terça-feira, 23 de julho de 2013

Cozinha de Sal - Cremilho

De repente, você achou aquele filé pronto e congelado no seu congelador, esquecido lá por meses. Boa pedida! Mas... Só filé e arroz? Está muito fraquinho, heim?


Que tal fazer um creme simples, fácil e muito rápido? Apresentamos o Cremilho, um creme à base de milho verde que fica pronto mais rapidamente do que aquele macarrão instantâneo que você já está cansado de fazer, apesar de ter que se usar o liquidificador.

Além de muito saboroso, é bem prático e pode até impressionar quem vier para almoçar de surpresa. Vamos lá?

Ingredientes:
- 1 lata de milho verde
- 1 sachê de tempero em pó sabor frango ou galinha
- 1 colher (sobremesa) de amido de milho
- cebola desidratada a gosto
- salsa/cebolinha/alho desidratados em pó a gosto
- 1 colher (sopa) de margarina
- 2 xícaras (chá) de leite


Modo de fazer:
Lave e escorra o milho verde. Separe 1 colher (sopa) do milho verde em uma panela. Acrescente a margarina e reserve.


No liquidificador, bata o restante dos ingredientes por 40 segundos e reserve.

Usando fogo médio, derreta a margarina e vá acrescentando o batido no liquidificador aos poucos. Mexa sempre até engrossar, o que levará uns 3 minutos. Está pronto.


Tempo total de preparo: nem 5 minutos.

A consistência é mais líquida, mas se você quiser um creme mais encorpado, deixe apurar mais tempo no fogo.

Acompanha bem aquele filé de frango à milanesa, peixe ou um bife bem passado de alcatra.

Experimente! Bom apetite!

Abraços,

JH

Recriarte - Papietagem

Olá, pessoas supimpas!

A papietagem, o papier colle (do francês: papel colado) é uma antiga técnica desenvolvida pelo pintor cubista Georges Braque. Com esta técnica podemos reproduzir qualquer objeto sólido. É muito utilizada em cenografia e artesanato como máscaras teatrais, vasos, cachepôs, bonecos, brinquedos, fruteiras, etc. É também usada combinando outras técnicas como o papel machê.




A técnica consiste em sobrepor várias camadas de folhas de papel de modo que fique uma superfície bem resistente.

Eu gosto de fazer cachepôs de vários tamanhos. Como base uso um balão de festas cheio, sobre o qual vou colando tiras de papel jornal cobrindo todo o balão, deixando somente a parte do nó sem cobrir. Dependendo do tamanho do balão preencho com três a cinco camadas de tiras de jornal. As tiras são molhadas em uma solução misturada com cola e água que, quando secam após serem coladas ao balão, ficam como se estivessem engomadas.




Após a colagem de todas as camadas o balão é furado e retirado deixando somente a papietagem na forma ovalada. Esta é a base que uso para fazer vasos e cachepôs. A partir daí trabalho em cima desta forma compondo a peça pintando, cobrindo com papéis coloridos ou pedaços de coadores de papel usados, cubro com massa corrida, ou aplico qualquer outra coisa para dar um acabamento.

Prefiro usar papel jornal e papel craft por absorverem melhor a água. Não é aconselhado utilizar papeis de revistas com vernizes que impedem a absorção da água.




Quem se interessar em conhecer melhor esta técnica, fique de olho na programação do ateliê Espace Lepage.

Abraços do MM.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Vivendo Bem - Dança de Salão

Mais do que nunca, os médicos recomendam as atividades físicas para a conquista e manutenção da saúde do corpo e da mente, quando se vê o aumento alarmante do sedentarismo entre as pessoas, principalmente aquelas que moram em grandes centros urbanos. Muitos se cansam só de pensar em frequentar uma academia, outros são totalmente avessos à elas, então como se exercitar com prazer, sem ter a rotina massacrante de uma academia?


É simples: dance! A dança é uma excelente atividade física, além de permitir uma queima calórica de até 700 calorias em uma hora de atividade, dependendo do ritmo escolhido.

Dançar em salões traz inúmeros benefícios:
- auxilia na mudança de comportamento, deixando as pessoas menos tímidas, mais confiantes e com mais vontade de encarar a vida.


- dá equilíbrio emocional, fator decisivo para emagrecer e manter o peso, na conquista de um corpo mais saudável.

- aumenta a freqüência cardíaca e estimula a circulação do sangue.


- melhora a capacidade respiratória.

- por ser uma atividade social em sua essência, promove interação entre as pessoas, troca de experiências, estimula o diálogo, aumenta a motivação para a vida e promove a sensação de bem-estar.

- estimula a concentração e aumenta a percepção corporal rítmica.

- diminui a solidão, proporciona prazer e alivia as tensões do dia-a-dia.

Não pense que a dança de salão é "coisa de velho" e que alguns ritmos ensinados são "caretas". Quando se começa a frequentar os salões de dança, esses conceitos se desconstroem e todo mundo acaba adorando dançar e participar, mesmo aqueles que acham que não têm jeito para a coisa.


Mesmo que no começo pareça difícil, com o treino e alguns meses de curso, até o mais desajeitado já fará bonito. Como em muitas coisas na nossa vida, a dança de salão é questão de prática e dedicação, isso sem contar que está na moda, né?

Portanto, se a dança de salão é uma ótima alternativa às academias, queima calorias, diverte e permite conhecer um monte de gente, você está esperando o quê para se matricular? Experimente! Não há contra-indicação!

Bom divertimento!

Abraços,

Lara

Cozinha de Sal - Feijão, Seus Tipos e Indicações

Qual é o brasileiro que não gosta de um feijãozinho bem temperado e preparado na hora? Item imprescindível na mesa brasileira, o feijão é um dos alimentos mais antigos de quem se tem notícia, além de ser muito saboroso.


É uma semente com alto valor nutritivo, rico em proteínas, vegetais e sais minerais, principalmente ferro, potássio, fósforo e cálcio. Possui alto valor calórico (100 gramas de feijão têm 330 calorias), boa quantidade de fibras (100 gramas equivalem a 19 gramas de fibras, em média) e pode ser produzido durante todo o ano.

No Brasil, é muito consumido em conjunto com o arroz e para se fazer a feijoada e as variedades mais encontradas são o carioca, o preto, o jalo, o branco, o rosado, o fradinho, o bolinha e o feijão-de-corda.


Apesar de estar muito presente em nossa mesa, a maioria das pessoas ainda não sabe como escolher o feijão e qual o tipo mais indicado para o prato que se vai fazer. Sendo assim, preparamos algumas dicas valiosas!

Na hora de comprar:
- verifique se o feijão está com casca brilhante, homogênea e sem rachaduras.

- prazo de validade: não deve passar de 6 meses. Quanto mais fresco estiver, mais rápido será o seu cozimento.

- grupo: define se é comum (foi cultivado em todo o território nacional) ou se é caupi (cultivado no Nordeste).

- tipo: quantifica os defeitos e impurezas. Vai do 1 (o melhor) ao 3.

- classe: pode ser Branco (cultivares de grãos de tegumento branco), Preto (cultivares de grãos de tegumento preto, principalmente cultivados no Rio Grande do Sul e Santa Catarina), Cores (cultivares de grãos com tegumento com cores diferentes das classes Branco e Preto) e Misturado (resultado da mistura de cultivares que não atende às especificações de nenhuma das classes anteriores).


As variedades e suas indicações:
- azuki: com sabor levemente adocicado, é indicado para pratos da cozinha japonesa.

- bolinha: como o seu formato é mais arredondado, é indicado para saladas e sopas.

- branco: de cor bem clara, é o ingrediente principal do cassoulet, um prato francês.

- carioca: preferência nacional, sendo o mais consumido no dia-a-dia. Perfeito se combinado ao arroz branco.

- fradinho: de aspectos miúdo e claro, é o grão que dá consistência ao acarajé baiano. Fica muito bom em farofas.

- jalo: bege e graúdo, combina muito com sopas e saladas, se quiser grãos maiores.

- moyashi: de consistência leve, é ótimo para omeletes, sopas e saladas frias.

- preto:  também é preferência nacional (muito consumido no dia-a-dia) e é a base da feijoada.

- rajado: como é bem graúdo, é excelente pedida para sopas, caldos de carne, com carne de porco ou saladas de folhas.

- verde: é também conhecido como feijão-de-corda. Pode ser consumido fresco ou seco, refogado na manteiga de garrafa e em farofas.

- vermelho: de cor intensa, faz combinação perfeita com carne-seca ou baião-de-dois.

Boas compras!

Abraços,

Lara

domingo, 21 de julho de 2013

Numa Folha Qualquer - Sonolência



Olá, pessoas supimpas!

Não tem coisa mais chata do que sono na hora errada, não é mesmo? Acredito que todo mundo já cochilou, pelo menos uma vez na vida, em algum local e momento inapropriados.

Depois de almoçar aquela feijoada ou uma lasanha você volta para o trabalho, constata que o serviço está adiantado e não há nada para se fazer naquele momento. O que você faz? Dorme. Mas não porque você quer, e sim porque o sono vem. Está além da sua vontade. É inevitável e acontece sem que você perceba. Só vai se dar conta quando acordar com as gargalhadas dos colegas olhando para sua cara de “Onde estou? Quem sou eu?” e aquela lagoa de baba em sua mesa.


Já pagou este mico? Já usou o teclado de travesseiro?

Enquanto os amigos apenas riem, tudo bem. O ruim mesmo é quando eles não riem. E se você achar que ninguém viu você dormir, tome cuidado. Eles viram e estão tramando algo. Ou melhor, já tramaram e estão apenas esperando você pagar o mico maior. E isto é pior do que se eles estivessem rindo da sua cara. O que será que eles fizeram?  Papéis de recado colado em suas costas, clipes dentro do seu guarda-chuva, casca de banana em sua gaveta, cadarços desamarrados, gelo dentro da calça escorrendo pela bunda (este é para quem tem sono muito pesado mesmo), enfim, tudo pode acontecer. E se acontecer você vai virar notícia por, pelo menos, um mês e depois sendo lembrado uma vez a cada dois meses durante uns dez anos.


E no ônibus? Aquele trânsito que não sai do lugar é um bom motivo para tirar um cochilo. Mas pode apostar que é só você dormir que o trânsito começa a fluir e quando você acordar já passou uns cinco pontos do local onde você iria descer.  Até aí, passar do ponto é problema só de quem dorme. O ruim é quando o dormente começa a cair por cima do passageiro ao lado e babando. Mas pior mesmo é quando não tem passageiro ao lado e o dormente cai no corredor do ônibus. Quer mico maior do que esse?

Tem horas que o sono é tanto que podemos dormir até no meio de uma conversa. Ainda mais se quem estiver conversando vier com papo furado, como aquela coisa de contar pela terceira vez o que o dito cujo e a família fizeram no sítio no feriado passado. Se você estiver com sono, por mais que queira demonstrar interesse pelo assunto, não tem jeito mesmo, pois, certamente, você irá dormir. Tem pessoas que quando conversam parecem estar cantando uma canção de ninar. Até quem não está com sono é capaz de dormir com as conversas deste tipo de gente.


Eu só não entendo porque muita gente se incomoda quando alguém dorme em situações como estas. Reprimem a pessoa, apontam o dedo, como se ela estivesse cometendo algum crime. Eu mesmo estou escrevendo este texto porque estou no trabalho sem nada para se fazer e com o maior sono.

Mas qual o problema em dormir? Todo mundo dorme! É uma necessidade biológica. Quem devia ser recriminado são as pessoas que nos acordam. É como interromper um orgasmo múltiplo, pois dormir é um prazer indescritível!

E como dizem os sábios: “Quem cedo madruga fica mais tempo fazendo nada na vida.”

Bom, agora vou dar aquela dormida!

Abraços do MM.

Recriarte - Reutilização de Paletes

Uma das coisas que foram criadas para uma função mas que pode ser transformada e usada de diversas formas é o palete. Aquele conjunto de ripas de madeira que usam para empilhar coisas. Já vi muita coisa que fazem para reaproveita-lo. A maioria delas é móvel para casa. E ficam lindos. E nem precisa modifica-los muito.


Logismarket

Vejam esta mesa de centro, com tampo de vidro. Serviu também como um porta revistas. Bastou apenas colocar o vidro e quatro pés.



Decoração Smup

Aqui o palete foi usado como uma cadeira de praia. Bastaram apenas alguns ajustes e pintura. E também uma mesa de centro, pintada e, no lugar de pés, foi usado rodinhas.



Hypeness

Nesta foto temos o palete sendo utilizado de várias formas num só ambiente. Poltronas, mesinhas compondo com o aproveitamento de caixotes de madeira transformados em vasos.



Costume e Eventos

Uma pequena casa feita com reaproveitamento de paletes.



Tendere

Uma sala de cinema onde as poltronas foram feitas com paletes.



Blog da Reforma

Dando asas à imaginação a criatividade vai longe. Podemos fazer camas, luminárias, pisos, painéis, biombos, escadas, etc. Combinando com outros materiais recicláveis e reutilizáveis podemos criar ambientes que vão do rústico ao chique. E tudo isso com um custo bem baixo contribuindo com a natureza.

Abraços do MM.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Vivendo Bem - Educação Musical na Infância


Música... Tão necessária e tão importante em nossas vidas, a música é como algo de que já não temos mais a percepção, mas sem o qual não conseguimos viver. Em todos os cantos de nossas vidas, existe a música: para lembrar, para se alegrar, para chorar, para aprender. Sem ela, seríamos seres incapazes de compreender melhor o mundo e, por isso, o "aprender música" se torna ainda mais importante, principalmente na educação e formação das nossas crianças.

Aos 9 anos, eu pedi à minha mãe para estudar piano clássico. A princípio, ela se assustou com o tempo em que eu levaria para concluir o estudo do piano clássico (na época, seriam 9 anos até "tirar o conservatório", que seria me formar em piano), mas topou a empreitada junto comigo. Mesmo sem ter um piano para treinar em casa, eu me esforcei. Treinava os dedilhados na beira da mesa da cozinha, marcava horários de estudo e ficava lá, desenvolvendo as minhas habilidades por horas a fio.
Cheguei a concluir o oitavo ano e parei por aí, não por não gostar mais, mas por não ter mais tempo para o curso, já que tinha entrado na faculdade e não dispunha mais de tantas horas para estudar as lições.

Fiz parte, inclusive, por dois anos seguidos, da fanfarra da minha escola como pratista principal. Ganhamos até um concurso estadual de fanfarras, na época. Foi muito divertido!


Hoje, percebo que tudo isso foi fundamental para a construção da minha identidade, já que a educação musical, se feita precocemente, estimula várias áreas do nosso cérebro e desenvolve outras várias habilidades nas crianças.


Autodisciplina, paciência, percepção aguçada, desenvolvimento do raciocínio e coordenação motora, melhora da concentração e da memória, exercício da persistência, além de ensinar a humanização, o respeito e a sensibilidade. A educação musical na infância permite tudo isso e muito mais, como o desenvolvimento do pensamento lógico e analítico, itens que influirão positivamente em vários setores da vida dessas crianças, além do ensino do trabalho em equipe (duetos, audições, orquestras, bandas).


A educação musical na infância traz maior facilidade para se entender outras áreas do conhecimento, fazendo com que as crianças tenham menos dificuldades com as matéria na escola, além de fornecer bases para uma estrutura emocional e psicológica mais saudável e sólida.

Já dizia Platão: "A música é o instrumento educacional mais potente do que qualquer outro."

Saudades do meu piano...

Abraços,

Lara

Cozinha de Sal - Yakisoba de Frango

Oi, gentE!

Xing ling ling, ling lin, xing lin, xing lin... É o sonzinho de música chinesa!

Vamos fazer yakisoba?


O JH, nosso amigo aqui do blog, já fez uma criação tomando o yakisoba como base (veja em Cozinha Glamourosa - YakiSantos) e nos forneceu vários dados sobre o que é o yakisoba, além de curiosidades sobre este prato.

De qualquer forma, só preciso reforçar o alerta: se você tem problemas de hipertensão, por favor tome cuidado com o shoyu. Procure usar uma versão light ou, principalmente, reduza a quantidade usada.

Você pode fazer com dois tipos de carne: frango e carne vermelha.Na receita de hoje, vamos fazer com frango apenas, o que não deixará a receita menos saborosa.

Vamos lá?


Ingredientes:
- 1 pacote de macarrão para yakisoba (400 g) cozido e escorrido conforme descrito na embalagem
- 500g de filé de peito de frango cortado em cubinhos
- 1 cebola cortada em pétalas
- 1 pimentão vermelho cortado em cubos
- 1 pimentão amarelo cortado em cubos
- 1 pimentão verde cortado em cubos
- 1 cenoura pré-cozida cortada em rodelas al dente
- 1 maço de brócolis pré-cozido separado em pequenos buquês al dente também
- 1 maço de acelga picado
- 1 tablete de caldo de galinha dissolvido em 1 xícara (chá) de água quente
- 1 colher (sopa) de amido de milho ou farinha de trigo dissolvidos em 1/4 de xícara (chá) de água
- molho shoyu a gosto
- glutamato monossódico a gosto
- óleo de gergelim (opcional)
- azeite


Modo de fazer:
Tempere o frango com 3 colheres (sopa) de shoyu e 1 colher (sopa) de farinha de trigo. Deixe descansar na geladeira por uns 15 minutos.


Aqueça a panela, coloque um pouco de azeite e óleo de gergelim (ou óleo de cozinha) e frite o frango até dourar. Retire e reserve.


Na mesma panela, frite a cebola até ficar transparente e acrescente os outros legumes  e verduras, um a um. Por último, coloque a acelga e o caldo de galinha, tampe e deixe a acelga murchar.

Tempere a gosto com shoyu e glutamato monossódico (ou sal). Acrescente então o amido de milho dissolvido na água e deixe o molho engrossar.


Adicione o frango reservado e, por último, o macarrão cozido.

Envolva bem o macarrão, misturando bastante. Está pronto para servir.

Rende, em média, 6 porções.

Bom apetite a todos, daí.

Fabby

Do Museu à Balada - Filme: O Senhor dos Anéis

Uma das maiores proezas cinematográficas foi transformar a obra literária O Senhor dos Anéis em filme. Os que leram os livros sabem da dificuldade em adaptá-la para as telas. Os livros de John Ronald Reuel Tolkien jamais tiveram a pretensão de serem roteiros para filmes. Tolkien gostava de literatura. Era um linguista. Criou idiomas e um mundo para desenvolvê-los. No mundo de Arda existe um continente chamado Terra-Média. E é lá que se passa a mais famosa de suas estórias transformada em filme pelo diretor Peter Jackson.



A estória da Terra-Média e grande, complicada e controversa. Tolkien queria criar uma mitologia própria para a Inglaterra, e assim criou um mundo com homens, elfos, orcs, anões, hobbits e uma infinidade de criaturas fantásticas. O Senhor dos Anéis é apenas o final da estória onde os seres fantásticos começam a deixar a terra para os homens.

Rodado na Nova Zelândia, Peter Jacson criou a Weta Digital, uma estação gráfica própria para fazer os efeitos especiais do filme. A trilha sonora ficou a cargo de Howard Shore, acompanhada por músicos como Enya, com a música May It Be, e Annie Lennox, com Into The West.

Para Tolkien o mundo de Arda era o fator principal. Na estória, um artefato há muito esquecido reaparece cerca de três mil anos depois. Um anel, um, aparentemente, singelo anel, é o responsável por toda a trama de O Senhor dos Anéis. O Um Anel, forjado nas entranhas do Monte da Perdição, guarda um terrível poder. Separado de seu senhor, Sauron, o Escuro, ele tenta voltar para seu dono a fim de trazer toda a maldade para o mundo. Fatal ou providencialmente, este anel, vai parar nas mãos de um simples hobbit, Bilbo Bolseiro, o qual o presenteia a seu sobrinho, Frodo Bolseiro. Após saber do que se trata tal presente, ajudado pelo mago Gandalf, Frodo tem a missão de destruir o anel no mesmo local onde foi forjado.




O primeiro filme da trilogia conta a estória da Sociedade do Anel, um grupo composto pelos hobbits Frodo Bolseiro,  Samwise Gamgee, Meriadoc Brandybuck e Peregrin Took, o mago Gandalf, o guardião Aragorn, o guerreiro Boromir, o elfo Legolas e o anão Gimli. A princípio o grupo ajudaria Frodo a levar o anel até o Monte da Perdição, mas muitos revezes faz com que a sociedade se dissolva separando seus componentes e mandando-os para outras aventuras paralelas. Frodo e Sam continuam a jornada sozinhos.




No segundo filme, As Duas Torres, Aragorn, Legolas e Gimli passam a ajudar o rei Théoden contra a investida do exército de orcs e outras criaturas liderado pelo mago traidor Saruman. Enquanto isso, os hobbits, Merry e Pippin ajudam os Ents, seres meio homens meio árvores. Frodo e Sam encontram Gollum, um antigo portador do anel que resolve ajuda-los, mas esconde uma terrível ganância pelo anel e se divide entre ajudar ou tomar o anel de Frodo.




Na última parte da trilogia, O Retorno do Rei, o grupo volta a se reunir contra as hordas de Sauron, enquanto Frodo e Sam continuam sozinhos a jornada para destruir o anel e enfraquecer o poder do inimigo.

Batalhas épicas, romances impossíveis, um pouco de comédia fazem parte do enredo desta emocionante obra cinematográfica.

Muita gente não gostou desta adaptação para o cinema, pois faltaram personagens e lugares, mas Peter Jackson teve que atender às exigências comerciais das distribuidoras para que o filme não fosse exibido somente aos fãs das obras de Tolkien. E mesmo com essas mudanças a trilogia não deixou de ser uma das melhores produções da história contando com 30 indicações ao Oscar, levando 17 estatuetas, fora outros prêmios não menos importantes.

Site oficial da trilogia: The Lord of The Rings

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Do Museu à Balada - Muxarabi Albergue da Juventude

Não, não falo de filme mas sim do albergue como opção de hospedagem BBB: boa, barata e bonita! Mas, primeiro gostaria de explicar a diferença entre Albergue da Juventude e Albergue Urbano.

Sempre que digo para as pessoas que fico hospedada em um albergue da juventude, as pessoas comentam: "nossa, mas misturado com moradores de ruas, viciados, bêbados?". Respondo que não, já que estes são albergues urbanos, locais subsidiados por órgãos governamentais ou instituições de caridade para pessoas que moram nas ruas. No inverno, os albergues urbanos são muito procurados, pois se o frio para quem tem um lar já é difícil, imaginem para estas pessoas menos favorecidas?


O Albergue da Juventude e o movimento alberguista têm suas origens na Alemanha, na passagem do século XX, através de um movimento de liberação jovem em reação aos costumes burgueses vigentes na época, movimento este liderado por Karl Fisher e considerado a "essência alberguista". Em 26 de agosto de 1909, o professor Richard Schirmann fez a "essência alberguista" tornar-se realidade, com a ideia de aproveitar as escolas como abrigo para estudantes em viagens de estudo. No Brasil, o professor Joaquim Trotta foi quem trouxe a ideia, fundando, no Rio de Janeiro, em 1965, a Residência Ramos, o primeiro albergue brasileiro.

Portanto, os Albergues da Juventude são conhecidos em todo o mundo dão oportunidades de se fazer viagens com custos mais acessíveis, além da possibilidade de se conhecer jovens do mundo todo. Todos os associados são identificados com o selo Hostelling International e filiadas à central da IYHF, International Youth Hostel Federation, sediada em Londres.

Em minhas andanças, fui apresentada por Vitalina ao Albergue Muxarabi em Cabo Frio – Rio de Janeiro. Lá conheci a Professora Yone Nogueira. 
 

Eis o depoimento de Cami Barreto, de 2009, em uma entrevista concedida pela professora ao seu blog: "Nascida e criada em Cabo Frio, de 80 anos, é de família tradicional cabofriense, hoje reside na avenida construída por seu avô Joaquim Nogueira, nome de uma das localidades mais conhecidas da cidade. Graduada pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), conseguiu bolsa para se especializar em geomorfologia na França, e em seguida especializou-se em história hispano-americana na Espanha. Anos depois, voltou a Cabo Frio para trabalhar como professora, como sempre sonhou. Ministrou na Escola Estadual Miguel Couto por mais de 20 anos e foi uma das fundadoras da Ferlagos (Fundação Educacional da Região dos Lagos). Apaixonada pela cultura francesa, conheceu o “Albergue da Juventude” na França, quando resolveu montar uma estrutura similar em Cabo Frio. Chamado “Muxarabi” (modelo arquitetônico árabe, que significa “portas abertas”), o albergue já existe há 30 anos."

Professora Yone ou Dona Yone (assim é tratada pelos alberguistas), é uma adepta do albergue até os dias de hoje. Viaja sempre para a Europa e sempre fica em albergues. Em uma de suas viagens, me relatou que uma pessoa ficou indignada por ela ter idade “avançada” e viajar sozinha, que não seria certo, que seria desumano. Dona Yone ficou indignada com o comentário e respondeu: "não sou inválida e minhas faculdades mentais estão em ordem."


A missão do albergue da juventude é promover o intercâmbio cultural entre as pessoas. A princípio, foi criado para que esta missão fosse disseminada entre os jovens, mas hoje os “velhos jovens” continuam a hospedar-se em albergues, bem como outros passam a aderir à ideia, como é o caso de minha mãe Rute, que simplesmente ama ficar em albergue.

A filosofia do alberguismo é fazer com que as pessoas conheçam cidades, culturas, povos, costumes diferentes e respeitem a particularidade de cada um, já que estando em um albergue você conviverá com pessoas de diversas regiões do nosso país continental e até de outros países.

A hospedagem se dá, geralmente, em quartos para homens e para mulheres, mas há albergues que dispõem de quartos para casal. As camas, nos quartos em grupo, são beliches e os banheiros podem ser comunitários ou não (em sua maioria, o são). As cozinhas são coletivas e dispõem de fogão, geladeira, mesa, armários com utensílios onde a política é: sujou, lavou. Algumas pessoas colocam nomes em seus pertences na geladeira, mas eu não faço uso de tal prática. A maioria dos albergues oferece o café da manhã.


Algumas pessoas olham o alberguista como um “mão de vaca”, que não quer gastar com hotel e tal, mas digo uma coisa: se você viaja para bater perna o dia inteiro e à noite quer apenas um local para tomar um banho e esticar o esqueleto; se você não é fresco; se você gosta de conhecer pessoas ou se você é desencanado, hospede-se em um albergue. Eu não viajo para ficar curtindo hotel. Tomo café quando acordo e caio no mundo, voltando altas horas e conhecendo tudo de melhor que o lugar possa me oferecer.

As férias estão chegando para alguns e para outros, já começaram (que é o meu caso). Que tal conhecer algo novo, sem gastar muito e, de quebra, conhecer gente nova? Tente, experimente, tenho certeza que não irá se arrepender.

Abraços,

Rezoca


Fonte: Entrevista Dona Yone

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Daí, Daqui, de Lá e de Cá - Filtro Solar

Oi, gentE!

Hoje, na coluna que mais cuida da nossa beleza, vamos falar de filtro solar.

Filtro solar? No inverno? Sim! Precisamos e devemos usar filtro no inverno sempre!


No inverno, os raios UVB continuam penetrando na pele. São estes os responsáveis pelo envelhecimento prematuro, pelas manchas e pequenas linhas na pele e até mesmo pela perda de elasticidade.

Antes, vamos falar um pouquinho sobre esses raios solares:

- raios UVA: é a radiação  presente durante todos os dias do ano e atingem a pele praticamente da mesma forma, no inverno ou no verão. Penetram profundamente na pele e são  responsáveis pelo envelhecimento da pele e da aparência.Também podem ser responsáveis pelo surgimento do câncer de pele.

- raios UVB : penetram superficialmente na pele, mas causam as queimaduras solares.Têm maior incidência no verão e contribuem para as alterações celulares que causam maior predisposição ao câncer de pele.


Então, como evitar que esses raios nos causem danos? Uma das formas é usando o filtro solar que, além de proteger, pode hidratar a nossa pele. Hoje em dia, já existem inclusive cremes  hidratantes com filtro solar e com vários FPS, sigla que significa fator de proteção solar.

Cada pele tem um FPS específico: quanto mais clara, maior deve ser o fator de proteção, já que é maior a predisposição às queimaduras solares. Veja abaixo:
- pele negra: entre 6 e 15.
- pele morena escura: entre 20 e 25.
- pele morena clara: entre 25 e 30.
- pele branca: acima de 30.


Devemos ter alguns cuidados na compra do filtro solar, já que eles não são todos iguais como imaginamos. Fique sempre atenta a algumas características na hora de escolher, como se protegem contra os raios UVA + UVB, se são resistentes a água e se é o produto ideal para o seu tipo de pele.

Tipos de filtro:
- filtro solar para o rosto: a pele do rosto é mais delicada e sensível que do restante do corpo. Por isso, foram criados filtros específicos, para essa área do corpo.


- filtro solar em gel ou oil free : ideal para quem tem pele oleosa. Algumas pessoas, devido à oleosidade da pele, ficam com espinhas após o uso do filtro em creme. Por essa razão, a indústria cosmética criou a versão em gel, reduzindo consideravelmente esse problema.

- filtro solar em creme (loção) : o mais comum e fácil de encontrar. Ideal para quem tem a pele mais ressecada. Com alto poder de hidratação, traz dois benefícios ao mesmo tempo: protege e hidrata. Possui versões enriquecidas com vitaminas.

- filtro solar spray: de fácil aplicação, é ideal para ser levado na bolsa. Também é muito usado por homens, já que geralmente eles não têm paciência de ficar passando o creme, porém a aplicação deve ser feita com mais frequência (a cada duas horas), devido à durabilidade da camada na pele.

- filtro solar infantil: as crianças podem e devem usar filtro solar também. Hoje, já se encontram versões coloridas, com ou sem cheirinho (para os alérgicos), tudo feito especialmente para o público infantil.


- bloqueador solar : é uma versão mais poderosa do filtro solar. Muito usado em locais onde foram feitas cirurgias ou em pessoas com a pele muito clara.

No inverno, o filtro deve ser aplicado pelo menos duas vezes ao dia. No verão, devido ao suor e uso de piscina ou praia, a aplicação deve ser em intervalo menor.

Meninos, por favor, usem também, principalmente os calvos. A cabeça merece cuidado e proteção. Também não devemos nos esquecer do pescoço, colo e braços, inclusive cotovelos, que costumam escurecer e são geralmente esquecidos por nós.

GentE, é apenas uma questão de hábito e esse hábito, deve ser passado de pai para filho. Assim como você ensina seu filho a escovar os dentes e pentear os cabelos, seria interessante ensiná-lo a usar o filtro solar. Estudos comprovam que o uso do filtro solar desde a infância, reduz em até 70% o risco de câncer de pele. Com certeza, ele agradecerá no futuro.


Mulheres que usam filtro solar diariamente, geralmente aparentam idade muito inferior à que consta na certidão de nascimento. Quer razão melhor para começar o uso hoje mesmo?

Como diria Pedro Bial na mensagem intitulada “Filtro Solar”: "Mas no filtro solar, acredite!"

Um lindo dia a todos nós, daí.

Fabby