Oi, pessoas supimpas!
Vocês que já aprenderam a enrolar os canudinhos e a fazer o anel, aprenderão agora a fazer um par de brincos de papel de revista. Quem ainda não aprendeu, clique antes no link abaixo para aprender a fazer os canudinhos:
Canudinhos,
depois neste outro link para aprender a fazer o anel:
Anel,
e só depois volte a esta página para fazer os brincos.
Lista de materiais:
- 40 canudinhos de papel
- 4 argolinhas de bijuteria
- 1 par de anzóis para brincos
- 1 alicate de bijuteria
- 1 pincel
- solução de cola com água
Separe vinte canudinhos e faça um círculo com eles como feito no passo a passo do anel.
Introduza uma argola no círculo como mostra a foto, com o auxílio do alicate.
Depois coloque outra argola presa à anterior como se fosse iniciar uma corrente.
Finalize colocando o anzol na segunda argola.
Após terminar, passe a solução de água com cola, com a ajuda do pincel, no círculo de papel. Depois de seco, pode pintar com a cor preferida, fazer efeitos com outras cores e, por fim, envernizar.
No lugar do anzol, pode-se utilizar também suporte de pinos com tarraxas ou qualquer outro suporte para brincos.
Agora faça o outro brinco. Na próxima ensinarei o colar!
Abraços do MM!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Cozinha de Açúcar - Mousse de Leite Condensado
Oi, gentE!!!
A nossa receita docinha de hoje, como sempre, vai facilitar a nossa vida. Quer receita, rápida fácil, sem precisar usar fogão ou forno? A gente sempre tem.
Vamos fazer um mousse de leite condensado! Uma delicia, para adocicar os nossos dias!
Dica: se usar uma caixinha a mais de creme de leite, ela ficará mais suave.
Vamos à receita!
Ingredientes:
- 2 claras em neve
- 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
- 5 colheres (sopa) de água
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 1 colher (chá) de essência a gosto (eu usei de cereja)
Modo de fazer:
Hidrate a gelatina sem sabor na água. Leve ao micro-ondas por 15 segundos ou em banho-maria até dissolver.
Junte o leite condensado e bata na batedeira. Acrescente o creme de leite e a essência e bata novamente, até formar um creme fofo.
Adicione as claras em neve e misture delicadamente com uma colher ou fouet. Coloque em taças e leve à geladeira até por umas 2 horas. Decore a gosto.
Bom apetite!
Uma semana bem doce para todos nós.
Fabby
A nossa receita docinha de hoje, como sempre, vai facilitar a nossa vida. Quer receita, rápida fácil, sem precisar usar fogão ou forno? A gente sempre tem.
Vamos fazer um mousse de leite condensado! Uma delicia, para adocicar os nossos dias!
Dica: se usar uma caixinha a mais de creme de leite, ela ficará mais suave.
Vamos à receita!
Ingredientes:
- 2 claras em neve
- 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
- 5 colheres (sopa) de água
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 1 colher (chá) de essência a gosto (eu usei de cereja)
Modo de fazer:
Hidrate a gelatina sem sabor na água. Leve ao micro-ondas por 15 segundos ou em banho-maria até dissolver.
Junte o leite condensado e bata na batedeira. Acrescente o creme de leite e a essência e bata novamente, até formar um creme fofo.
Adicione as claras em neve e misture delicadamente com uma colher ou fouet. Coloque em taças e leve à geladeira até por umas 2 horas. Decore a gosto.
Bom apetite!
Uma semana bem doce para todos nós.
Fabby
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Petlovers - Petiscos e Guloseimas: Dar ou Não Dar?
Há quem diga que é bom e há quem recrimine a prática veementemente. Mas que é um agrado para os nossos olhos, é: ver o seu bichinho de estimação saborear, contente e feliz, um belo petisco não tem preço!
Petiscos e guloseimas podem ser introduzidos na rotina e no adestramento dos pets sem problemas, desde que usados com moderação e jamais substituindo a ração. Quando usados para adestrar, eles se mostram extremamente eficientes para aumentar a obediência do cão ou do gato, melhorando ainda mais a convivência entre todos.
A recompensa deve ser sempre feita após o patudinho ter obedecido ou ter se portado de acordo com o desejado. Inclusive, os petiscos também são bons para ajudar a ensinar pequenas rotinas (como obedecer ao chamado) e para corrigir maus hábitos, associando o petisco, que é gostoso, ao hábito bom.
Mas somente oferecer o petisco pode se tornar uma faca de dois gumes. O importante é fazer o seu pet conquistar o direito à guloseima, aproveitando para aumentar ainda mais a interação com ele e a motivação do seu patudinho. Brincadeiras como dar a pata ou rolar podem se tornar, além da própria brincadeira em si, hora de treino e reforço de obediência. Esconder petiscos também é saudável, pois estimulará a caça, o faro e a visão dos bichinhos. É só esconder em várias partes da casa e deixar que os pets encontrem as guloseimas. Atividades assim diminuem a depressão, o tédio e o sedentarismo dos bichos, além de diminuir a quantidade de móveis destruídos e buracos em seu jardim pela diminuição da ansiedade.
Aqui em casa, as nossas meninas recebem petiscos apenas duas vezes ao dia e em quantidade muitíssimo controlada, já que a Bolacha precisa de
suplementação e a Bastet tem tendência a engordar. Vê-las satisfeitas e felizes ao comer o petisco nos enche de satisfação, mas quem manda somos nós.
Abraços,
Lara
Fonte das imagens: Corbis Images
Petiscos e guloseimas podem ser introduzidos na rotina e no adestramento dos pets sem problemas, desde que usados com moderação e jamais substituindo a ração. Quando usados para adestrar, eles se mostram extremamente eficientes para aumentar a obediência do cão ou do gato, melhorando ainda mais a convivência entre todos.
A recompensa deve ser sempre feita após o patudinho ter obedecido ou ter se portado de acordo com o desejado. Inclusive, os petiscos também são bons para ajudar a ensinar pequenas rotinas (como obedecer ao chamado) e para corrigir maus hábitos, associando o petisco, que é gostoso, ao hábito bom.
Mas somente oferecer o petisco pode se tornar uma faca de dois gumes. O importante é fazer o seu pet conquistar o direito à guloseima, aproveitando para aumentar ainda mais a interação com ele e a motivação do seu patudinho. Brincadeiras como dar a pata ou rolar podem se tornar, além da própria brincadeira em si, hora de treino e reforço de obediência. Esconder petiscos também é saudável, pois estimulará a caça, o faro e a visão dos bichinhos. É só esconder em várias partes da casa e deixar que os pets encontrem as guloseimas. Atividades assim diminuem a depressão, o tédio e o sedentarismo dos bichos, além de diminuir a quantidade de móveis destruídos e buracos em seu jardim pela diminuição da ansiedade.
Compre sempre produtos de qualidade ou os recomendados pelo médico veterinário. O legal é sempre comprar um petisco que tenha a formulação
bem balanceada para não causar a obesidade em seu bichinho de estimação. Controle a quantidade também e não caia na tentação de dar o petisco só porque o seu patudinho fez aquela "cara de pidão", heim?Aqui em casa, as nossas meninas recebem petiscos apenas duas vezes ao dia e em quantidade muitíssimo controlada, já que a Bolacha precisa de
suplementação e a Bastet tem tendência a engordar. Vê-las satisfeitas e felizes ao comer o petisco nos enche de satisfação, mas quem manda somos nós.
Abraços,
Lara
Fonte das imagens: Corbis Images
Truques e Tralhas - Utensílios de Madeira
O assunto gera ainda muita polêmica, embora já tenha sido proibida a sua utilização em cozinhas industriais, mas... E em casa? Posso usar/comprar ou não os bons e velhos utensílios de madeira?
Utilizar tábuas de madeira e colheres de pau já é um hábito que vem das nossas avós. São úteis, duráveis e ajudam muito a não riscar as panelas. O grande problema é que, como são mais porosos, eles são muito mais suscetíveis a alojar germes e bactérias que os utensílios de plástico e metal. Por isso, foram proibidos em cozinhas industriais e restaurantes. Se os feixes da madeira não forem muito duros e apresentarem espaços, esse utensílio pode se tornar fonte de contaminação e transmissão dessa contaminação para outros utensílios e para os alimentos que estão sendo preparados.
Em casa, é muito mais fácil limpar e observar se esses utensílios estão bons e sem contaminação. Basta desinfetá-los e lavá-los a seguir. Isso deve ser feito até com aquelas colheres de pau que ficam muito tempo guardadas em gavetas ou embaixo da pia. Como não se sabe se ainda estão sem contaminação, é melhor prevenir do que remediar.
A desinfecção é simples:
- escolha um recipiente grande o suficiente para acomodar as suas peças de madeira, como bacias e tigelas grandes. A seguir, coloque um pouco de água sanitária e complete com água fervente. A proporção ótima é de 20 partes de água para cada parte de água sanitária utilizada.
- mergulhe as suas peças na solução e deixe de molho por uma hora.
- retire as peças, enxague-as bem e jogue fora a solução utilizada.
- faça agora uma outra solução, desta vez misturando detergente comum e água fervente novamente.
- mergulhe as peças nesta nova solução e deixe-as de molho por 15 minutos ou até que o cheiro da água sanitária desapareça.
- após, jogue fora a solução e lave as peças normalmente, como se estivesse lavando a louça. Seque imediatamente ou deixe ao sol para secar.
Desinfecção feita, observe se a madeira ficou porosa ou "crespa". Se isso aconteceu, é só passar uma lixa fina ou esponja de aço e reiniciar o processo de desinfecção. Se a superfície ficou porosa demais, é hora de jogar fora.
Se conservados adequadamente, os utensílios de madeira duram muitos anos. Uma boa dica para conservá-los é usar óleo mineral, passado com folhas de papel toalha e em diminutas quantidades. A quantidade deve ser bem mínima, só a ponto de lubrificar o utensílio. Assim utilizado, não causará nenhum efeito laxante mas, caso você tenha receio, deixe o utensílio absorver bem o óleo mineral antes de usá-lo.
Para agilizar a desinfecção, o micro-ondas poderá ser um importante aliado. Para higienizar, use apenas água fervente. Para secar, utilize potência máxima.
Embora a desinfecção peça para deixar tudo de molho, não faça do molho um hábito muito frequente pois isso poderá encurtar a vida útil da madeira. Outra coisa: a lavagem à mão é sempre mais eficiente do que o lava-louças. Além das peças de madeira racharem com mais facilidade se continuamente lavadas no lava-louças, ainda há o risco de incêndio caso elas caiam sobre o elemento de aquecimento durante o ciclo de secagem.
Agora, se você perceber que a madeira está muito escura ou tem alguma parte mole, é hora de se despedir. Apodreceu, portanto é hora de reciclar a sua peça. Se for uma colher, por exemplo, fica a dica para a reutilização na jardinagem.
Abraços,
Lara
Fonte das imagens: Corbis Images
Utilizar tábuas de madeira e colheres de pau já é um hábito que vem das nossas avós. São úteis, duráveis e ajudam muito a não riscar as panelas. O grande problema é que, como são mais porosos, eles são muito mais suscetíveis a alojar germes e bactérias que os utensílios de plástico e metal. Por isso, foram proibidos em cozinhas industriais e restaurantes. Se os feixes da madeira não forem muito duros e apresentarem espaços, esse utensílio pode se tornar fonte de contaminação e transmissão dessa contaminação para outros utensílios e para os alimentos que estão sendo preparados.
Em casa, é muito mais fácil limpar e observar se esses utensílios estão bons e sem contaminação. Basta desinfetá-los e lavá-los a seguir. Isso deve ser feito até com aquelas colheres de pau que ficam muito tempo guardadas em gavetas ou embaixo da pia. Como não se sabe se ainda estão sem contaminação, é melhor prevenir do que remediar.
A desinfecção é simples:
- escolha um recipiente grande o suficiente para acomodar as suas peças de madeira, como bacias e tigelas grandes. A seguir, coloque um pouco de água sanitária e complete com água fervente. A proporção ótima é de 20 partes de água para cada parte de água sanitária utilizada.
- mergulhe as suas peças na solução e deixe de molho por uma hora.
- retire as peças, enxague-as bem e jogue fora a solução utilizada.
- faça agora uma outra solução, desta vez misturando detergente comum e água fervente novamente.
- mergulhe as peças nesta nova solução e deixe-as de molho por 15 minutos ou até que o cheiro da água sanitária desapareça.
- após, jogue fora a solução e lave as peças normalmente, como se estivesse lavando a louça. Seque imediatamente ou deixe ao sol para secar.
Desinfecção feita, observe se a madeira ficou porosa ou "crespa". Se isso aconteceu, é só passar uma lixa fina ou esponja de aço e reiniciar o processo de desinfecção. Se a superfície ficou porosa demais, é hora de jogar fora.
Se conservados adequadamente, os utensílios de madeira duram muitos anos. Uma boa dica para conservá-los é usar óleo mineral, passado com folhas de papel toalha e em diminutas quantidades. A quantidade deve ser bem mínima, só a ponto de lubrificar o utensílio. Assim utilizado, não causará nenhum efeito laxante mas, caso você tenha receio, deixe o utensílio absorver bem o óleo mineral antes de usá-lo.
Para agilizar a desinfecção, o micro-ondas poderá ser um importante aliado. Para higienizar, use apenas água fervente. Para secar, utilize potência máxima.
Embora a desinfecção peça para deixar tudo de molho, não faça do molho um hábito muito frequente pois isso poderá encurtar a vida útil da madeira. Outra coisa: a lavagem à mão é sempre mais eficiente do que o lava-louças. Além das peças de madeira racharem com mais facilidade se continuamente lavadas no lava-louças, ainda há o risco de incêndio caso elas caiam sobre o elemento de aquecimento durante o ciclo de secagem.
Agora, se você perceber que a madeira está muito escura ou tem alguma parte mole, é hora de se despedir. Apodreceu, portanto é hora de reciclar a sua peça. Se for uma colher, por exemplo, fica a dica para a reutilização na jardinagem.
Abraços,
Lara
Fonte das imagens: Corbis Images
sábado, 16 de novembro de 2013
Numa Folha Qualquer - Apontando o Dedo
Sim. Geralmente, eu fico quieta quando se há extremismos em discussões e só dou a minha opinião quando sou solicitada. Para mim, vale aquela velha regra: se pediu a minha opinião, aguente o rojão. Embora eu não seja muito fã de boquejar e prefiro ser mais feliz do que dona da razão, existe um assunto muito em voga que me tira do sério e me deixa muito brava.
Recentemente, muita gente falou coisa boa e muitos outros perderam uma boa oportunidade de ficar em silêncio sobre o caso do Instituto Royal, que fazia testes científicos utilizando-se de animais como os cães da raça Beagle, principalmente. Houveram excessos de ambas as partes, dos que defenderam os ativistas e dos que execraram as pessoas que se dispuseram a salvar os cães e os outros animais que lá estavam. Excessos à parte, o que me deixa enfurecida mesmo é o já famoso comodismo do brasileiro. De que comodismo você está falando, Larissa? Vou explicar.
O povo brasileiro é solidário e se ajuda muito em situações críticas, como enchentes e incêndios. Eu concordo. Só que, em determinadas situações, a grande maioria do povo adora jogar nas costas dos outros o que poderia fazer de imediato. E daí, culpar o governo ou criticar a ação das pessoas que se prestam a fazer alguma coisa, é um pulo! Já estamos carecas de saber que, se quisermos melhorar o nosso local de moradia, o nosso ambiente de trabalho e o mundo onde nos relacionamos e onde vivemos, depende de NÓS. Única e exclusivamente de NÓS.
Não adianta reclamar de políticos corruptos e justificar o voto dizendo que "o cara rouba mas faz". Não adianta reclamar de bueiros entupidos e alagamentos em épocas de chuvas, se se continua jogando lixo no chão. Não adianta reclamar que o governo rouba o dinheiro público se, ao receber o troco na padaria, tinha dinheiro a mais e não se devolveu. E não adianta botar o dedo na cara das pessoas que resgatam os animais em situação de rua, abandono e maus tratos, se VOCÊ não faz e nunca fez nada. E isso inclui não fazer nada por um ser humano ou um animal.
É muito fácil lotar a timeline do Facebook criticando a ação dos ativistas que tiraram os beagles do Instituto Royal, com dizeres do tipo: "Aí, protetores! Minha rua está cheia de cães. Venham aqui salvá-los!" ou "Minha cadela deu cria pela décima vez e, se vocês não vierem aqui pegar, vou jogar os filhotes no lixo". Quem é voluntário na causa de proteção animal está cansado de ouvir e ver isso. Mas é muito fácil apontar e criticar quem faz algo do que levantar as nádegas polpudas da cadeira e se movimentar para fazer alguma coisa.
E digo isso não só em defesa dos animais e dos protetores e defensores da causa animal, não. Digo isso porque quem critica e acusa desta forma, realmente não faz nada por nada e por ninguém. Se não fazem pelos humanos, muito menos pelos animais. Quem age assim não é capaz de comprar um pão a mais se vai à padaria e vê um mendigo revirando o lixo deste estabelecimento. Quem cobra ações de pessoas que fazem alguma coisa, não são capazes de doar 10 reais quando passa a sacolinha na igreja que frequentam. Quem repassa responsabilidades (como a de não castrar os próprios animais, deixá-los procriarem e, depois, querer dar fim nos filhotes), não tem a coragem nem de compartilhar pedidos de ajuda ou posts sobre adultos e crianças desaparecidas nas redes sociais.
Ser solidário é sentir na pele a dor do outro, mesmo que ele não seja humano. Ser solidário é ofertar, mesmo na dificuldade, o sentimento de preocupação e amizade. Ser solidário é condoer-se, é querer fazer algo e não esperar por ninguém, seja o governo ou o próprio vizinho. Ser solidário é tentar melhorar o mundo, mesmo que a sua ação seja pequena diante de uma imensidão de problemas. Ser solidário é contribuir para o bem-estar, seja o de homens ou animais.
Existem inúmeras causas pelas quais se deve lutar. Todas, absolutamente todas, são nobres, inclusive a causa que luta pelos animais. O que não se pode é apontar o dedo e fingir que é bonzinho ou que não se tem nada com isso. O brasileiro tem que aprender a sair da zona de conforto que o comodismo lhe deu e lutar por uma vida melhor. Tem que enxergar que deve se movimentar e agir, sem esperar por ações do governo ou achar que os outros é que devem fazer alguma coisa. Tem que tirar as teias de aranha da poltrona onde fica sentado, de onde vê a vida passar, e realmente fazer alguma coisa.
Sim. Eu sou do time que luta e defende a causa de proteção animal. E sim, eu também luto por outras causas tão nobres quanto. E sim, eu sigo à risca o que diz a música "Ouro de Tolo", do grande Raul Seixas: "...Eu que não me sento/ No trono de um apartamento/ Com a boca escancarada cheia de dentes/ Esperando a morte chegar...", porque é muito melhor agir do que ficar esperando. Portanto, antes de apontar o dedo, faça alguma coisa. É muito melhor, pode acreditar.
Abraços,
Lara
Recentemente, muita gente falou coisa boa e muitos outros perderam uma boa oportunidade de ficar em silêncio sobre o caso do Instituto Royal, que fazia testes científicos utilizando-se de animais como os cães da raça Beagle, principalmente. Houveram excessos de ambas as partes, dos que defenderam os ativistas e dos que execraram as pessoas que se dispuseram a salvar os cães e os outros animais que lá estavam. Excessos à parte, o que me deixa enfurecida mesmo é o já famoso comodismo do brasileiro. De que comodismo você está falando, Larissa? Vou explicar.
O povo brasileiro é solidário e se ajuda muito em situações críticas, como enchentes e incêndios. Eu concordo. Só que, em determinadas situações, a grande maioria do povo adora jogar nas costas dos outros o que poderia fazer de imediato. E daí, culpar o governo ou criticar a ação das pessoas que se prestam a fazer alguma coisa, é um pulo! Já estamos carecas de saber que, se quisermos melhorar o nosso local de moradia, o nosso ambiente de trabalho e o mundo onde nos relacionamos e onde vivemos, depende de NÓS. Única e exclusivamente de NÓS.
Não adianta reclamar de políticos corruptos e justificar o voto dizendo que "o cara rouba mas faz". Não adianta reclamar de bueiros entupidos e alagamentos em épocas de chuvas, se se continua jogando lixo no chão. Não adianta reclamar que o governo rouba o dinheiro público se, ao receber o troco na padaria, tinha dinheiro a mais e não se devolveu. E não adianta botar o dedo na cara das pessoas que resgatam os animais em situação de rua, abandono e maus tratos, se VOCÊ não faz e nunca fez nada. E isso inclui não fazer nada por um ser humano ou um animal.
É muito fácil lotar a timeline do Facebook criticando a ação dos ativistas que tiraram os beagles do Instituto Royal, com dizeres do tipo: "Aí, protetores! Minha rua está cheia de cães. Venham aqui salvá-los!" ou "Minha cadela deu cria pela décima vez e, se vocês não vierem aqui pegar, vou jogar os filhotes no lixo". Quem é voluntário na causa de proteção animal está cansado de ouvir e ver isso. Mas é muito fácil apontar e criticar quem faz algo do que levantar as nádegas polpudas da cadeira e se movimentar para fazer alguma coisa.
Ser solidário é sentir na pele a dor do outro, mesmo que ele não seja humano. Ser solidário é ofertar, mesmo na dificuldade, o sentimento de preocupação e amizade. Ser solidário é condoer-se, é querer fazer algo e não esperar por ninguém, seja o governo ou o próprio vizinho. Ser solidário é tentar melhorar o mundo, mesmo que a sua ação seja pequena diante de uma imensidão de problemas. Ser solidário é contribuir para o bem-estar, seja o de homens ou animais.
Existem inúmeras causas pelas quais se deve lutar. Todas, absolutamente todas, são nobres, inclusive a causa que luta pelos animais. O que não se pode é apontar o dedo e fingir que é bonzinho ou que não se tem nada com isso. O brasileiro tem que aprender a sair da zona de conforto que o comodismo lhe deu e lutar por uma vida melhor. Tem que enxergar que deve se movimentar e agir, sem esperar por ações do governo ou achar que os outros é que devem fazer alguma coisa. Tem que tirar as teias de aranha da poltrona onde fica sentado, de onde vê a vida passar, e realmente fazer alguma coisa.
Sim. Eu sou do time que luta e defende a causa de proteção animal. E sim, eu também luto por outras causas tão nobres quanto. E sim, eu sigo à risca o que diz a música "Ouro de Tolo", do grande Raul Seixas: "...Eu que não me sento/ No trono de um apartamento/ Com a boca escancarada cheia de dentes/ Esperando a morte chegar...", porque é muito melhor agir do que ficar esperando. Portanto, antes de apontar o dedo, faça alguma coisa. É muito melhor, pode acreditar.
Abraços,
Lara
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Cozinha de Sal - Pollo de Madri
Uma das dicas da coluna Truques e Tralhas, nesta segunda-feira passada (Truques e Tralhas - Dicas Bacanas), fala sobre como se faz para marinar bem o peito de frango. Marinar, além de dar aquele toque especial, garante algo mais em sabor e textura aos pratos preparados, não é mesmo?
Pensando nessa dica, resolvi antecipar a postagem desta minha receita e que casa perfeitamente com dica dada. Que tal fazer um marinado à la España? Laranja e vinho, aí vamos nós!
Com vocês, Pollo de Madri!
Ingredientes:
- 3 sobrecoxas de frango sem pele e com o mínimo de gordura
- suco de 1 laranja
- 3 dentes de alho
- 1 pitadinha de orégano
- 1 sachê de tempero em pó sabor caldo de frango
- meia cebola
- 50 ml de vinho tinto
- salsinha a gosto
- óleo para untar
- azeite para dourar
- 4 batatas médias descascadas e cortadas em fatias grossas
Modo de fazer:
Limpe as sobrecoxas e retire toda a pele e a gordura possível. Reserve.
No liquidificador, bata o suco de laranja, o vinho, o alho, a salsinha, o orégano e o tempero em pó, até formar um caldo. Em um saquinho plástico, coloque as sobrecoxas e o caldo batido, fechando-o e colocando-o na geladeira. Deixe de um dia para o outro, marinando no caldo.
No dia seguinte, acrescente as batatas descascadas e picadas ao marinado, fechando bem o saquinho e levando à geladeira novamente.
Unte o fundo da forma com óleo e disponha as sobrecoxas e as batatas, acrescentando o caldo logo após. Pincele bastante o caldo por cima das sobrecoxas, regando depois com um pouquinho de azeite cada sobrecoxa. Leve para assar em forno pré-aquecido em 180ºC. Tempo médio: 50 minutos. Espere dourar bem e secar todo o caldo. Está pronto.
Esta receita permite usar coxas e sobrecoxas. O marinado deve ser sempre feito de um dia para o outro e a carne do frango ficará mais escura, com um tom mais arroxeado por causa do vinho.
Experimente e se delicie. Vale a pena conferir!
Abraços,
JH
Pensando nessa dica, resolvi antecipar a postagem desta minha receita e que casa perfeitamente com dica dada. Que tal fazer um marinado à la España? Laranja e vinho, aí vamos nós!
Com vocês, Pollo de Madri!
Ingredientes:
- 3 sobrecoxas de frango sem pele e com o mínimo de gordura
- suco de 1 laranja
- 3 dentes de alho
- 1 pitadinha de orégano
- 1 sachê de tempero em pó sabor caldo de frango
- meia cebola
- 50 ml de vinho tinto
- salsinha a gosto
- óleo para untar
- azeite para dourar
- 4 batatas médias descascadas e cortadas em fatias grossas
Modo de fazer:
Limpe as sobrecoxas e retire toda a pele e a gordura possível. Reserve.
No liquidificador, bata o suco de laranja, o vinho, o alho, a salsinha, o orégano e o tempero em pó, até formar um caldo. Em um saquinho plástico, coloque as sobrecoxas e o caldo batido, fechando-o e colocando-o na geladeira. Deixe de um dia para o outro, marinando no caldo.
No dia seguinte, acrescente as batatas descascadas e picadas ao marinado, fechando bem o saquinho e levando à geladeira novamente.
Unte o fundo da forma com óleo e disponha as sobrecoxas e as batatas, acrescentando o caldo logo após. Pincele bastante o caldo por cima das sobrecoxas, regando depois com um pouquinho de azeite cada sobrecoxa. Leve para assar em forno pré-aquecido em 180ºC. Tempo médio: 50 minutos. Espere dourar bem e secar todo o caldo. Está pronto.
Esta receita permite usar coxas e sobrecoxas. O marinado deve ser sempre feito de um dia para o outro e a carne do frango ficará mais escura, com um tom mais arroxeado por causa do vinho.
Experimente e se delicie. Vale a pena conferir!
Abraços,
JH
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Do Museu à Balada - 50 anos de Mônica
Oi, pessoas supimpas!
Para comemorar os 50 anos de criação da personagem Mônica por Maurício de Sousa, a cidade de São Paulo expõe 50 esculturas da dentucinha dos quadrinhos. É uma exposição semelhante à Cow Parade, com Mônicas, feitas de fibra de vidro, customizadas por diversos artistas escolhidos pelo próprio Maurício de Sousa, que também fez a customização de uma delas. A iniciativa desta homenagem é da editora Panini em parceria com a Maurício de Sousa Produções.
As esculturas ficarão expostas pela cidade perto de pontos turísticos, bancas de jornal, parques e outros lugares de grande movimentação de pessoas. Tem a Mônicas de vários estilos como Frida Khalo, Pop Art, Boi-Bumbá, todas carregando seu inseparável coelhinho Sansão.
A Mônica é uma personagem baseada numa das filhas homônima de Maurício de Sousa. No início Mônica aparecia como coadjuvante nas tiras do Cebolinha publicadas em jornais. Com o tempo foi ganhando espaço nas estórias e a simpatia dos fãs, passando a ser uma personagem principal com Cebolinha e mais tarde tendo sua própria revista.
Depois da exposição, as obras serão leiloadas e a renda será revertida para a UNICEF. Infelizmente uma das Mônicas foi vandalizada com rabiscos e outra, na Rua Oscar Freire, foi roubada e recuperada, apresenta alguns riscos e rachaduras. Espero que sejam recuperadas.
Informações:
Exposição Mônica Parade em São Paulo
Do dia 8/11 a 8/12
Mapa de localização das estátuas, fotos e outras informações no site www.monicaparade.com.br
Abraços do MM!
Para comemorar os 50 anos de criação da personagem Mônica por Maurício de Sousa, a cidade de São Paulo expõe 50 esculturas da dentucinha dos quadrinhos. É uma exposição semelhante à Cow Parade, com Mônicas, feitas de fibra de vidro, customizadas por diversos artistas escolhidos pelo próprio Maurício de Sousa, que também fez a customização de uma delas. A iniciativa desta homenagem é da editora Panini em parceria com a Maurício de Sousa Produções.
Exposição Mônica Parade em São Paulo
Do dia 8/11 a 8/12
Mapa de localização das estátuas, fotos e outras informações no site www.monicaparade.com.br
Do Museu à Balada - Mestre Gourmet
Cardápio requintado, excelente atendimento e pratos deliciosos? Se você está em São Luís, MA, ou pensando em passear por lá, não deve deixar de conferir o restaurante Mestre Gourmet!
Sob a responsabilidade do chef Reginaldo Raposo, não há como deixar de se maravilhar com o sabor, textura e aroma dos pratos feitos. Todos são simplesmente maravilhosos! Além disso, tudo é meticulosamente preparado, com padrão internacional de qualidade e excelência.
Como não somos bobos nem nada, aproveitamos a nossa ida ao restaurante e batemos um papo descontraído com o chef Reginaldo, sempre solícito e muito atencioso conosco. Durante a conversa, que acabou virando uma entrevista, ele nos contou sobre a sua profissão e, como somos muito curiosos, perguntamos um pouquinho sobre a cozinha maranhense. Espie!
1) A cozinha maranhense tem pratos diversos e saborosos. Quais são os mais pedidos? Quais são os mais elaborados?
Reginaldo: os pratos mais pedidos são Pescada Maranhense, Pescada ao Molho de Camarão, Arroz de Cuxá, Vatapá, Caruru, Arroz Maria Isabel, Doce de Espécie, Mousse de Bacuri, Peixe Pedra, Torta de Camarão e Torta de Caranguejo outros. Os mais elaborados: Arroz Maria Isabel, Doce de
Espécie e Torta de Caranguejo.
2) Como chef de um restaurante, em virtude da rapidez exigida pelos clientes ou em horários de grande movimento, há modificações no preparo dos pratos regionais?
Reginaldo: Não! De forma alguma. Se modificado, o prato perde a a sua originalidade!
3) Você gosta de criar pratos a partir dos seus conhecimentos? O que mais gosta de preparar e inventar?
Reginaldo: Sim, adoro! Pratos à base de frutos do mar são os meus preferidos na preparação e invenção.
4) Como a gastronomia entrou na sua vida?
Em busca de uma profissão, fiz vários cursos e a gastronomia foi com que eu mais me identifiquei. Vi nesta profissão o meu verdadeiro dom!
5) Como é a rotina de um chef?
Reginaldo: corrida e de muita responsabilidade!
Simpatia pura! Gostamos muito de conversar com ele. Isso sem dizer que o chef Reginaldo atende aos clientes com muita simpatia e ótimas sugestões. Vale a pena conferir!
O restaurante Mestre Gourmet é especializado em pratos elaborados e sofisticados. Lá você encontrará massas, carnes, frango, frutos do mar, saladas, sobremesas e muito mais. Ambiente climatizado, possui estacionamento e ainda tem uma área descoberta, onde você poderá desfrutar da brisa maranhense. O endereço é Avenida dos Holandeses, 3 lt 2 , São Marcos, anexo ao Hotel Veleiros. O telefone é (98) 3227-5419.
A gente recomenda!
Abraços,
Lara e JH
Sob a responsabilidade do chef Reginaldo Raposo, não há como deixar de se maravilhar com o sabor, textura e aroma dos pratos feitos. Todos são simplesmente maravilhosos! Além disso, tudo é meticulosamente preparado, com padrão internacional de qualidade e excelência.
Como não somos bobos nem nada, aproveitamos a nossa ida ao restaurante e batemos um papo descontraído com o chef Reginaldo, sempre solícito e muito atencioso conosco. Durante a conversa, que acabou virando uma entrevista, ele nos contou sobre a sua profissão e, como somos muito curiosos, perguntamos um pouquinho sobre a cozinha maranhense. Espie!
1) A cozinha maranhense tem pratos diversos e saborosos. Quais são os mais pedidos? Quais são os mais elaborados?
Reginaldo: os pratos mais pedidos são Pescada Maranhense, Pescada ao Molho de Camarão, Arroz de Cuxá, Vatapá, Caruru, Arroz Maria Isabel, Doce de Espécie, Mousse de Bacuri, Peixe Pedra, Torta de Camarão e Torta de Caranguejo outros. Os mais elaborados: Arroz Maria Isabel, Doce de
Espécie e Torta de Caranguejo.
2) Como chef de um restaurante, em virtude da rapidez exigida pelos clientes ou em horários de grande movimento, há modificações no preparo dos pratos regionais?
Reginaldo: Não! De forma alguma. Se modificado, o prato perde a a sua originalidade!
3) Você gosta de criar pratos a partir dos seus conhecimentos? O que mais gosta de preparar e inventar?
Reginaldo: Sim, adoro! Pratos à base de frutos do mar são os meus preferidos na preparação e invenção.
4) Como a gastronomia entrou na sua vida?
Em busca de uma profissão, fiz vários cursos e a gastronomia foi com que eu mais me identifiquei. Vi nesta profissão o meu verdadeiro dom!
5) Como é a rotina de um chef?
Reginaldo: corrida e de muita responsabilidade!
Simpatia pura! Gostamos muito de conversar com ele. Isso sem dizer que o chef Reginaldo atende aos clientes com muita simpatia e ótimas sugestões. Vale a pena conferir!
O restaurante Mestre Gourmet é especializado em pratos elaborados e sofisticados. Lá você encontrará massas, carnes, frango, frutos do mar, saladas, sobremesas e muito mais. Ambiente climatizado, possui estacionamento e ainda tem uma área descoberta, onde você poderá desfrutar da brisa maranhense. O endereço é Avenida dos Holandeses, 3 lt 2 , São Marcos, anexo ao Hotel Veleiros. O telefone é (98) 3227-5419.
A gente recomenda!
Abraços,
Lara e JH
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
De Malas Prontas - Estância Turística de Avaré, SP
Com o verão se aproximando, quem vai pegar a estrada só tem, praticamente, um pensamento: procurar um lugar para conhecer e se refrescar. A primeira ideia que vem à cabeça é viajar para uma cidade que tenha praia. O segundo pensamento, talvez outra cidade com praia também. Mas que tal viajar para uma cidade que tem, além de um clima excelente, uma bela represa? Vamos para Avaré?
A Estância Turística de Avaré é a dica perfeita! A cidade, localizada no interior do estado de São Paulo, oferece lazer de qualidade e ótimas instalações para os turistas que queiram conferir a beleza de suas paisagens e desfrutar das praias de água doce da Represa de Jurumirim. Considerada a "Terra da Água, do Verde e do Sol", Avaré é sinônimo de passeios e descanso, já que o turismo é o ponto alto da economia local.
As ofertas que esse turismo promove são tantas que há vários condomínios fechados se estabelecendo ao redor da represa e nas cidades vizinhas que fazem divisa com Avaré e a represa, como Paranapanema. Inclusive, várias pessoas que moram em São Paulo, capital, se deslocam até esses condomínios para passarem o final-de-semana e descansar. Para quem vai se hospedar, a cidade conta com boa rede hoteleira e vários campings.
Para quem quer passear e fazer negócios na área agropecuária, há a tradicional EMAPA (Exposição Municipal Agropecuária de Avaré), que reúne criadores de cavalos e pecuaristas de várias partes do Brasil. Este evento é tão importante que levou o município a ser conhecido como a "Capital Nacional do Cavalo". Mas se a ideia principal, ao ir para Avaré, é mesmo desfrutar de sua paz e do verde de suas paisagens, o Horto Florestal (Floresta Estadual de Avaré) é mais um ponto turístico que não deve ser deixado para trás.
Radicalizar também se pode: a represa de Jurumirim permite os esportes náuticos, então se você estiver por perto e tiver barco ou jet-ski, a represa será o seu destino. Curte cachoeira? Também tem! Visite a Cachoeira da Liberdade, com uma queda d'água de 67 metros, e a Cachoeira Bela Vista, com 77 metros.
Quer a tranquilidade das cidades do interior? Vai encontrar lá também! Praças e vias muito arborizadas (Avaré já foi conhecida como "Cidade Jardim"), a Igreja Matriz, a Concha Acústica e música no coreto nos finais-de-semana. Quer fazer compras com preço bom e variedade? O comércio local não deixa nada a desejar aos grandes centros urbanos.
Em resumo, estar em Avaré equivale a ter o clima da praia com a tranquilidade que só o interior oferece. Visite, conheça e se encante com a cidade!
Abraços,
Lara
A Estância Turística de Avaré é a dica perfeita! A cidade, localizada no interior do estado de São Paulo, oferece lazer de qualidade e ótimas instalações para os turistas que queiram conferir a beleza de suas paisagens e desfrutar das praias de água doce da Represa de Jurumirim. Considerada a "Terra da Água, do Verde e do Sol", Avaré é sinônimo de passeios e descanso, já que o turismo é o ponto alto da economia local.
As ofertas que esse turismo promove são tantas que há vários condomínios fechados se estabelecendo ao redor da represa e nas cidades vizinhas que fazem divisa com Avaré e a represa, como Paranapanema. Inclusive, várias pessoas que moram em São Paulo, capital, se deslocam até esses condomínios para passarem o final-de-semana e descansar. Para quem vai se hospedar, a cidade conta com boa rede hoteleira e vários campings.
Para quem quer passear e fazer negócios na área agropecuária, há a tradicional EMAPA (Exposição Municipal Agropecuária de Avaré), que reúne criadores de cavalos e pecuaristas de várias partes do Brasil. Este evento é tão importante que levou o município a ser conhecido como a "Capital Nacional do Cavalo". Mas se a ideia principal, ao ir para Avaré, é mesmo desfrutar de sua paz e do verde de suas paisagens, o Horto Florestal (Floresta Estadual de Avaré) é mais um ponto turístico que não deve ser deixado para trás.
Radicalizar também se pode: a represa de Jurumirim permite os esportes náuticos, então se você estiver por perto e tiver barco ou jet-ski, a represa será o seu destino. Curte cachoeira? Também tem! Visite a Cachoeira da Liberdade, com uma queda d'água de 67 metros, e a Cachoeira Bela Vista, com 77 metros.
Quer a tranquilidade das cidades do interior? Vai encontrar lá também! Praças e vias muito arborizadas (Avaré já foi conhecida como "Cidade Jardim"), a Igreja Matriz, a Concha Acústica e música no coreto nos finais-de-semana. Quer fazer compras com preço bom e variedade? O comércio local não deixa nada a desejar aos grandes centros urbanos.
Em resumo, estar em Avaré equivale a ter o clima da praia com a tranquilidade que só o interior oferece. Visite, conheça e se encante com a cidade!
Abraços,
Lara
Daí, Daqui, de Lá e de Cá - Zumba!
Oi, gentE!!!
Que tal falar de uma coisa boa, saudável, gostosa de praticar e o melhor: emagrece? Opa!!! Falou em emagrecer, o povo fica doido!
Mês passado, minha amiga Tati me convidou para que eu fizesse uma aula experimental da nova sensação do momento: a Zumba. Claro que eu me animei e aceitei o convite na hora!
GentE! Falando sério, não tem como não emagrecer! Eu estava derretendo na segunda música!
A zumba é um programa de condicionamento físico criado por um bailarino colombiano chamado Beto Perez, lá na década de 90, que envolve aeróbica e dança. Os ritmos são variados, indo desde a salsa até o sertanejo, da cumbia ao hip hop.
Segundo os especialistas no assunto, ela favorece todo o corpo, das pernas ao tronco. Além de queimar calorias, aumenta o condicionamento físico, melhora o humor e fortalece os músculos. Em uma hora de aula, você pode queimar de 500 a 1000 calorias, dependendo da intensidade da coreografia. Wowww! É muita coisa? É mesmo!
Por experiência própria, posso dizer que não existe nada que não se mexa ao ritmo da coreografia, sem contar no prazer que é dançar. Na masterclass que fui com minha amiga, tinham pessoas de todas as idades. Acreditem: vi gente de cabelinho branco rodando, erguendo os braços e, o melhor de tudo, com uma alegria que deixava transparecer no rosto, mesmo que vermelho e suado pelo esforço físico.
Uma das coisas que achei muito legal, também, foi a liberdade das pessoas. Quando não conseguiam acompanhar a coreografia ensinada pelo professor, faziam a sua própria, rodavam, dançavam, sem se preocupar em fazer para o vizinho olhar.
Amo dançar. Já fiz outras danças e falo com conhecimento de causa. A dança não tem limite. Quando eu tinha 160 quilos, eu fazia dança do ventre e hulla, depois passei a fazer dança de salão, sem nenhum tipo de problema. O que vale é você respeitar os seus limites. Não está aguentando? Pare um pouco. Esse movimento é difícil? Não o faça. A dança deve ser prazerosa.
O que vale é queimar calorias, dançar e ser feliz sempre. A minha única dica : Dance ZUMBAA!!!
Beijos daqui, para vocês daí.
Fabby
Que tal falar de uma coisa boa, saudável, gostosa de praticar e o melhor: emagrece? Opa!!! Falou em emagrecer, o povo fica doido!
Mês passado, minha amiga Tati me convidou para que eu fizesse uma aula experimental da nova sensação do momento: a Zumba. Claro que eu me animei e aceitei o convite na hora!
GentE! Falando sério, não tem como não emagrecer! Eu estava derretendo na segunda música!
A zumba é um programa de condicionamento físico criado por um bailarino colombiano chamado Beto Perez, lá na década de 90, que envolve aeróbica e dança. Os ritmos são variados, indo desde a salsa até o sertanejo, da cumbia ao hip hop.
Segundo os especialistas no assunto, ela favorece todo o corpo, das pernas ao tronco. Além de queimar calorias, aumenta o condicionamento físico, melhora o humor e fortalece os músculos. Em uma hora de aula, você pode queimar de 500 a 1000 calorias, dependendo da intensidade da coreografia. Wowww! É muita coisa? É mesmo!
Por experiência própria, posso dizer que não existe nada que não se mexa ao ritmo da coreografia, sem contar no prazer que é dançar. Na masterclass que fui com minha amiga, tinham pessoas de todas as idades. Acreditem: vi gente de cabelinho branco rodando, erguendo os braços e, o melhor de tudo, com uma alegria que deixava transparecer no rosto, mesmo que vermelho e suado pelo esforço físico.
Uma das coisas que achei muito legal, também, foi a liberdade das pessoas. Quando não conseguiam acompanhar a coreografia ensinada pelo professor, faziam a sua própria, rodavam, dançavam, sem se preocupar em fazer para o vizinho olhar.
Amo dançar. Já fiz outras danças e falo com conhecimento de causa. A dança não tem limite. Quando eu tinha 160 quilos, eu fazia dança do ventre e hulla, depois passei a fazer dança de salão, sem nenhum tipo de problema. O que vale é você respeitar os seus limites. Não está aguentando? Pare um pouco. Esse movimento é difícil? Não o faça. A dança deve ser prazerosa.
O que vale é queimar calorias, dançar e ser feliz sempre. A minha única dica : Dance ZUMBAA!!!
Beijos daqui, para vocês daí.
Fabby
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Cozinha de Açúcar - Bala de Gelatina Diet
Oi gentE!!!
Nosso Cozinha de Açúcar de hoje começa com uma confissão em sinal de arrependimento. Fui ao chá de bebê da minha prima no domingo, e meti o pé na jaca. Comi brigadeiro, bombom, bolo, mousse. Extrapolei feio. Um minuto de silêncio para minha dor... Hehehehe!
Vamos ficar sem adoçar nossa semana? Não!!!! Vamos adoçar de forma light, porque somos lindos e elegantes.
Hoje, nosso cozinha de açúcar, vai fazer uma receita deliciosa, que serve para quem é diabético, ou deseja perder os quilinhos, sem abrir mão de um docinho. Tcharammmm... Bala de gelatina diet! Deliciosa, prática, fácil de fazer, e com quase nada de calorias. Yupiiiii! Peguem seus ingredientes e vamos comer doce sem culpa.
Bala de gelatina diet
Ingredientes
1 caixinha de gelatina diet (sabor desejado)
150 ml água
1 envelope de gelatina sem sabor.
5 colheres de água
Modo de fazer
Dissolva a gelatina com sabor em 150 ml de água fervendo. Hidrate a gelatina incolor em 5 colheres de água e deixe 10 segundos no micro-ondas, misture para ela ficar bem molinha (ela vira uma pastinha), misture as duas.
Coloque em um refratário pequeno, ou em algum lugar que possa ser cortado. Leve à geladeira e quando estiver durinha, corte em quadradinhos.
Você pode colocar ela em uma forminha de gelo ou em forminhas de bichinhos.
Prontinho, pode consumir sem culpa!
Beijos daqui, para vocês daí!
Fabby
Nosso Cozinha de Açúcar de hoje começa com uma confissão em sinal de arrependimento. Fui ao chá de bebê da minha prima no domingo, e meti o pé na jaca. Comi brigadeiro, bombom, bolo, mousse. Extrapolei feio. Um minuto de silêncio para minha dor... Hehehehe!
Vamos ficar sem adoçar nossa semana? Não!!!! Vamos adoçar de forma light, porque somos lindos e elegantes.
Hoje, nosso cozinha de açúcar, vai fazer uma receita deliciosa, que serve para quem é diabético, ou deseja perder os quilinhos, sem abrir mão de um docinho. Tcharammmm... Bala de gelatina diet! Deliciosa, prática, fácil de fazer, e com quase nada de calorias. Yupiiiii! Peguem seus ingredientes e vamos comer doce sem culpa.
Bala de gelatina diet
Ingredientes
1 caixinha de gelatina diet (sabor desejado)
150 ml água
1 envelope de gelatina sem sabor.
5 colheres de água
Modo de fazer
Dissolva a gelatina com sabor em 150 ml de água fervendo. Hidrate a gelatina incolor em 5 colheres de água e deixe 10 segundos no micro-ondas, misture para ela ficar bem molinha (ela vira uma pastinha), misture as duas.
Coloque em um refratário pequeno, ou em algum lugar que possa ser cortado. Leve à geladeira e quando estiver durinha, corte em quadradinhos.
Você pode colocar ela em uma forminha de gelo ou em forminhas de bichinhos.
Prontinho, pode consumir sem culpa!
Beijos daqui, para vocês daí!
Fabby
Recriarte - Jogo dos Saquinhos de Feijão
Ah, como era bom ser criança... Lembro-me com muita saudade de um tempo bom e que deixou muitas lembranças boas. As brincadeiras na escola, com os primos e com os amigos, onde nada era eletrônico, nem usava pilha e, muito menos, era caro.
Um dos jogos em que eu mais me divertia era o jogo dos saquinhos de feijão. Simplesmente adorava! Talvez você o conheça por outro nome: três marias, cinco marias, sete marias, cinco manezinhos, jogo das pedrinhas, nente, belisca, capitão, liso, xibiu e epotatá (que, em tupi, quer dizer “mão na pedra”), jogo do osso, onente, bato, arriós, telhos, chocos e nécara. O jogo nada mais consistia do que jogar, segundo algumas regras e sequências, os cinco saquinhos de mesmo tamanho e peso. Um para cima, um ou mais na mão, jogados no chão, na mesa ou em qualquer superfície plana.
Reza a lenda de que esse jogo tem a sua origem lá na Grécia antiga. Os gregos, para consultar a sorte ou os próprios deuses, jogavam ossinhos de pata de carneiro, chamados astrágalos, para cima e observavam como eles caíam. Cada ossinho tinha um nome e um valor determinados e a resposta
obtida vinha da somatória destes números. Com o tempo, os ossinhos foram sendo substituídos por pedras, sementes e várias outras coisas conforme a imaginação das pessoas, até chegar nos saquinhos recheados com areia, grãos e sementes dos dias atuais. Inclusive, costuma-se atribuir aos ossinhos numerados, a origem dos dados, já que a palavra vem do latim, "dadus", que significa "dado pelos deuses". Bacana, né?
Para cada região do Brasil, o jogo tem diferentes fases e regras mas a ideia principal é jogar um saquinho para cima, pegar um dos saquinhos que está no chão e pegar novamente o saquinho jogado, sem deixar cair nenhum dos saquinhos pegos e sem encostar nos outros saquinhos que estiverem no chão. Quem começa é decidido na sorte, quem erra tem que passar a vez mas, quando a vez voltar, pode voltar a jogar de onde parou.
Vamos fazer os saquinhos e voltar à nossa infância?
Materiais necessários:
- grãos de feijão
- retalho de jeans
- linha perlé
- agulha para costura
- tesoura
Modo de fazer:
Corte o retalho de jeans em 5 tiras de 8 cm de comprimento por 3 cm de altura. Dobre as tiras ao meio e costure-as com ponto de alinhavo, deixando uma abertura para encher com os feijões.
Após encher, continue a costura e arremate com alguns nós. Estão prontos!
Os saquinhos não podem ficar muito cheios. Se você quiser fazer o enchimento com areia, precisará embalar a areia em um saquinho plástico e fechar com bastante fita adesiva para não deixar a areia se perder, antes de colocá-la dentro do saquinho jeans.
É a sua imaginação que comanda o enchimento e o tecido. Use sementes, grãos, miçangas, bolinhas plásticas, feltro, juta, brim, o que quiser. O importante é se divertir, recordar e passar o encantamento desta brincadeira antiga para a criançada de hoje!
Abraços,
Lara
Um dos jogos em que eu mais me divertia era o jogo dos saquinhos de feijão. Simplesmente adorava! Talvez você o conheça por outro nome: três marias, cinco marias, sete marias, cinco manezinhos, jogo das pedrinhas, nente, belisca, capitão, liso, xibiu e epotatá (que, em tupi, quer dizer “mão na pedra”), jogo do osso, onente, bato, arriós, telhos, chocos e nécara. O jogo nada mais consistia do que jogar, segundo algumas regras e sequências, os cinco saquinhos de mesmo tamanho e peso. Um para cima, um ou mais na mão, jogados no chão, na mesa ou em qualquer superfície plana.
Reza a lenda de que esse jogo tem a sua origem lá na Grécia antiga. Os gregos, para consultar a sorte ou os próprios deuses, jogavam ossinhos de pata de carneiro, chamados astrágalos, para cima e observavam como eles caíam. Cada ossinho tinha um nome e um valor determinados e a resposta
obtida vinha da somatória destes números. Com o tempo, os ossinhos foram sendo substituídos por pedras, sementes e várias outras coisas conforme a imaginação das pessoas, até chegar nos saquinhos recheados com areia, grãos e sementes dos dias atuais. Inclusive, costuma-se atribuir aos ossinhos numerados, a origem dos dados, já que a palavra vem do latim, "dadus", que significa "dado pelos deuses". Bacana, né?
Para cada região do Brasil, o jogo tem diferentes fases e regras mas a ideia principal é jogar um saquinho para cima, pegar um dos saquinhos que está no chão e pegar novamente o saquinho jogado, sem deixar cair nenhum dos saquinhos pegos e sem encostar nos outros saquinhos que estiverem no chão. Quem começa é decidido na sorte, quem erra tem que passar a vez mas, quando a vez voltar, pode voltar a jogar de onde parou.
Vamos fazer os saquinhos e voltar à nossa infância?
Materiais necessários:
- grãos de feijão
- retalho de jeans
- linha perlé
- agulha para costura
- tesoura
Modo de fazer:
Corte o retalho de jeans em 5 tiras de 8 cm de comprimento por 3 cm de altura. Dobre as tiras ao meio e costure-as com ponto de alinhavo, deixando uma abertura para encher com os feijões.
Após encher, continue a costura e arremate com alguns nós. Estão prontos!
Os saquinhos não podem ficar muito cheios. Se você quiser fazer o enchimento com areia, precisará embalar a areia em um saquinho plástico e fechar com bastante fita adesiva para não deixar a areia se perder, antes de colocá-la dentro do saquinho jeans.
É a sua imaginação que comanda o enchimento e o tecido. Use sementes, grãos, miçangas, bolinhas plásticas, feltro, juta, brim, o que quiser. O importante é se divertir, recordar e passar o encantamento desta brincadeira antiga para a criançada de hoje!
Abraços,
Lara
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Petlovers - As Pulgas e o Cravo-da-Índia
Lá vem o verão... Calor no coração... Pois é. Lá vem o verão e, com ele, a alegria e a disposição que os dias mais quentes nos dá para enfrentar os problemas e saborear a vida e o que ela tem de melhor, não é?
Com os nossos amiguinhos incondicionais, não é diferente. A bicharada fica toda animada, brincando e pulando mais, com ânimo dobrado para curtir junto com a gente essa estação. Entretanto, o verão pode se tornar uma boa dor de cabeça se não estivermos atentos a um problema que já se tornou endêmico no Brasil: a infestação de pulgas.
Quem acompanha os meus textos já sabe que temos duas gatinhas (a Bolacha e a Bastet) e que nós fazemos a criação delas totalmente indoor, ou seja, nossas meninas não têm o mínimo contato com a rua. Mesmo assim, pela proximidade do nosso apartamento com o prédio ao lado, onde um dos apartamentos estava desocupado e totalmente invadido por pombas, as nossas pequenas pegaram pulgas. Aliás, a superpopulação de pombas também se tornou um problema de saúde pública em muitas cidades brasileiras.
Aqui em Santos, cidade portuária e turística, não é diferente. As pombas tomam conta da cidade e a superpopulação é vista principalmente quando nos aproximamos do porto. Infelizmente, as pombas estão infestadas de pulgas e acabam contaminando todos os ambientes onde vivem, sendo assim é bem provável que as diminutas pulgas tenham conseguido entrar em nosso apartamento e infestado as nossas gatinhas.
Outra explicação para essa infeliz ocorrência é a de que nós mesmos, eu e o meu maridão JH, é que tenhamos trago a praga aqui para a nossa casa. Como? Trazendo os ovos de pulga em nossas roupas e sapatos, simplesmente por andar nas ruas. É só andar pelas ruas de Santos para entender: muitos tutores e cães passeando pelas vias. O lado bom é que é bacana ver que aumentou (e muito) o número de cães com tutores e ver, também, que muita gente está passeando com o seu animal de estimação.
O lado ruim é que, infelizmente, muitos tutores não estão se ligando que precisam prevenir e cuidar mais para que os seus bichinhos não tenham pulgas e carrapatos.
Tentamos de tudo. Remédios para passar no chão, paredes e janelas. Remédios, pipetas, sabonetes e loções diversas para passar e dar banho nas gatas. Nada resolveu. Até aquele caríssimo produto que se passa no pescoço nós tentamos, mas sem nenhum resultado. Foi aí que o meu super maridão começou a pesquisar e descobriu uma solução simples, barata e que se mostrou bastante eficaz no controle do problema: o cravo-da-índia.
Eu já conheço o que o cravo-da-índia pode fazer faz muito tempo, já que usamos muito em Odontologia, mas jamais imaginaria que ele também se mostraria um bom combatente no caso das pulgas. Como já estávamos sem alternativas, resolvemos tentar e ver no que dava. E deu coisa boa! A infestação zerou e apenas ocasionalmente, as meninas pegam alguma coisa.
Vimos várias receitas que rolam na internet, das que usam apenas cravo e álcool, por exemplo, até as que misturam muitos ingredientes. Resolvemos testar a mais simples e paramos nela, já que o resultado foi bom logo de cara. O legal é que, além de controlar o problema das pulgas, outras pragas urbanas também diminuíram muito: formigas e pernilongos. Baratas? Não vimos mais também. A melhor parte foi a dos pernilongos! Imagine morar em uma cidade de praia e não ter tanto pernilongo para atazanar? Maravilha!
A nossa receita, então, ficou assim: usamos álcool 96º, um frasco de vidro (reaproveitei um frasco de geleia de 454 gramas) e um pacote de cravo-da-índia de 20 gramas. Colocamos o cravo no frasco e completamos com o álcool até quase a boca. Deixamos curtir por 5 dias, com o frasco de vidro
fechado. Quanto mais escuro estiver o líquido, mais concentrado estará.
Para usar, é só diluir um pouco dessa solução em água. Eu uso em todos os ambientes da casa. Passo no chão com pano molhado e uso borrifador para as portas e janelas. No caso das nossas gatinhas, passo no pelo delas antes e depois do banho, sempre diluído em água, e reaplico a cada 3 ou 4 dias com uma toalha. Quando acaba a solução, reaproveito o mesmo cravo por mais duas vezes, completando com o álcool da mesma forma. Só após é que jogo fora, lavo o frasco e faço uma nova solução com um pacote de cravo novo.
O cravo-da-índia tem propriedades anti-inflamatórias e bactericidas, além de ser calmante e antisséptico. Largamente usado na culinária do mundo todo, seus benefícios não se restringem apenas à comida e à nossa saúde. Nossa casa fica muito perfumada e mais limpa e nossos pets, sem parasitas e sem coceiras, também ficam mais felizes e mais saudáveis com ajuda desta poderosa florzinha seca.
Abraços,
Lara
Com os nossos amiguinhos incondicionais, não é diferente. A bicharada fica toda animada, brincando e pulando mais, com ânimo dobrado para curtir junto com a gente essa estação. Entretanto, o verão pode se tornar uma boa dor de cabeça se não estivermos atentos a um problema que já se tornou endêmico no Brasil: a infestação de pulgas.
Quem acompanha os meus textos já sabe que temos duas gatinhas (a Bolacha e a Bastet) e que nós fazemos a criação delas totalmente indoor, ou seja, nossas meninas não têm o mínimo contato com a rua. Mesmo assim, pela proximidade do nosso apartamento com o prédio ao lado, onde um dos apartamentos estava desocupado e totalmente invadido por pombas, as nossas pequenas pegaram pulgas. Aliás, a superpopulação de pombas também se tornou um problema de saúde pública em muitas cidades brasileiras.
Aqui em Santos, cidade portuária e turística, não é diferente. As pombas tomam conta da cidade e a superpopulação é vista principalmente quando nos aproximamos do porto. Infelizmente, as pombas estão infestadas de pulgas e acabam contaminando todos os ambientes onde vivem, sendo assim é bem provável que as diminutas pulgas tenham conseguido entrar em nosso apartamento e infestado as nossas gatinhas.
Outra explicação para essa infeliz ocorrência é a de que nós mesmos, eu e o meu maridão JH, é que tenhamos trago a praga aqui para a nossa casa. Como? Trazendo os ovos de pulga em nossas roupas e sapatos, simplesmente por andar nas ruas. É só andar pelas ruas de Santos para entender: muitos tutores e cães passeando pelas vias. O lado bom é que é bacana ver que aumentou (e muito) o número de cães com tutores e ver, também, que muita gente está passeando com o seu animal de estimação.
O lado ruim é que, infelizmente, muitos tutores não estão se ligando que precisam prevenir e cuidar mais para que os seus bichinhos não tenham pulgas e carrapatos.
Tentamos de tudo. Remédios para passar no chão, paredes e janelas. Remédios, pipetas, sabonetes e loções diversas para passar e dar banho nas gatas. Nada resolveu. Até aquele caríssimo produto que se passa no pescoço nós tentamos, mas sem nenhum resultado. Foi aí que o meu super maridão começou a pesquisar e descobriu uma solução simples, barata e que se mostrou bastante eficaz no controle do problema: o cravo-da-índia.
Eu já conheço o que o cravo-da-índia pode fazer faz muito tempo, já que usamos muito em Odontologia, mas jamais imaginaria que ele também se mostraria um bom combatente no caso das pulgas. Como já estávamos sem alternativas, resolvemos tentar e ver no que dava. E deu coisa boa! A infestação zerou e apenas ocasionalmente, as meninas pegam alguma coisa.
Vimos várias receitas que rolam na internet, das que usam apenas cravo e álcool, por exemplo, até as que misturam muitos ingredientes. Resolvemos testar a mais simples e paramos nela, já que o resultado foi bom logo de cara. O legal é que, além de controlar o problema das pulgas, outras pragas urbanas também diminuíram muito: formigas e pernilongos. Baratas? Não vimos mais também. A melhor parte foi a dos pernilongos! Imagine morar em uma cidade de praia e não ter tanto pernilongo para atazanar? Maravilha!
A nossa receita, então, ficou assim: usamos álcool 96º, um frasco de vidro (reaproveitei um frasco de geleia de 454 gramas) e um pacote de cravo-da-índia de 20 gramas. Colocamos o cravo no frasco e completamos com o álcool até quase a boca. Deixamos curtir por 5 dias, com o frasco de vidro
fechado. Quanto mais escuro estiver o líquido, mais concentrado estará.
Para usar, é só diluir um pouco dessa solução em água. Eu uso em todos os ambientes da casa. Passo no chão com pano molhado e uso borrifador para as portas e janelas. No caso das nossas gatinhas, passo no pelo delas antes e depois do banho, sempre diluído em água, e reaplico a cada 3 ou 4 dias com uma toalha. Quando acaba a solução, reaproveito o mesmo cravo por mais duas vezes, completando com o álcool da mesma forma. Só após é que jogo fora, lavo o frasco e faço uma nova solução com um pacote de cravo novo.
O cravo-da-índia tem propriedades anti-inflamatórias e bactericidas, além de ser calmante e antisséptico. Largamente usado na culinária do mundo todo, seus benefícios não se restringem apenas à comida e à nossa saúde. Nossa casa fica muito perfumada e mais limpa e nossos pets, sem parasitas e sem coceiras, também ficam mais felizes e mais saudáveis com ajuda desta poderosa florzinha seca.
Abraços,
Lara
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