preparar o almoço correndo pois My Love iria trabalhar e mamys viria almoçar. Olhei no congelador: nada de feijão cozido. Pensei: boa  pedida para fazer um macarrão com ervilha e postar a receita em nosso blog.

Eu e mamys tivemos uma bactéria no estômago chamada H. pylori  e o médico proibiu massa ou extrato de tomate, mais  todos os alimentos ácidos e que continham conservantes. Tinha que ser tudo natural. Como mamys é hipertensa, aprendemos com um médico o seguinte: tempero para comida é alho, cebola, óleo (com moderação), azeite e ervas. O resto só causa hipertensão e outros males à saúde. Sendo assim, abster-se do tomate foi fácil.

Mas, e aí? Como comer macarrão sem molho, sem tomate?

Como somos fãs de legumes, verduras e frutas, mamys teve a seguinte idéia: fazer um macarrão ao alho e óleo com abobrinha. Depois, ela fez com cenoura, brócolis, espinafre, couve, cenoura e ervilha orelha=de-padre.


Passado o tratamento, fomos liberadas para comer tomate novamente, mas não mais conseguimos comer macarrão ou qualquer outro prato com extrato ou massa de tomate industrializados. Compramos o tomate e fazemos o molho em casa ou então fazemos o macarrão como descrito na receita a seguir. 

Deliciem-se!

Ingredientes:
- 500 gramas de macarrão integral
- aproximadamente 250 gramas de ervilha orelha-de-padre
- azeite (ou óleo)
- 1 cebola
- 2 tomates
- 1 pitada de sal
- tempero baiano (mistura de cominho, coentro em pó, cúrcuma, pimenta do reino branca, pimenta caiena, pimenta malagueta, orégano)
- meia cabeça de alho (mais ou menos; fica a gosto)
- folhas de manjericão 
- curry a gosto

Modo de Fazer:


Em uma panela grande ou média, coloque água em quantidade suficiente para cozinhar o macarrão e acrescente azeite (ou óleo) e sal. Quando levantar fervura, despeje o macarrão integral e fiscalize para que não grude ou passe do ponto. O macarrão integral demora mais para cozinhar do que o macarrão com ovos. Quando estiver “al dente”, escorra o macarrão e reserve.



Na panela em que cozinhou o macarrão coloque azeite, cebola e alho picados para dourar. Acrescente o curry. Quando estiver dourado, coloque a ervilha para cozinhar deixando “al dente” também. 


Misture o macarrão, o tomate, o tempero baiano e o manjericão e sirva.

Rende cerca de 5 porções e é bem leve.

O macarrão integral é rico em carboidratos de baixo índice glicêmico, sendo muito mais saudável por conter farinha não-processada, o que garante que seus componentes naturais (farelo, fibras, vitaminas e minerais) permanecem intactos.  É uma ótima opção quando se trata de promover a saúde e o bem-estar. Sua cor é amarronzada e sua textura é um pouco mais grossa do que o macarrão convencional, o que atribui um sabor diferente, mais glamouroso.

Portanto, não deixe de experimentar!

Bom apetite!

Regiane

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Do Museu à Balada - Trem dos Imigrantes

Que tal um passeio de Maria-Fumaça próximo ao centro de São Paulo?

Sim, isto é possível!

A Associação Brasileira de Preservação Ferroviária - Regional São Paulo (ABPF-SP) mostra uma parte da história das Ferrovias Paulistas. No pátio da Vila Ferroviária da Mooca podemos encontrar uma oficina de restauração de locomotivas, carros, vagões comuns e especiais antigos.

ABPF - SP

É um farto acervo para quem é apaixonado por estradas de ferro. E quem não é apaixonado irá se apaixonar por essas máquinas gigantes que fizeram parte do desenvolvimento de São Paulo. Há locomotivas à vapor e diversos vagões das antigas Companhia Paulista de Estradas de Ferro e São Paulo Railway.

ABPF - SP

O local oferece um passeio de vinte e cinco minutos a bordo de uma Maria-Fumaça, passando pela antiga Hospedaria dos Imigrantes, entre as estações Mooca e Brás, e terminando no pátio da Vila Ferroviária, onde os passageiros podem descer para ver as locomotivas e vagões de perto e até tocá-las. No trajeto um guia, caracterizado como na época usando aquele relógio de bolso e um picotador de bilhetes, conta fatos e curiosidades aos passageiros, relembrando os tempos de ouro da ferrovia. É uma volta no tempo, pois neste passeio nos sentimos como imigrantes daquela época.

ABPF - SP

O Trem dos Imigrantes parte da estação na Rua Visconde de Parnaíba, 1253 (ao lado do Museu do Imigrante), aos sábados, domingos e feriados, das 10h30 às 16h00. Os horários de partida são, em média, a cada uma hora com duração do passeio aproximada em 25 minutos.

ABPF - SP

O valor do passeio no carro de aço, de primeira classe, da década de 1950, com poltronas, é de R$ 10,00. O valor do passeio no carro reservado, do ano de 1928, com poltronas e cadeiras individuais, é de R$ 12,00.

Pelo fato do museu não ser subsidiado pelo governo e mantido por uma entidade não governamental, o passeio não oferece descontos nas passagens.

Vale muito a pena conhecer este lado da cidade, tanto para quem é paulistano quanto para quem é turista.

Veja o vídeo do Trem dos Imigrantes

Para maiores informações visitem o site www.abpfsp.com.br.

Abraços do MM

Do Museu à Balada - Filme: O Nome da Rosa

Estamos no ano de 1327, em um remoto mosteiro beneditino no norte da Itália que continha em sua biblioteca, na época, o maior acervo cristão do mundo. Pouquíssimos monges tinham acesso às obras, algumas delas consideradas relíquias e de valor incalculável. E é na biblioteca que estranhas mortes começam a acontecer: sete monges, mortos em sete dias e sete noites, de maneiras insólitas.


O Historiante

Para lá, está se deslocando William de Baskerville (interpretado por Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), o noviço que o acompanha, para participar de um conclave que decidirá se a Igreja doará ou não parte de suas riquezas, mas a atenção de Baskerville é desviada pelos assassinatos que estão acontecem no mosteiro. Bastante intrigado, ele começa a investigar as mortes, que os monges acreditam serem obras do Demônio. Como ele não partilha da mesma opinião, com a ajuda de Adso ele começa a obter respostas mas não consegue concluir suas investigações, pois chega ao mosteiro Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, que está decidido a encontrar, a qualquer custo, algum suspeito de heresia que tenha cometido esses assassinatos em nome do Diabo. Como Bernardo não gosta dele (Baskerville é ex-inquisidor), ele vê o seu nome ser incluído no topo da lista dos suspeitos “diabolicamente” influenciados. Inicia-se, então, uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente descoberto e solucionado.



Euniverso

O filme “O Nome da Rosa” é baseado em uma adaptação do livro homônimo de Umberto Eco, sua estreia literária feita em 1980. Com linguagem em terceira pessoa, a narrativa do filme é feita pelo noviço Adso, já mais velho, onde ele conta uma “aventura” vivida por ele e por Baskerville, a quem ele considerava como mestre. Baskerville, renascentista e pensador, torna-se o investigador das mortes ocorridas no mosteiro, onde os corpos eram encontrados com a língua e os dedos roxos, procurando respostas racionais para essas mortes. O ponto onde tudo começava: a biblioteca. Depois de muito investigar, Baskerville e Adso descobrem o labirinto da biblioteca, onde encontram uma verdade inquestionável: todos os livros proibidos estão ali e, para que a Igreja não perdesse o controle sobre tudo, o acesso era extremamente restrito para que o saber pagão não ameaçasse a doutrina católica. Dentre os livros, o mais perigoso: o segundo livro da Poética de Aristóteles, filósofo considerado inimigo da fé católica. Assim diz Jorge de Burgos, o velho bibliotecário, acerca do texto de Aristóteles: “a comédia pode fazer com que as pessoas percam o temor a Deus e, portanto, faz desmoronar todo esse mundo” (uma das regras deste mosteiro é que não se podia rir, já que "um monge não pode rir, o riso é para os tolos").

Para punir os curiosos, um dos monges envenena justamente as páginas desse livro de Aristóteles, considerado altamente perigoso e herético. Todos aqueles que molhassem os dedos na língua para folheá-lo, morreriam envenenados como pagamento pela sua curiosidade e busca pelo prazer do conhecimento. É daí que vem o elo entre as mortes: dedos e língua arroxeados.



Filmologia

Considerado como um suspense policial, com trama idêntica às muitas obras anteriormente publicadas, o filme é voltado para a decifração de um enigma como em toda boa história de detetives. Com certeza, Umberto Eco deu ao personagem Wiilian de Baskerville a maior referência possível, em uma clara alusão à obra de Sir Arthur Conan Doyle: “O Cão dos Baskervilles”. Muito se assemelha aos clássicos Sherlock Holmes e Dr. Watson: o método de investigação e a forte dedução lógica. Apesar disso, há a absorção de elementos da filosofia, da política, dos dogmas católicos, da religião em si e de um aspecto inimaginável quando se trata de religião e votos de castidade: o conflito vivido por Adso, ao se apaixonar pela moça acusada de ser o instrumento do Diabo, o fará questionar sua vocação religiosa.

Destaque para uma das melhores atuações de Ron Perlman, como o monge Salvatore. Embora o peso deste personagem, no livro, seja apenas a de ser mais um dos suspeitos, foi a atuação de Perlman que o moldou totalmente, embora tenha sido feito um rico trabalho de maquiagem. A corcunda e o rosto deformado contribuíram, mas sem a loucura e os trejeitos dados por Perlman, talvez Salvatore passasse despercebido por nós.



Adoro Cinema

Romance, policial, histórico, filosófico, suspense. Vários gêneros em um mesmo filme que, mesmo assistindo várias e várias vezes, ainda se consegue perceber um detalhe que escapa. Imperdível, em minha opinião.

Informações Técnicas

- Título no Brasil: O Nome da Rosa
- Título original: Der Name Der Rose
- Países de origem: França / Itália / Alemanha
- Gênero: suspense
- lançamento: 1986
- Direção: Jean-Jacques Annaud

Assistam sempre!

Abraços,

Lara

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cozinha de Açúcar - Caçarola Italiana

Oi, gentE!!

No Cozinha de Açúcar de hoje, vamos fazer uma receita para quem não gosta de perder tempo: caçarola italiana.



É um prato muito antigo, de origem italiana e possui um sabor inconfundível que passa por gerações, sendo muito apreciado por todos que o provam, fora o seu segredo, né? As pessoas que o degustam e não têm o conhecimento de sua receita, acham que ele é feito com leite condensado, pelo sabor e cremosidade que este doce apresenta.

Sendo assim, a caçarola italiana é um tipo de pudim muito saboroso porém mais firme que os tradicionais, muito vendido em padarias inclusive (muitos o conhecem até como “pudim de padaria”). A receita original leva : 5 ovos, 3 xícaras de açúcar, 3 colheres de trigo, 3 copos de leite, 100g de coco ralado, 2 colheres de queijo ralado e baunilha.

É uma ótima opção para quem quer adiantar a sobremesa que será feita para receber aquela visita “inesperada”, que resolveu te avisar às 22 horas que irá almoçar contigo no dia seguinte.

Cozinheiros, prontos para mais uma receita?

Ingredientes:
Para o caramelo:



- 1 copo (daqueles de requeijão) de água
- 1/2 copo (da mesma medida) de açúcar

Para a caçarola:



- 1 lata de leite condensado
- 500 ml de leite
- 5 ovos
- 50 gramas de farinha de trigo
- 100 gramas de açúcar
- 50 gramas de coco ralado

Modo de fazer:
O primeiro passo é caramelizar a forma, então misture bem os ingredientes para fazer o caramelo, levando ao fogo, sem mexer, até que fique com a coloração de chá.



Despeje na forma, caramelizando-a assim. Reserve.



Para fazer a caçarola, no liquidificador, junte a lata de leite condensado, o leite, os ovos, o açúcar, a farinha de trigo e o coco ralado. Bata bem e despeje na forma caramelizada. Leve ao forno em banho-maria por cerca de 40 minutos.




Após, espere esfriar e leve à geladeira.

Prontinho! Agora é só desenformar e se deliciar!




Bom apetite!

Um quarta-feira adocicada para todos, daí.

Fabby

Daí, Daqui, de Lá e de Cá - Maquiagem Verde e Amarelo

Oi, gentE!!!

Com o clima de manifestação no ar, ensinaremos a fazer uma maquiagem com tons de verde e amarelo.



Chega de fazer risquinho com tinta guache, minhas amigas! Isso mesmo, temos que mostrar que somos mulheres estilosas, seja na copa das confederações, em manifestações ou protestando na janela do apartamento! Somos lindas, brasileiras e sabemos nos maquiar!

Peguem seus pincéis, suas sombras e mãos à obra!

No link a seguir, está o vídeo com o passo a passo. Confira!

Vídeo: Maquiagem Verde e Amarelo

Avante, mulheres lindas!

Beijos, daí!

Fabby

terça-feira, 18 de junho de 2013

Recriarte - Sapato de Tricô

Olá, queridos e queridas! Gostaria de compartilhar com vocês um cadim de algo que aconteceu comigo.

Sou professora em uma escola estadual e desde março, sofro com o problema de perda de voz. Estive em vários otorrinolaringologistas e, com um mais “abençoado” que o outro, o problema que era apenas físico passou para psicológico. Estava bem o dia inteiro, mas quando dava o horário de ir trabalhar perdia voz; com isso tirei várias licenças.

Na semana passada, resolvi sair desse quadro de início de depressão. Peguei as agulhas e linhas de mamys, vim até a internet e fiz uma busca por sapato de tricô adulto, pois minha mamys havia comprado uns de uma professora que não leciona mais na escola e eu precisava desses sapatos de tricô.

De posse dos instrumentos e da receita, comecei a tricotar. E não é que deu certo? ...hahaha... Consegui terminar o sapato, que ficará para mim, mas farei outros (na máquina de tricô ou na mão). Minha intenção é ganhar um dinheiro com isso e doar para moradores de rua no frio. Vi um depoimento de uma pessoa cuja mãe fazia os sapatos e doava para asilos. Farei e deixarei sempre na bolsa.




Modo de fazer e materiais

Tamanho 35/36. Montar 87 pontos na agulha de número 5 utilizando uma lã grossa. Fazer 6 cordões de tricô em 12 carreiras. Depois fazer:

13ª carreira - 2 tricô, 38 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 38 meias, 2 tricô;
14ª carreira e todas as carreiras do avesso - em tricô
15ª carreira - 2 tricô, 36 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 36 meias, 2 tricô;
17ª carreira - 2 tricô, 34 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 34 meias, 2 tricô;
19ª carreira - 2 tricô, 32 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 32 meias, 2 tricô;
21ª carreira - 2 tricô, 30 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 30 meias, 2 tricô;
23ª carreira - 2 tricô, 28 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 28 meias, 2 tricô;
25ª carreira - 2 tricô, 26 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 26 meias, 2 tricô;
27ª carreira - 2 tricô, 24 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 24 meias, 2 tricô;
29ª carreira - 2 tricô, 22 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 22 meias, 2 tricô;
31ª carreira - 2 tricô, 20 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 20 meias, 2 tricô;
33ª carreira - 2 tricô, 18 meias, 3 pontos juntos, 1 meia, 3 pontos juntos, 18 meias, 2 tricô.

Fonte: Receita de Tricô

Agora, é fazer o passa fitas. A perna faz com o ponto e comprimento que quiser.

Tente! Faz bem para a cuca e para o coração!

Abraços,

Rezoca

Cozinha de Sal - Batatillas

Guerrilheiro que é guerrilheiro nunca joga comida fora! Ele guarda, congela, empacota, esconde, para usar em uma situação de grande necessidade.

Lembra aquela batatinha que sobrou do lanche ou da porção do boteco, ou aquela ainda que sobrou do almoço que a sua mãe fez? Leve-a para casa! Não a deixe sozinha! O bom guerrilheiro é sem-vergonha!

Deixe-a no fundo do congelador que ela será útil um dia, mas... Se a fome apertar, não espere congelar o que você pode fazer agora!



Preparem suas frigideiras pretas porque vamos fazer Batatillas, as tortillas feitas com batatas fritas!

Ingredientes:
- sobras de batatas fritas
- 3 ou 4 ovos
- caldo de frango em pó
- salsa, cebola e alho desidratados e em flocos
- uma colher (sopa) de margarina
 

Modo de fazer:
Aqueça uma frigideira em fogo baixo e coloque a margarina. Gire a frigideira para espalhar a margarina por toda a superfície e um pouquinho da borda da frigideira. Acomode as batatas fritas e despeje os ovos batidos com os temperos já misturados. Mantenha o fogo baixo e tampe a frigideira.



Deixe fritar por 2 minutos e erga as bordas da batatilla, para que a mistura que ainda está crua por cima, escorra para baixo da batatilla. Frite por mais um minuto e, com o auxílio de outra frigideira, vire a batatilla. Deixe por mais 2 minutos e está pronto.



Dicas:
- encontrou fatias perdidas de muçarela? Acrescente-as!
- coloque a quantidade de ovos suficiente para cobrir a batatilla.
- queijo ralado também vai muito bem!

Bom apetite!

Abraços,

JH

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vivendo Bem - Benefícios da Caminhada

Vida Louca? Totalmente! Ainda mais quando se tem que trabalhar, em média, 10 horas por dia. É nessa nossa “nada mole vida” que hábitos simples, como caminhar, vão ficando cada vez mais difíceis e distantes da nossa rotina. Se soubéssemos realmente o quanto em benefícios uma caminhada de meia hora de duração, três vezes por semana, pode nos trazer, acho que a nossa consciência ficaria pesada...


Justamente pelo alto sedentarismo, a caminhada é considerada a primeira escolha para quem resolveu começar a se exercitar. Há tantos benefícios a serem citados, que vamos nos ater a alguns deles, ok?

Caminhar emagrece pois é um exercício aeróbico. Queima calorias e, associada à uma boa alimentação, ajuda e muito a controlar o peso. Então, anime-se!

Como proporciona aumento da circulação sanguínea, causa melhor condicionamento do sistema cardiovascular, ajudando na diminuição das taxas de colesterol LDL e VLDL, os considerados ruins para o nosso organismo. Esse aumento na circulação também garante melhor ação da insulina em nosso corpo, já que reduz os níveis de glicose.

Também devido ao aumento na circulação sanguínea, a caminhada nos deixa mais alegres, dispostos e ativos, pois garante melhor oxigenação cerebral e, consequentemente, maior liberação de endorfina, conhecida como o “hormônio do prazer”, que promove sensações de bem estar, disposição e maior animação.



Mais benefícios por conta desse aumento na circulação sanguínea? Sim! Ele contribui para controlar a hipertensão e ajuda a diminuir o risco de varizes!

Há que se ter um tempo para meditar, acalmar a nossa mente e esquecer um pouco das tribulações da vida. A caminhada se apresenta como uma pausa perfeita para isso, já que você poderá usar o tempo em que estiver caminhando para pensar em seus projetos e em sua vida.

Por se tratar de um exercício aeróbico, a caminhada melhora a respiração por estimular os pulmões e fortalece os músculos em geral, principalmente os músculos dos membros inferiores, contribuindo, até, para melhora da postura e correção dos vícios posturais, se tornando de extrema importância para quem tem dores na coluna.

Como a maioria dos exercícios físicos, a caminhada pode contribuir para melhorar o sono e, consequentemente, o nosso sistema imunológico. Estar relaxado e com o sono em dia são fatores fundamentais para que a nossa imunidade esteja sempre em alta.



Se animou? Que bom! Então, faça uma avaliação médica antes de começar a caminhar, use roupas leves, confortáveis e claras (calças de ginástica, camisetas, shorts, bermudas e abrigos de moleton para dias mais frios) e calçados adequados, como o tênis. Não se esqueça de usar o filtro solar e, em dias de muito sol, um boné cai muito bem. Ah! E leve sempre uma garrafinha de água para se hidratar!

Boa caminhada!

Abraços,

Lara

sábado, 15 de junho de 2013

Recriarte - Vaso não é Lixeira

                                                             Desentupidora Ligeirinho




Olá!

Faz um bom tempo que a gente ouve a importância de separar e reciclar o lixo, até por conta dos efeitos que cada tipo de resíduo pode causar sobre o meio ambiente. O solo, a água e os seres que dependem diretamente desses elementos (plantas e peixes) são afetados e, ao serem consumidos, podem causar problemas de saúde e serem até mesmo fatais.

Há uma campanha da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE) voltada para o destinação correta dos resíduos e para um cômodo específico da casa: o banheiro. É incrível o que pode ser achado na tubulação de esgotos. A campanha “Vaso não é lixeira” deve ser estendida aos demais estados brasileiros por sua importância para o bem estar da população.


                                fozdobrasil

De papel higiênico usado a óleo de cozinha, parece que as pessoas confundem a real utilidade do vaso sanitário. Sabendo-se que uma parte da população brasileira ainda não possui um sistema de saneamento básico mínimo, só a falta de informação pode explicar o desrespeito que os “privilegiados” promovem com seu lixo, pois é nas grandes metrópoles que percebemos isso. Talvez se as pessoas soubessem o tempo que alguns elementos demoram para se decompor (eu, por exemplo, não sabia de alguns) essa “farra da privada” reduziria muito. Veja o tempo de decomposição de alguns materiais cujo destino NÃO deveria ser o vaso sanitário:

- camisinha: indeterminado
- casca de fruta: 3 meses
- chiclete: 5 anos
- copo plástico: 400 anos
- corda de nylon: 30 anos
- esponja: indeterminado
- filtro de cigarro: 5 anos
- fralda descartável: 600 anos
- isopor: indeterminado
- jornal: 2 a 6 semanas
- palito de fósforo: 6 meses
- papel plastificado: 1 a 5 anos
- papelão para embalagens: cerca de 6 meses
- plásticos para embalagens (exemplos: de camisinha e absorvente): até 450 anos
- saco e sacola plástica: 100 anos



- tecido ou algodão: 100 a 400 anos

Esses detritos têm endereço certo: rios, lençóis freáticos (quando o lixo é lançado na terra de forma inadequada) e finalmente o mar, contaminando tudo onde passa. 

                                                               EsgotonaoeLixeira


Por incrível que pareça, o maior inimigo do encanamento é o óleo de cozinha que as pessoas despejam no vaso sanitário e o resultado é o gasto de milhões de reais na manutenção de tubulações, descontaminação e tratamento da água.

O óleo de cozinha se transforma em adesivo nos canos, agarrando tudo que passa. Depois de certo tempo, os dejetos acumulados entopem o encanamento, estourando o cano ou fazendo com que toda a água e sujeira eliminada pela privada voltem, causando não só transtorno ao dono do banheiro, mas à toda a vizinhança, já que o conserto vai acarretar obras em toda a região afetada. Sem que contar a equação água + óleo de cozinha + tempo é a pior possível! O óleo, com o tempo e o contato com a água, empedra, causando o entupimento da tubulação, contaminação da água e gasto do dinheiro que sai do nosso bolso, já que os consertos são feitos a partir dos impostos que pagamos, dinheiro esse que poderia ser revertido em obras para nosso bem estar.


                             Diário de Iguape

O óleo de cozinha deve ser reutilizado o maior número de vezes possível. Após, deve ser armazenado e entregue nos postos de coleta. No site Revista Crescer encontramos os endereços e telefones dos postos de coleta de óleo usado das principais cidades brasileiras. Assim você preserva o ambiente e dá o destino correto para o óleo que não é utilizado mais sem prejudicar ninguém.

São pequenos gestos que evitam grandes problemas e podem salvar o planeta, seguindo a frase de Madre Teresa de Calcutá: “sei que meu trabalho é uma gota no Oceano, mas sem ele o Oceano seria menor”.


                                 AnaCristina

Bom planeta a todos!

Jacqueline JJ

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Cozinha de Sal - YakiSantos

Hummmm! Só de ver o começo do nome do título, já deu aquela fome? Yakisoba é tudo de bom, não é mesmo? Mas este não é um yakisoba comum, não!  Vamos aprender a fazê-lo?

Yakisoba é um prato originário da cozinha chinesa, mas extremamente difundido no Japão, tanto é que até faz parte de festas tradicionais (matsuris). Significa, literalmente, “macarrão de sobá frito” em japonês, sendo que o sobá é feito com os seguintes ingredientes: macarrão japonês (toshikoshi-sobá), carne de porco (que pode ser substituída por outras carnes como frango e boi), shoyu, saquê-mirin, óleo vegetal, dashi, togarashi, gengibre, sal, cebolinha e cheiro verde, acompanhado de ovo frito mexido e cortado em tiras. Como o sobá é praticamente uma sopa, o yakisoba, pode-se dizer, é um sobá sem o caldo e acrescido de legumes e verduras que podem ser fritos ou não em conjunto com o macarrão.

Conhecido internacionalmente, o yakisoba é consumido em muitos lugares do mundo, desde restaurantes até feiras populares na China e Japão. Tradicionalmente, é preparado grelhando-se numa chapa repolho, cebola, cenoura, couve-flor, pimentões  vermelho, verde e amarelo e outras verduras, mais carne de frango fatiada e temperando-se com shoyu e óleo de soja ou azeite, até acrescentar-se um macarrão do tipo lamén, talharim ou tradicional oriental, deixando-o fritar um pouco em conjunto com as verduras e legumes.

Costuma ser servido em porções individuais e em quantidade para uma refeição completa. A alternativa para os vegetarianos é prepará-lo sem as carnes.

Propomos a você, nosso querido leitor, uma inovação no preparo do yakisoba: que tal misturar atum fresco, shimeji e ravióli? Boa pedida para deliciar-se com o nosso YakiSantos!

Vamos lá?

Ingredientes:
- 150 gr de shimeji
- 400 gr de atum fresco em cubos (pode-se substituir por cação ou salmão frescos)
- 400 gr de ravióli (usamos o sabor 4 queijos)
- shoyu a gosto
- 2 envelopes de caldo em pó de legumes
-1 envelope de tempero em pó para arroz
- cebolinha, pimentão e cebola picados a gosto
- 1 lata de milho/ervilha
- 1 xícara (chá) de molho para yakisoba pronto
- sal a gosto
- meia xícara (chá) de óleo de soja
- cebola desidratada em flocos a gosto


Modo de fazer:
Em uma panela média, em fogo médio, aqueça o óleo de soja e coloque o shimeji, refogando-o. Adicione o shoyu e mexa, refogando por 2 minutos. Acrescente a cebola picada, refogando-a até que fique transparente.

Adicione os cubos de atum e mexa. Em seguida, junte os envelopes de temperos em pó de caldo de legumes e para arroz, mexendo sempre. Tampe e deixe cozinhar por 5 minutos.


Acrescente o molho para yakisoba e a cebola desidratada em flocos, sempre mexendo. Tampe novamente e apague o fogo.


Faça o ravióli conforme as indicações da embalagem, apenas não acrescente o sal na água de cozimento. 


Forre um refratário com o ravióli e cubra com o cozido. Seu YakiSantos está pronto!

Sirva quente e ofereça queijo parmesão ralado para acompanhar.


Bom apetite!

Grande abraço,

JH

Do Museu à Balada - Música: New Wave

Literalmente traduzido como “nova onda”, o  New Wave é um gênero musical que nasceu do rock em meados da década de 70, juntamente com o punk rock. Durante muito tempo, justamente por terem surgido juntos, o termo new wave foi considerado como sinônimo do punk rock e assim foi até se tornar um estilo independente, com  elementos da música eletrônica, música experimental , da disco e do pop dos anos 60.New Wave é um género musical do rock surgido em meados da década de 1970 ao lado do punk rock. O termo new wave era considerado sinônimo do punk rock antes de se tornar um estilo musical independente, que incorporava elementos da música eletrônica, musica experimental, mod e disco, assim como o pop dos anos 60. O New Wave foi tão importante que influenciou e fez nascer o Synthpop, já descrito um pouquinho por nós em um outro Caminhando e Cantando (colocar link do texto), que simplesmente revolucionou toda a década de 80.

                               O Esquema 

Diferenciando-se, então, a música que surgiu com o anarquismos das garagens (Sex Pistols é o grande exemplo) ficou caracterizada como Punk, enquanto a música que tendia para a pura experimentação e era bem mais elaborada, embora raivosa e com atitude sarcástica e tensa (temos como exemplos Elvis Costello,  Talking Heads, Mink DeVille e Blondie), foi batizada como New Wave, oficialmente, pela gravadora Sire Records nos EUA (a gravadora precisava de uma designação nova para comercialização das novas bandas contratadas; como críticos e rádios se referiam ao punk como moda passageira, a gravadora usou este termo para tentar fugir disso).

Sendo assim, o New Wave  possui, como instrumentos típicos, a guitarra elétrica, o baixo, bateria, teclados e sintetizadores, criando, como sub-gêneros, o Electroclash, o Mod Revival, o Dance-Punk, a Darkwave e o New Romantic.  A banda Talking Heads foi a total responsável pela definição do estilo New Wave naquela época, pois rompia a sonoridade do blues suave e do rock’n roll dos anos 60 para a evolução do novo rock nos anos 70. As guitarras tocavam mais rapidamente, com sonoridades mais agitadas e mais rápidas do que o comum. Os teclados começaram a ser recorrentes e a forma de se cantar era mais estridente, bem suburbana.

                                                                       Yahoo Imusica

Alguns anos depois, o New Wave passou a ter um aspecto menos ruidoso e com mais sintetizadores. É daí que vem o surgimento do Synthpop e a explosão do New Romantic e da Darkwave, que derivou um outro movimento chamado post-punk para nomear bandas como Joy Division, The Cure e Siouxsie & The Banshees, bandas mais darks e menos influenciadas pelo new wave, mas com uso de sintetizadores. Embora distintos entre si, New Wave, Punk e Post-Punk dividiram a mesma cena musical e botaram para quebrar a música dos anos 70!

                                  Anos 80

Em meados dos anos 80, a New Wave teve um retrocesso por se tornar generalizada demais e, com o avanço no uso de sintetizadores cada vez maior, começar a ser confundida com bandas de mainstream do pop e do rock (a sonoridade era igual). Em 1991,  houve um revival do new wave com bandas como  Stereolab e Saint Etienne, que misturavam a new wave com o pop kistschy dos anos 60. Revistas  inglesas tentaram criar o New Wave of New Wave,  puxado por bandas como Elastica e Smash, redundando em fracasso pelo ofuscamento causado pelo Britpop. Os anos 90 também viram o surgimento de bandas influenciadas pelas batidas pesadas e sintetizadas do new wave, como No Doubt, Six Finger Satellite e Brainiac, e várias nuances da eurodisco e da trance music. Durante aquela década a batida pesada e sintetizada dos movimentos ingleses e europeus de New Wave influenciaram várias encarnações da eurodisco e da trance music. Já nos anos 2000, muitas bandas se inspiraram no new wave e pós-punk: The Strokes, Interpol, Placebo, Franz Ferdinand, The Killers, Gwen Stefani ( do No Doubt), The Sounds. Mesmo com o termo em desuso, o New Wave ainda mostra a sua poderosa influência até hoje nos redutos musicais.

                               Mercado Livre

No Brasil, o New Wave coincidiu com o surgimento do rock nacional, que foi fundamental para alicerçar as bases do atual rock brasileiro. Nosso cenário político tinha o movimento Diretas Já e acabava-se o regime militar, então bandas e músicos fervilhavam de idéias e até podiam importar modas e características estrangeiras mas, aos poucos começaram a sedimentar uma estrutura musical que ditou os fundamentos musicais do rock-Brasil. Não se pode falar de rock nacional sem se falar da Geração 80.

Inspiradas no New Wave, no Punk ou na confusão entre estes, aí vai uma lista dos nossos valentes representantes nacionais:

- Ritchie: Pelo Interfone, Menina Veneno.

- Titãs do Iê-iê-iê (isso mesmo: são os Titãs de hoje): Sonífera Ilha, Cabeça Dinossauro.

- Kid Abelha e os Abóboras Selvagens: Como Eu Quero, Educação Sentimental.

- Fausto Fawcett  e os Robôs Efêmeros: Kátia Flávia, Drops de Istambul.

- Blitz: Você Não Soube Me Amar, Betty Frígida, A Dois Passos do Paraíso.

- Metrô: Sândalo de Dândi, Tudo Pode Mudar, Johnny Love.

- Ira!: Envelheço na Cidade, Pobre Paulista, Gritos na Multidão.

- Paralamas do Sucesso: Óculos, Romance Ideal, Meu Erro.

- Neusinha Brizola: Mintchura, Pra Não Dizer Que Nunca Te Dei Nada.
                        Vídeo Neusinha Brizola

- Lobão e os Ronaldos: Me Chama, Ronaldo Foi Para a Guerra. 

- RPM: Olhar 43, Alvorada Voraz.

- Plebe Rude: Até Quando Esperar, Brasília, Proteção.

- Rádio Táxi: Garota Dourada, Um Amor de Verão, Eva.

- Dr. Silvana & Cia: Serão Extra, Taca a Mãe Pra Ver se Quica.

- João Penca & Seus Miquinhos Amestrados: Lágrimas de Crocodilo; Sol, Som, Surf, Sal.

- Léo Jaime: As Sete Vampiras, A Vida Não Presta, Solange.

- Ultraje a Rigor: Ciúme, Inútil, Eu Me Amo.

- Gang 90 e as Absurdettes: Perdidos na Selva, Nosso Louco Amor.

- Tokyo: Humanos, Garota de Berlim.

Viaje com a música e bom divertimento!

Abraços, 

Lara