Já vimos que a música é algo inerente ao ser humano. Não se vive sem ela e isso é um fato incontestável. A música nos diverte, nos acalma, revela os nossos sentimentos, permite a socialização, ajuda no aprendizado das crianças, entre tantas outras coisas. É cultura universal e não se discute, mas... A música pode ajudar a curar também?
Sim! Estamos falando da Musicoterapia!
A musicoterapia, através da utilização da música e de suas partes constituintes, como o ritmo, a melodia e harmonia, busca desenvolver ou restaurar o indivíduo para que ele tenha uma melhor qualidade de vida. Através da prevenção, da reabilitação ou do tratamento, a musicoterapia pode atender às necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas, promovendo a comunicação, o relacionamento, aprendizado, expressão, mobilização, entre outros objetivos terapêuticos.
A música vem sendo utilizada como instrumento terapêutico há muitos séculos, com registros a respeito encontrados em obras de filósofos gregos pré-socráticos, inclusive. Entretanto, os métodos utilizados só foram sistematizados após a Segunda Guerra Mundial, através de pesquisas norte-americanas. E é nos EUA que foi criado o primeiro curso superior de musicoterapia, em 1944, na Michigan State University.
Os musicoterapeutas podem trabalhar com vários tipos de pacientes, individualmente ou em grupos. Pode se trabalhar em consultórios ou em conjunto com equipes de saúde multidisciplinares, ou seja, conjuntamente com médicos, fonoaudiólogos, enfermeiros, educadores e fisioterapeutas, por exemplo. Todas as pessoas podem se beneficiar da musicoterapia, principalmente aquelas com autismos, dificuldades motoras e mentais, paralisia cerebral, com problemas psiquiátricos e dificuldades emocionais, além de gestantes e idosos.
São vários os métodos utilizados pelos musicoterapeutas, mas podemos dizer que estes profissionais usam o método receptivo, onde é o musicoterapeuta que toca a música para o paciente; e o método ativo, onde o próprio paciente é que toca um instrumento musical, canta, dança ou faz outra atividade em conjunto com o musicoterapeuta. Independentemente do método necessário, as sessões de musicoterapia buscam a produção de resultados não-musicais, por isso não é necessário que o paciente saiba ou tenha algum treinamento em música para poder participar deste tipo de terapia.
O musicoterapeuta é um profissional que estuda muito. A formação pode ser feita em cursos de graduação em musicoterapia ou como especialização para profissionais da área de música ou de saúde (como músicos, professores de música, médicos e psicólogos, por exemplo), e inclui teoria musical, canto, prática em instrumentos harmônicos (piano, violão), melódicos (flauta) e percussão. Além disso, o musicoterapeuta precisa conhecer anatomia e fisiologia humanas, neurologia, psicologia, filosofia e ter noções de expressão corporal e artística, dança e métodos de educação musical (Orff ou Kodály).
A musicoterapia pode e deve ser associada à outras terapias, como relaxamento progressivo, reiki, ioga e acupuntura. Ultimamente, tem tido sucesso reconhecido em tratamento da dor crônica e no stress pós-traumático.
Assim, aí temos mais uma prova de que a música, com todos os seus pormenores e particularidades, só nos faz bem!
Abraços,
Lara
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Vivendo Bem - Concentração e Relaxamento
Olá, pessoas supimpas!
A concentração nos permite ter êxito em tudo o que fazemos. Isto se dá quando aprendemos a viver o instante, o agora. Para se concentrar, é preciso ter em mente apenas um único pensamento, sustentando toda nossa atenção a este pensamento. É o oposto de distração. É a chave para conseguir qualquer prática. Não é fácil, mas devemos insistir, treinando a mente, até termos êxito.
Algumas das formas de praticar a concentração no dia a dia são:
- fazer coisa por coisa, sem pensar em mais outra;
- não interromper o que começou para fazer outra coisa;
- não pensar em coisas que serão feitas mais tarde e não pensar em coisas já feitas antes;
- manter-se centrado justamente no que está sendo feito no momento.
No início, isso vai exigir certo esforço, mas com a prática nossa concentração vai melhorando cada vez mais.
A maioria das coisas que fazemos é feita de forma mecânica enquanto pensamos em outras coisas, como no momento em que escovamos os dentes, comemos, andamos, dirigimos nosso carro, etc. Isto nos impede que nos mantemos concentrados no que estamos fazendo.
Esta nossa forma de pensar e fazer as coisas sem concentração faz com que não nos relaxemos completamente. Acabamos por gastar muita energia desnecessariamente.
Tudo o que vem à nossa mente, como desejos, emoções, preocupações, medos, até músicas que repetimos mentalmente sem nos dar conta, são coisas que nos esgotam e causam tensões.
Um ótimo exercício para relaxamento é nos concentrarmos em cada uma das partes do nosso corpo e sentirmos uma por uma. Reserve um momento diário para a prática deste exercício. Pode ser antes de dormir.
Antes de iniciar este exercício, inspire e expire profundamente por umas dez vezes e diminua o ritmo até deixar a respiração normal.
1 – Livre sua mente de qualquer pensamento preocupante;
2 – Mantenha a atenção em cada dedo dos seus pés, um por um. Observe se estão tensos ou relaxados. Procure relaxá-los. Faça isso sem pressa de terminar;
3 – Mantenha agora sua atenção nos músculos dos pés. Primeiro um e depois o outro. Vá relaxando cada músculo devagar;
4 – Após relaxar os músculos dos pés, sinta as panturrilhas e relaxe-as uma após outra;
5 – Agora relaxe os joelhos;
6 – Relaxe os músculos das coxas e sinta as pernas totalmente relaxadas. Relaxe sempre um lado e depois o outro;
7 – Após relaxar as pernas, faça o mesmo com os braços, começando pelos dedos de cada mão, um a um;
8 – Relaxe os músculos das mãos e pulsos;
9 – Relaxe agora os antebraços, depois cotovelos e braços. Sempre um lado e depois o outro;
10 – Passe a atenção agora para a região dos glúteos, genitais, quadris, abdômen e cintura. Relaxe um a um dos músculos que aí se encontram;
11 – Agora relaxe os músculos do peito, ombros, costas e todo o tronco. Faça isso lentamente, um músculo de cada vez;
12 – Relaxe agora os músculos do pescoço, garganta, mandíbula, língua, bochecha, nariz, olhos, sobrancelhas, testas, todos os músculos da face, orelhas, couro cabeludo, deixando toda a cabeça relaxada.
Só passe para a próxima etapa depois de relaxar os músculos dos membros das etapas anteriores. Ao término do exercício, o corpo deve estar totalmente relaxado.
Você pode gravar este texto com uma música suave de fundo, para ouvi-lo enquanto executa o exercício.
É um exercício simples que treina a concentração e o relaxamento ao mesmo tempo. Tem um ótimo resultando quando feito antes de dormir, garantindo uma boa noite de sono.
É isso aí, pessoas! Vamos nos manter concentrados e relaxados para nos livrar do estresse e tensões do dia a dia, garantindo uma vida mais saudável.
Abraços do MM!
A concentração nos permite ter êxito em tudo o que fazemos. Isto se dá quando aprendemos a viver o instante, o agora. Para se concentrar, é preciso ter em mente apenas um único pensamento, sustentando toda nossa atenção a este pensamento. É o oposto de distração. É a chave para conseguir qualquer prática. Não é fácil, mas devemos insistir, treinando a mente, até termos êxito.
Algumas das formas de praticar a concentração no dia a dia são:
- fazer coisa por coisa, sem pensar em mais outra;
- não interromper o que começou para fazer outra coisa;
- não pensar em coisas que serão feitas mais tarde e não pensar em coisas já feitas antes;
- manter-se centrado justamente no que está sendo feito no momento.
No início, isso vai exigir certo esforço, mas com a prática nossa concentração vai melhorando cada vez mais.
A maioria das coisas que fazemos é feita de forma mecânica enquanto pensamos em outras coisas, como no momento em que escovamos os dentes, comemos, andamos, dirigimos nosso carro, etc. Isto nos impede que nos mantemos concentrados no que estamos fazendo.
Esta nossa forma de pensar e fazer as coisas sem concentração faz com que não nos relaxemos completamente. Acabamos por gastar muita energia desnecessariamente.
Tudo o que vem à nossa mente, como desejos, emoções, preocupações, medos, até músicas que repetimos mentalmente sem nos dar conta, são coisas que nos esgotam e causam tensões.
Um ótimo exercício para relaxamento é nos concentrarmos em cada uma das partes do nosso corpo e sentirmos uma por uma. Reserve um momento diário para a prática deste exercício. Pode ser antes de dormir.
Antes de iniciar este exercício, inspire e expire profundamente por umas dez vezes e diminua o ritmo até deixar a respiração normal.
1 – Livre sua mente de qualquer pensamento preocupante;
2 – Mantenha a atenção em cada dedo dos seus pés, um por um. Observe se estão tensos ou relaxados. Procure relaxá-los. Faça isso sem pressa de terminar;
3 – Mantenha agora sua atenção nos músculos dos pés. Primeiro um e depois o outro. Vá relaxando cada músculo devagar;
4 – Após relaxar os músculos dos pés, sinta as panturrilhas e relaxe-as uma após outra;
5 – Agora relaxe os joelhos;
6 – Relaxe os músculos das coxas e sinta as pernas totalmente relaxadas. Relaxe sempre um lado e depois o outro;
7 – Após relaxar as pernas, faça o mesmo com os braços, começando pelos dedos de cada mão, um a um;
8 – Relaxe os músculos das mãos e pulsos;
9 – Relaxe agora os antebraços, depois cotovelos e braços. Sempre um lado e depois o outro;
10 – Passe a atenção agora para a região dos glúteos, genitais, quadris, abdômen e cintura. Relaxe um a um dos músculos que aí se encontram;
11 – Agora relaxe os músculos do peito, ombros, costas e todo o tronco. Faça isso lentamente, um músculo de cada vez;
12 – Relaxe agora os músculos do pescoço, garganta, mandíbula, língua, bochecha, nariz, olhos, sobrancelhas, testas, todos os músculos da face, orelhas, couro cabeludo, deixando toda a cabeça relaxada.
Só passe para a próxima etapa depois de relaxar os músculos dos membros das etapas anteriores. Ao término do exercício, o corpo deve estar totalmente relaxado.
Você pode gravar este texto com uma música suave de fundo, para ouvi-lo enquanto executa o exercício.
É um exercício simples que treina a concentração e o relaxamento ao mesmo tempo. Tem um ótimo resultando quando feito antes de dormir, garantindo uma boa noite de sono.
É isso aí, pessoas! Vamos nos manter concentrados e relaxados para nos livrar do estresse e tensões do dia a dia, garantindo uma vida mais saudável.
Abraços do MM!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Vivendo Bem - Dança de Salão
Mais do que nunca, os médicos recomendam as atividades físicas para a conquista e manutenção da saúde do corpo e da mente, quando se vê o aumento alarmante do sedentarismo entre as pessoas, principalmente aquelas que moram em grandes centros urbanos. Muitos se cansam só de pensar em frequentar uma academia, outros são totalmente avessos à elas, então como se exercitar com prazer, sem ter a rotina massacrante de uma academia?
É simples: dance! A dança é uma excelente atividade física, além de permitir uma queima calórica de até 700 calorias em uma hora de atividade, dependendo do ritmo escolhido.
Dançar em salões traz inúmeros benefícios:
- auxilia na mudança de comportamento, deixando as pessoas menos tímidas, mais confiantes e com mais vontade de encarar a vida.
- dá equilíbrio emocional, fator decisivo para emagrecer e manter o peso, na conquista de um corpo mais saudável.
- aumenta a freqüência cardíaca e estimula a circulação do sangue.
- melhora a capacidade respiratória.
- por ser uma atividade social em sua essência, promove interação entre as pessoas, troca de experiências, estimula o diálogo, aumenta a motivação para a vida e promove a sensação de bem-estar.
- estimula a concentração e aumenta a percepção corporal rítmica.
- diminui a solidão, proporciona prazer e alivia as tensões do dia-a-dia.
Não pense que a dança de salão é "coisa de velho" e que alguns ritmos ensinados são "caretas". Quando se começa a frequentar os salões de dança, esses conceitos se desconstroem e todo mundo acaba adorando dançar e participar, mesmo aqueles que acham que não têm jeito para a coisa.
Mesmo que no começo pareça difícil, com o treino e alguns meses de curso, até o mais desajeitado já fará bonito. Como em muitas coisas na nossa vida, a dança de salão é questão de prática e dedicação, isso sem contar que está na moda, né?
Portanto, se a dança de salão é uma ótima alternativa às academias, queima calorias, diverte e permite conhecer um monte de gente, você está esperando o quê para se matricular? Experimente! Não há contra-indicação!
Bom divertimento!
Abraços,
Lara
É simples: dance! A dança é uma excelente atividade física, além de permitir uma queima calórica de até 700 calorias em uma hora de atividade, dependendo do ritmo escolhido.
Dançar em salões traz inúmeros benefícios:
- auxilia na mudança de comportamento, deixando as pessoas menos tímidas, mais confiantes e com mais vontade de encarar a vida.
- dá equilíbrio emocional, fator decisivo para emagrecer e manter o peso, na conquista de um corpo mais saudável.
- aumenta a freqüência cardíaca e estimula a circulação do sangue.
- melhora a capacidade respiratória.
- por ser uma atividade social em sua essência, promove interação entre as pessoas, troca de experiências, estimula o diálogo, aumenta a motivação para a vida e promove a sensação de bem-estar.
- estimula a concentração e aumenta a percepção corporal rítmica.
- diminui a solidão, proporciona prazer e alivia as tensões do dia-a-dia.
Não pense que a dança de salão é "coisa de velho" e que alguns ritmos ensinados são "caretas". Quando se começa a frequentar os salões de dança, esses conceitos se desconstroem e todo mundo acaba adorando dançar e participar, mesmo aqueles que acham que não têm jeito para a coisa.
Mesmo que no começo pareça difícil, com o treino e alguns meses de curso, até o mais desajeitado já fará bonito. Como em muitas coisas na nossa vida, a dança de salão é questão de prática e dedicação, isso sem contar que está na moda, né?
Portanto, se a dança de salão é uma ótima alternativa às academias, queima calorias, diverte e permite conhecer um monte de gente, você está esperando o quê para se matricular? Experimente! Não há contra-indicação!
Bom divertimento!
Abraços,
Lara
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Vivendo Bem - Educação Musical na Infância
Música... Tão necessária e tão importante em nossas vidas, a música é como algo de que já não temos mais a percepção, mas sem o qual não conseguimos viver. Em todos os cantos de nossas vidas, existe a música: para lembrar, para se alegrar, para chorar, para aprender. Sem ela, seríamos seres incapazes de compreender melhor o mundo e, por isso, o "aprender música" se torna ainda mais importante, principalmente na educação e formação das nossas crianças.
Aos 9 anos, eu pedi à minha mãe para estudar piano clássico. A princípio, ela se assustou com o tempo em que eu levaria para concluir o estudo do piano clássico (na época, seriam 9 anos até "tirar o conservatório", que seria me formar em piano), mas topou a empreitada junto comigo. Mesmo sem ter um piano para treinar em casa, eu me esforcei. Treinava os dedilhados na beira da mesa da cozinha, marcava horários de estudo e ficava lá, desenvolvendo as minhas habilidades por horas a fio.
Cheguei a concluir o oitavo ano e parei por aí, não por não gostar mais, mas por não ter mais tempo para o curso, já que tinha entrado na faculdade e não dispunha mais de tantas horas para estudar as lições.
Fiz parte, inclusive, por dois anos seguidos, da fanfarra da minha escola como pratista principal. Ganhamos até um concurso estadual de fanfarras, na época. Foi muito divertido!
Hoje, percebo que tudo isso foi fundamental para a construção da minha identidade, já que a educação musical, se feita precocemente, estimula várias áreas do nosso cérebro e desenvolve outras várias habilidades nas crianças.
Autodisciplina, paciência, percepção aguçada, desenvolvimento do raciocínio e coordenação motora, melhora da concentração e da memória, exercício da persistência, além de ensinar a humanização, o respeito e a sensibilidade. A educação musical na infância permite tudo isso e muito mais, como o desenvolvimento do pensamento lógico e analítico, itens que influirão positivamente em vários setores da vida dessas crianças, além do ensino do trabalho em equipe (duetos, audições, orquestras, bandas).
A educação musical na infância traz maior facilidade para se entender outras áreas do conhecimento, fazendo com que as crianças tenham menos dificuldades com as matéria na escola, além de fornecer bases para uma estrutura emocional e psicológica mais saudável e sólida.
Já dizia Platão: "A música é o instrumento educacional mais potente do que qualquer outro."
Saudades do meu piano...
Abraços,
Lara
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Vivendo Bem - Ócio Criativo
A primeira coisa que vem à mente de quem entra em férias é descansar. A segunda, é viajar. Mas quem pensa que viajar só traz benefícios para quem está em férias, ou quer descanso, diversão ou relaxamento, está muito enganado: viajar, além de ser uma ótima oportunidade de se conhecer coisas novas, também pode contribuir para a carreira, a produtividade e o crescimento profissional.
Estamos falando de ócio criativo, conceito criado por Domenico de Masi, sociólogo italiano. No ócio criativo, há a união de estudo, trabalho e lazer com o intuito de melhorar a qualidade de vida e aumentar a produtividade profissional. Sendo assim, o termo "ócio" não tem nada a ver com preguiça ou sedentarismo. Muito pelo contrário!
Segundo Domenico, é possível unir trabalho, estudo e lazer, o que promoverá uma fusão entre prazer e produção. Então, se você tem a oportunidade de viajar e, de quebra, conseguir conciliar enriquecimento cultural e profissional, além de se divertir, estará praticando o ócio criativo.
Viajar pode ajudá-lo a criar e encontrar soluções, renovando conhecimentos e nos tirando da nossa já velha conhecida, a rotina. Conviver com outras pessoas, mudar as paisagens, ter acesso à outras pessoas, culturas e experiências, inspira e estimula a sua criatividade. Segundo pesquisas, quanto mais estivermos relaxados, mais as ideias fluirão com facilidade e mais a nossa mente se abrirá para novas perspectivas.
Hoje em dia, trabalhar é muito importante, mas ninguém é de ferro, né? Sua mente precisa de férias, portanto comece a programar a sua próxima viagem!
Abraços,
Lara
Estamos falando de ócio criativo, conceito criado por Domenico de Masi, sociólogo italiano. No ócio criativo, há a união de estudo, trabalho e lazer com o intuito de melhorar a qualidade de vida e aumentar a produtividade profissional. Sendo assim, o termo "ócio" não tem nada a ver com preguiça ou sedentarismo. Muito pelo contrário!
Segundo Domenico, é possível unir trabalho, estudo e lazer, o que promoverá uma fusão entre prazer e produção. Então, se você tem a oportunidade de viajar e, de quebra, conseguir conciliar enriquecimento cultural e profissional, além de se divertir, estará praticando o ócio criativo.
Viajar pode ajudá-lo a criar e encontrar soluções, renovando conhecimentos e nos tirando da nossa já velha conhecida, a rotina. Conviver com outras pessoas, mudar as paisagens, ter acesso à outras pessoas, culturas e experiências, inspira e estimula a sua criatividade. Segundo pesquisas, quanto mais estivermos relaxados, mais as ideias fluirão com facilidade e mais a nossa mente se abrirá para novas perspectivas.
Hoje em dia, trabalhar é muito importante, mas ninguém é de ferro, né? Sua mente precisa de férias, portanto comece a programar a sua próxima viagem!
Abraços,
Lara
domingo, 7 de julho de 2013
Vivendo Bem - Mergulho
A
correria do dia-a-dia, onde o casal tem que trabalhar, os filhos estudarem
línguas, música ou fazerem outras atividades, acaba distanciando a família e
os amigos.Fica quase impossível programar uma atividade em grupo
que não seja pizza ou churrasco para integrar todos novamente.
Atividades esportivas, então, são praticamente nulas, pois ou atendem aos
amigos ou a família apenas.
Jovens buscam sempre novidades e, principalmente, por atividades radicais, onde sejam testados os seus limites e de onde possam tirar histórias fantásticas para contar aos amigos. Os pais também buscam atividades estimulantes, mas nem sempre estão em forma, justamente pelo ritmo que a vida impõe.
Há também casais que buscam atividades em que possam ficar mais juntinhos, ou grupos de amigos cansados dos churrascos de confraternização.
Para todos eles eu tenho uma dica de ouro: praticar mergulho! Esporte radical democrático: definição perfeita para o mergulho!
Sou mergulhador desde 1995 e fiquei tão envolvido com a atividade que até trabalhei como mergulhador.
Diferente do que a maioria dos leigos pensa sobre o mergulho, dos esportes radicais é o mais seguro, principalmente por ser altamente técnico. Existe muita confusão entre o mergulho profissional e o turístico. São atividades totalmente diferentes, até mesmo nos equipamentos usados.
O mergulho turístico é totalmente controlado pelos profissionais credenciados (muito importante procurar escolas e operadoras credenciadas), cuja única preocupação é proporcionar um ambiente seguro, agradável e inesquecível.
A relação do homem com a água remete ao útero materno, assim sendo a segurança e o bem estar são resgatados no mergulho. Por ser altamente técnico, não possui limites de idade, sexo ou condição física, então pais, filhos e avós podem programar uma saída de mergulho. Aquele gordinho do grupo de amigos não vai mais ficar de fora das atividades esportivas. Hoje existem escolas e operadoras de mergulho especializadas em certificar e levar para a prática do mergulho, pessoas com necessidades especiais.
A sensação do mergulho é única e individual. Mesmo que um grupo mergulhe numa mesma região, cada mergulhador terá uma sensação diferente e histórias inéditas para contar.
A prática do mergulho também agrega valores pessoais muito apreciados como trabalho em equipe, disciplina, responsabilidade, confiança, atenção a detalhes, foco, raciocínio rápido e principalmente: pensar antes de agir.
A todos aqueles que desejam conhecer um mundo novo, cheio de beleza naturais, pessoas de bem com a vida, muito seguro e, acreditem, não tão caro, um ótimo mergulho!
Abraços,
JH
Agradecemos imensamente ao amigo Paulo Lucone, da Maracaibo Dive Boats, por ceder os direitos de uso das imagens para o nosso blog, lembrando que todas as fotos são de propriedade da Maracaibo (com exceção de fotos pessoais).
A Maracaibo Dive Boats é a nossa opção de mergulho recreativo e indicamos com louvor. Possui profissionais competentes, tem lancha própria e trabalham com várias escolas no Brasil. Quer saber mais? Acesse o site Maracaibo Dive Boats
Obrigado, Paulo!
Jovens buscam sempre novidades e, principalmente, por atividades radicais, onde sejam testados os seus limites e de onde possam tirar histórias fantásticas para contar aos amigos. Os pais também buscam atividades estimulantes, mas nem sempre estão em forma, justamente pelo ritmo que a vida impõe.
Há também casais que buscam atividades em que possam ficar mais juntinhos, ou grupos de amigos cansados dos churrascos de confraternização.
Para todos eles eu tenho uma dica de ouro: praticar mergulho! Esporte radical democrático: definição perfeita para o mergulho!
Sou mergulhador desde 1995 e fiquei tão envolvido com a atividade que até trabalhei como mergulhador.
Diferente do que a maioria dos leigos pensa sobre o mergulho, dos esportes radicais é o mais seguro, principalmente por ser altamente técnico. Existe muita confusão entre o mergulho profissional e o turístico. São atividades totalmente diferentes, até mesmo nos equipamentos usados.
O mergulho turístico é totalmente controlado pelos profissionais credenciados (muito importante procurar escolas e operadoras credenciadas), cuja única preocupação é proporcionar um ambiente seguro, agradável e inesquecível.
A relação do homem com a água remete ao útero materno, assim sendo a segurança e o bem estar são resgatados no mergulho. Por ser altamente técnico, não possui limites de idade, sexo ou condição física, então pais, filhos e avós podem programar uma saída de mergulho. Aquele gordinho do grupo de amigos não vai mais ficar de fora das atividades esportivas. Hoje existem escolas e operadoras de mergulho especializadas em certificar e levar para a prática do mergulho, pessoas com necessidades especiais.
A sensação do mergulho é única e individual. Mesmo que um grupo mergulhe numa mesma região, cada mergulhador terá uma sensação diferente e histórias inéditas para contar.
A prática do mergulho também agrega valores pessoais muito apreciados como trabalho em equipe, disciplina, responsabilidade, confiança, atenção a detalhes, foco, raciocínio rápido e principalmente: pensar antes de agir.
A todos aqueles que desejam conhecer um mundo novo, cheio de beleza naturais, pessoas de bem com a vida, muito seguro e, acreditem, não tão caro, um ótimo mergulho!
Abraços,
JH
Agradecemos imensamente ao amigo Paulo Lucone, da Maracaibo Dive Boats, por ceder os direitos de uso das imagens para o nosso blog, lembrando que todas as fotos são de propriedade da Maracaibo (com exceção de fotos pessoais).
A Maracaibo Dive Boats é a nossa opção de mergulho recreativo e indicamos com louvor. Possui profissionais competentes, tem lancha própria e trabalham com várias escolas no Brasil. Quer saber mais? Acesse o site Maracaibo Dive Boats
Obrigado, Paulo!
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Vivendo Bem - Óleo de Coco
Olá, queridos leitores.
Quantos de vocês brigam com a balança? Alguns , né? Comigo, é assim também.
Desde criança fui gordinha. Mamys achava que tinha que engordar e, então, tome vitamina, tome “medicamento fortificante e antianêmico” sendo que já tinha propensão à obesidade.
“Aí veio a adolescência”[...], cresci um cadim e emagreci. No começo da juventude (ainda sou jovem, heim?), conforme já disse na coluna Daí, Daqui, De Lá e De Cá (texto em Moda Praia Para GG), era chamada de GORDA por muitas pessoas quando, na verdade, era avantajada em minhas formas ou, como diz meu endocrinologista Marcelo Padilha, sou “uma pessoa larga”.
Após a separação dos meus pais, eu e mamys passamos a engordar. Em 2003 fiz um regime maluco e emagreci 10 quilos. Parei o regime louco e voltei a engordar. Um dia, assistindo o Globo Repórter, fiquei interessada pelos benefícios do óleo de coco: perder peso, diminuir barriga e diminuição do colesterol ruim, LDL.
Passei a consumí-lo meia hora antes do almoço e meia hora antes do jantar, com iogurtes ou com frutas, algumas vezes temperando a salada. Fui eliminando peso, pois dava saciedade e comia menos. Meses depois fiz exames ambulatoriais e estava tudo em ordem, inclusive o colesterol estava bom.
As pessoas perguntavam qual era a minha receita e eu dizia: caminhar uma hora por dia, comer de três em três horas e óleo de coco meia hora antes do almoço e jantar. De 99 quilos cheguei a 89 quilos e com saúde.
Usei algumas marcas, mas in natura dá mais resultado do que em cápsula. Agora, como não o uso mais devido ao tratamento com endocrinologista, mas foi proveitoso no período em que usei.
Se fala muito em óleo de coco por um simples motivo: emagrecimento. Pesquisas apontam que participantes tiveram uma redução significativa de peso e perda de gordura abdominal com a adição do óleo do coco às suas refeições, pois a gordura contida nele retarda o esvaziamento gástrico, contribuindo para o aumento da saciedade e, consequentemente, na redução da fome, além de ser fonte de TCM (triglicerídeos de cadeia média), um tipo de gordura de fácil absorção e alta produção de energia. Se há energia disponível, não há porque formar mais gordura; sendo assim, o emagrecimento acontece como consequência.
Há outros benefícios já identificados: ele é termogênico (acelera a queima de gordura) e antioxidante, pois combate os radicais livres em acúmulo no nosso organismo, causados pelo sobrepeso. Também é rico em ácido láurico, uma espécie de gordura com ação antibacteriana, antifúngica, antiviral e antiprotozoária.
O óleo de coco virgem é obtido por processos físicos como prensagem e filtração, a partir de cocos frescos (de casca marrom) e úmidos. Apenas o óleo de coco virgem preserva os seus fitoquímicos naturais, inclusive podendo ser preparado em casa, segundo nutricionistas. Utilize-o, também, para cozinhar (substituindo os óleos convencionais). Como o seu sabor é agradável, pode-se passar em pães, temperar saladas, etc.
Que você, leitor, se anime como eu e tenha uma vida melhor!
Abraços,
Regiane
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Vivendo Bem - Por Que Cantar?
O que há no banheiro que nos convida a cantar? A acústica? Já soube de
gente que gravou música dentro do banheiro com instrumento e tudo para mandar
como inscrição em algum festival de música! E não é que ficou bom?
Onde é melhor cantar? No trono ou debaixo do chuveiro?
Tem gente cantando nas ruas, no ônibus, no metrô, em salas de espera.
Se estiver usando fone de ouvido aí canta mais alto. Se bem que tem uns que ouvem
pancadão sem fone de ouvido e cantam junto mais alto e mais desafinado do que a
música que está tocando. Gente sem noção.
E aqueles aparelhos de videokê? Se quiser acabar com uma festa leva um
desses. Podem apostar, os que sabem cantar não vão ter muitas chances em
demonstrar o dom, pois os bêbados chatos e desafinados irão tomar conta do
aparelho. E as músicas serão sempre aquelas que estamos de saco cheio de ouvir e
que cantarão repetidas vezes. Gosto quando alguém arrisca alguma música
internacional bem cantada. Infelizmente quando peço para alguém cantar uma assim,
me olham torcendo o nariz como se eu fosse de outro mundo. Eu mesmo cantaria se
soubesse!
E quando pegam o violão? Meu Deus! Alguém poderia me explicar porque
quando pegam o violão a primeira música sempre tem que começar assim: “Tire
suas mãos de mim...”? Aliás, esta também é muito tocada nos aparelhos de
videokê. Mas muito mesmo. Tão muito que às vezes só tocam ela. É falta de
criatividade ou de repertório?
Já dizia não sei quem que, quem canta os males espanta! Dependendo da
cantoria espanta até os ouvintes! É o caso daquele que canta pancadão dentro do
ônibus acompanhando a música no celular.
Quando eu era criança eu cantava no banheiro. E músicas internacionais.
Gostava de cantar Feelings, de Morris Albert. Depois fui crescendo e perdendo o
jeito. Estudei dois anos de teoria musical e alguns meses de guitarra. Não dei
continuidade aos estudos, hoje prefiro mais ouvir.
Minha cabeça parece um tocador de MP3, pois sempre tem uma música
tocando. Li uma vez uma matéria sobre um tipo de esquizofrenia em que os
portadores sempre ouviam músicas imaginárias. No meu caso é diferente, pois sei
que a música está na minha imaginação, e o bom disso tudo é que tenho o
controle. Posso trocar de música a hora que eu quiser. Imagino a música como
uma trilha sonora para a minha vida. Há músicas que servem de fundo tanto para
drama quanto para comédia e romance.
A música é tudo pra mim! Como já dizia Nietzsche: Sem a música a vida
seria um erro.
Abraços do MM.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Vivendo Bem - Meditação Transcendental
Quando se fala em meditação, muitos já imaginam um indiano, sentado em posição de lótus, com as mãos dispostas sobre os joelhos, de calças e turbante branco e entoando um monte de canções (mantras), não é mesmo? Pois é. Muitos até fogem do assunto por achar que a meditação é algo ligado a algumas religiões e, por isso, nem pensam em se aprofundar mais neste assunto. Se imaginassem os seus benefícios, talvez revessem os seus conceitos, principalmente se falarmos de meditação transcendental.
A Meditação Transcendental é uma técnica mental onde experimentamos um estado de relaxamento profundo, sem esforço físico. Nela, nossa mente se torna mais calma, mas, ao mesmo tempo, mais alerta, estado denominado pelos cientistas de “repouso em alerta”, que se traduz, com a prática desta meditação, em mente calma e revigorada, revertendo, nas atividades diárias, em melhora do foco, eliminação do cansaço, aumento da paz interior e na conquista de maior equilíbrio pessoal e profissional. A Meditação Transcendental nos traz, ainda, com esse estado profundo de relaxamento, descanso duas vezes mais intenso do que o conseguido em período de sono profundo.
Por não seguir nenhum preceito religioso ou filosófico, não requer mudança de estilo de vida e pode ser praticada em qualquer local: em casa, no trabalho, em locais públicos, nos engarrafamentos, etc. Não envolve controle da mente e da respiração, nem posturas físicas específicas ou níveis de concentração especiais, portanto pessoas de todas as idades podem praticá-la, independentemente de suas experiências de vida.
Estudada há longos anos, só há boas comprovações de seus efeitos, que incluem aumento da criatividade, da autoconfiança, da memória e concentração; diminuição da ansiedade, da pressão arterial e das enxaquecas; além do aumento da capacidade de resolver problemas e de se lidar com o estresse e com a insônia. Por tantos benefícios, já foi implantada em escolas, empresas e instituições pelo mundo afora.
A Meditação Transcendental tem suas origens no norte do Himalaia, através do mestre védico Adi Shankaracharya, nascido como Shankara, em torno de 788 dC, em uma família brâmane na vila Kaladi de Kerala. Maharishi Mahesh Yogi, sábio e físico indiano nascido em 1917, considerado o pai da Meditação Transcendental, foi quem buscou a popularização e a universalização do conhecimento desta técnica treinando diversos professores pelo mundo nos últimos 50 anos.
Seus benefícios são percebidos a curto prazo. A longo prazo, só tendem a melhorar ainda mais, já que teremos a nossa mente voltada para a saúde do corpo. Portanto, se não há restrição de idade, nem de condição física, mental ou religiosa, por que não tentarmos? Vamos lá?
Sente-se confortavelmente em uma cadeira ou no chão, com a coluna ereta (se quiser, pode-se cruzar as pernas, desde que se fique confortável) e feche os seus olhos, tentando soltar os ombros, os braços, o rosto e os maxilares. Continue relaxando e soltando agora o tronco, as pernas e os pés. Inspire profundamente, tentando preencher todo o tórax e o abdômen com ar. Expire lentamente, entoando um som de sua preferência, de maneira bem tranquila (o mantra OM é o mais conhecido). Mantenha-se assim por, pelo menos 20 minutos. Fácil, não é? Pratique-a duas vezes ao dia, pelo menos. Em momentos de grande estresse, a Meditação Transcendental é de grande ajuda para recuperar o equilíbrio e deixar a mente mais clara.
Dicas:
- se você achar que sentar-se não o deixará confortável, deite-se com a barriga e as palmas das mãos voltadas para cima, separe suas pernas em uma largura pouco maior que a do seu quadril e volte os seus pés para fora.
- familiarize-se com o seu mantra; quanto mais natural e suave for sua pronúncia, melhor será o resultado obtido.
- músicas calmas e suaves, como as que contém sons da natureza, ajudam muito na prática da meditação, pois estimulam o relaxamento interno e aquietam a nossa mente.
- mantenha as mãos juntas, uma sobre a outra, com os polegares unidos pelas pontas; você conseguirá meditar mais rapidamente assim.
“O estudo confere ciência, mas a meditação, originalidade”, Marquês de Maricá.
Abraços,
Lara
A Meditação Transcendental é uma técnica mental onde experimentamos um estado de relaxamento profundo, sem esforço físico. Nela, nossa mente se torna mais calma, mas, ao mesmo tempo, mais alerta, estado denominado pelos cientistas de “repouso em alerta”, que se traduz, com a prática desta meditação, em mente calma e revigorada, revertendo, nas atividades diárias, em melhora do foco, eliminação do cansaço, aumento da paz interior e na conquista de maior equilíbrio pessoal e profissional. A Meditação Transcendental nos traz, ainda, com esse estado profundo de relaxamento, descanso duas vezes mais intenso do que o conseguido em período de sono profundo.
Por não seguir nenhum preceito religioso ou filosófico, não requer mudança de estilo de vida e pode ser praticada em qualquer local: em casa, no trabalho, em locais públicos, nos engarrafamentos, etc. Não envolve controle da mente e da respiração, nem posturas físicas específicas ou níveis de concentração especiais, portanto pessoas de todas as idades podem praticá-la, independentemente de suas experiências de vida.
Estudada há longos anos, só há boas comprovações de seus efeitos, que incluem aumento da criatividade, da autoconfiança, da memória e concentração; diminuição da ansiedade, da pressão arterial e das enxaquecas; além do aumento da capacidade de resolver problemas e de se lidar com o estresse e com a insônia. Por tantos benefícios, já foi implantada em escolas, empresas e instituições pelo mundo afora.
A Meditação Transcendental tem suas origens no norte do Himalaia, através do mestre védico Adi Shankaracharya, nascido como Shankara, em torno de 788 dC, em uma família brâmane na vila Kaladi de Kerala. Maharishi Mahesh Yogi, sábio e físico indiano nascido em 1917, considerado o pai da Meditação Transcendental, foi quem buscou a popularização e a universalização do conhecimento desta técnica treinando diversos professores pelo mundo nos últimos 50 anos.
Seus benefícios são percebidos a curto prazo. A longo prazo, só tendem a melhorar ainda mais, já que teremos a nossa mente voltada para a saúde do corpo. Portanto, se não há restrição de idade, nem de condição física, mental ou religiosa, por que não tentarmos? Vamos lá?
Sente-se confortavelmente em uma cadeira ou no chão, com a coluna ereta (se quiser, pode-se cruzar as pernas, desde que se fique confortável) e feche os seus olhos, tentando soltar os ombros, os braços, o rosto e os maxilares. Continue relaxando e soltando agora o tronco, as pernas e os pés. Inspire profundamente, tentando preencher todo o tórax e o abdômen com ar. Expire lentamente, entoando um som de sua preferência, de maneira bem tranquila (o mantra OM é o mais conhecido). Mantenha-se assim por, pelo menos 20 minutos. Fácil, não é? Pratique-a duas vezes ao dia, pelo menos. Em momentos de grande estresse, a Meditação Transcendental é de grande ajuda para recuperar o equilíbrio e deixar a mente mais clara.
Dicas:
- se você achar que sentar-se não o deixará confortável, deite-se com a barriga e as palmas das mãos voltadas para cima, separe suas pernas em uma largura pouco maior que a do seu quadril e volte os seus pés para fora.
- familiarize-se com o seu mantra; quanto mais natural e suave for sua pronúncia, melhor será o resultado obtido.
- músicas calmas e suaves, como as que contém sons da natureza, ajudam muito na prática da meditação, pois estimulam o relaxamento interno e aquietam a nossa mente.
- mantenha as mãos juntas, uma sobre a outra, com os polegares unidos pelas pontas; você conseguirá meditar mais rapidamente assim.
“O estudo confere ciência, mas a meditação, originalidade”, Marquês de Maricá.
Abraços,
Lara
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Vivendo Bem - Benefícios da Caminhada
Vida Louca? Totalmente! Ainda mais quando se tem que trabalhar, em média, 10 horas por dia. É nessa nossa “nada mole vida” que hábitos simples, como caminhar, vão ficando cada vez mais difíceis e distantes da nossa rotina. Se soubéssemos realmente o quanto em benefícios uma caminhada de meia hora de duração, três vezes por semana, pode nos trazer, acho que a nossa consciência ficaria pesada...
Justamente pelo alto sedentarismo, a caminhada é considerada a primeira escolha para quem resolveu começar a se exercitar. Há tantos benefícios a serem citados, que vamos nos ater a alguns deles, ok?
Caminhar emagrece pois é um exercício aeróbico. Queima calorias e, associada à uma boa alimentação, ajuda e muito a controlar o peso. Então, anime-se!
Como proporciona aumento da circulação sanguínea, causa melhor condicionamento do sistema cardiovascular, ajudando na diminuição das taxas de colesterol LDL e VLDL, os considerados ruins para o nosso organismo. Esse aumento na circulação também garante melhor ação da insulina em nosso corpo, já que reduz os níveis de glicose.
Também devido ao aumento na circulação sanguínea, a caminhada nos deixa mais alegres, dispostos e ativos, pois garante melhor oxigenação cerebral e, consequentemente, maior liberação de endorfina, conhecida como o “hormônio do prazer”, que promove sensações de bem estar, disposição e maior animação.
Mais benefícios por conta desse aumento na circulação sanguínea? Sim! Ele contribui para controlar a hipertensão e ajuda a diminuir o risco de varizes!
Há que se ter um tempo para meditar, acalmar a nossa mente e esquecer um pouco das tribulações da vida. A caminhada se apresenta como uma pausa perfeita para isso, já que você poderá usar o tempo em que estiver caminhando para pensar em seus projetos e em sua vida.
Por se tratar de um exercício aeróbico, a caminhada melhora a respiração por estimular os pulmões e fortalece os músculos em geral, principalmente os músculos dos membros inferiores, contribuindo, até, para melhora da postura e correção dos vícios posturais, se tornando de extrema importância para quem tem dores na coluna.
Como a maioria dos exercícios físicos, a caminhada pode contribuir para melhorar o sono e, consequentemente, o nosso sistema imunológico. Estar relaxado e com o sono em dia são fatores fundamentais para que a nossa imunidade esteja sempre em alta.
Se animou? Que bom! Então, faça uma avaliação médica antes de começar a caminhar, use roupas leves, confortáveis e claras (calças de ginástica, camisetas, shorts, bermudas e abrigos de moleton para dias mais frios) e calçados adequados, como o tênis. Não se esqueça de usar o filtro solar e, em dias de muito sol, um boné cai muito bem. Ah! E leve sempre uma garrafinha de água para se hidratar!
Boa caminhada!
Abraços,
Lara
Justamente pelo alto sedentarismo, a caminhada é considerada a primeira escolha para quem resolveu começar a se exercitar. Há tantos benefícios a serem citados, que vamos nos ater a alguns deles, ok?
Caminhar emagrece pois é um exercício aeróbico. Queima calorias e, associada à uma boa alimentação, ajuda e muito a controlar o peso. Então, anime-se!
Como proporciona aumento da circulação sanguínea, causa melhor condicionamento do sistema cardiovascular, ajudando na diminuição das taxas de colesterol LDL e VLDL, os considerados ruins para o nosso organismo. Esse aumento na circulação também garante melhor ação da insulina em nosso corpo, já que reduz os níveis de glicose.
Também devido ao aumento na circulação sanguínea, a caminhada nos deixa mais alegres, dispostos e ativos, pois garante melhor oxigenação cerebral e, consequentemente, maior liberação de endorfina, conhecida como o “hormônio do prazer”, que promove sensações de bem estar, disposição e maior animação.
Mais benefícios por conta desse aumento na circulação sanguínea? Sim! Ele contribui para controlar a hipertensão e ajuda a diminuir o risco de varizes!
Há que se ter um tempo para meditar, acalmar a nossa mente e esquecer um pouco das tribulações da vida. A caminhada se apresenta como uma pausa perfeita para isso, já que você poderá usar o tempo em que estiver caminhando para pensar em seus projetos e em sua vida.
Por se tratar de um exercício aeróbico, a caminhada melhora a respiração por estimular os pulmões e fortalece os músculos em geral, principalmente os músculos dos membros inferiores, contribuindo, até, para melhora da postura e correção dos vícios posturais, se tornando de extrema importância para quem tem dores na coluna.
Como a maioria dos exercícios físicos, a caminhada pode contribuir para melhorar o sono e, consequentemente, o nosso sistema imunológico. Estar relaxado e com o sono em dia são fatores fundamentais para que a nossa imunidade esteja sempre em alta.
Se animou? Que bom! Então, faça uma avaliação médica antes de começar a caminhar, use roupas leves, confortáveis e claras (calças de ginástica, camisetas, shorts, bermudas e abrigos de moleton para dias mais frios) e calçados adequados, como o tênis. Não se esqueça de usar o filtro solar e, em dias de muito sol, um boné cai muito bem. Ah! E leve sempre uma garrafinha de água para se hidratar!
Boa caminhada!
Abraços,
Lara
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Vivendo Bem - Saúde à Beira Mar
Para muitos, hoje em dia, feriados e datas comemorativas lembram descanso e... Praia! É fatal olharmos o calendário e não pensarmos em, num feriado prolongado, se dar uma esticadinha para a praia mais próxima. Além do passeio propriamente dito, a praia parece ter elementos mágicos para renovar as nossas energias. Não é só impressão: ela tem mesmo! Mais do banhar o corpo e livrar a mente das tensões e preocupações, a praia é uma dose concentrada de saúde, já que é uma mistura única de elementos naturais, poderoso em revitalizar até o organismo mais debilitado.
A maresia é um dos exemplos revitalizantes. Rica em íons negativos, a brisa do mar ajuda a oxigenar profundamente o nosso corpo quando o inspiramos. Em ambientes poluídos, há uma sobrecarga de íons positivos que causa dores de cabeça, irritação, alergias e congestões nasais. Como na praia, é outro ar que se respira, provou-se que o corpo passa a funcionar melhor, já que esse íons negativos estão diretamente relacionados com a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar e cuja falta acarreta distúrbios como a depressão e ansiedade.
Outro benefício apresentado pela maresia está nas microgotículas salgadas, cheias de iodo e ozônio, substâncias calmantes do sistema nervoso e estimulantes do nosso sistema imunológico. Quem sofre de problemas respiratórios, como asma, sinusite e rinite, tem uma melhora significativa se entrar em contato com o mar, melhoria essa também sentida até mesmo na recuperação de doenças graves.
Em relação à água do mar, um simples “molhar os joelhos” já pode trazer benefícios incríveis! A água salgada, rica em sais minerais e oligoelementos, quando absrovida pela nossa pele, revitaliza e regenera. Afecções dermatológicas como eczema, dermatites em geral, feridas e cicatrizes melhoram consideravelmente com os banhos de mar.
Os banhos de mar também se mostram importantes para os nossos sistemas circulatório e muscular. Caminhar na arrebentação das ondas garante elasticidade e firmeza aos nossos músculos e estimula o retorno venoso, principalmente em águas frias. O próprio ondular da água e a maior frieza da mesma funcionam como massageadores naturais, drenando líquidos e toxinas acumuladas principalmente nos membros inferiores. É daí que vem a “sensação” de pés e pernas descansados após uma caminhada nas águas do mar.
Boiar nas águas quando o mar se apresenta mais calmo, também é extremamente benéfico. Com a diminuição da força da gravidade, alivia-se a pressão e a tensão exercidas sobre a coluna vertebral e músculos que a sustentam, gerando relaxamento e profundo bem-estar. Fora o fato de que, só de se ouvir o barulhinho das ondas, a gente já relaxa, né?
Portanto, ir à praia não significa só diversão, mas sim renovação energética e melhoria da saúde do seu corpo e mente.
Abraços,
Lara
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Vivendo Bem - Água
O assunto da nossa Vivendo Bem de hoje é bem simples, mas de importância fundamental para a sobrevivência de qualquer ser vivente sobre a face deste planeta: a água. Substância química formada pela união de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio, a água é fator determinante para regular a nossa temperatura corporal, para diluir sólidos e facilitar a nossa digestão e absorção de alimentos, além de transportar nutrientes e resíduos pelos nossos órgãos. Bebemos água para ajudar na nossa hidratação, para os nossos órgãos funcionarem melhor e para eliminar os resíduos sólidos que são solúveis, como os sais e impurezas (através do suor, por exemplo).
Muitas coisas citadas acima, ainda aprendemos muito pequeninos, nos primeiros tempos de escola. Botar em prática? Já são outros quinhentos, né? Cansamos de ouvir os professores falarem e as propagandas televisivas a proclamarem que devemos ingerir, no mínimo, dois litros de água por dia. Mas... E quando não passamos nem perto disso?
Eu era uma dessas pessoas até o ano de 2003, quando completei trinta anos. Bebia água apenas quando sentia muita sede, trocava a ingestão de água por sucos e refrigerantes (principalmente, estes últimos), não chegava a ingerir nem meio litro de água por dia. Abusei tanto que acabei passando por uma experiência transformadora: tive uma crise renal daquelas, em pleno sábado, às 18 horas. Como eu não tinha convênio, precisei recorrer ao pronto socorro municipal. Após duas ampolas de dipirona sódica na veia, em conjunto com mais algumas medicações, a dor resolveu me deixar, mas não em me abandonar por completo. Meu domingo foi totalmente deixado para repouso, pois parecia que eu tinha tomado uma surra com um taco de beisebol nas costas. Não expeli nenhuma pedra, mas apenas uma “poeirinha” tão sofrida que resolvi mudar o meu tão mau hábito, já que foi uma experiência nada agradável.
Eu sou dentista e, muitas vezes, atendo pacientes de meia em meia hora. Sendo assim, passei a beber alguns goles de água nos intervalos de atendimento. Também aprendi que, quando o nosso organismo sente sede, já está desidratado faz horas e isso não é nada saudável. Para saber a quantidade de água que eu estava ingerindo, eu deixava uma garrafa de um litro e meio reservada só para o meu consumo. Atualmente, deixo uma garrafinha de 600 ml sempre à disposição.
No ano passado, precisei fazer uma cirurgia renal para a remoção de um cálculo de 3,5 cm de extensão. Quando o descobri, meu rim esquerdo já estava quase paralisado e, ao conversar com o médico sobre o que eu tinha e como poderia ser resolvido, havia a possibilidade de voltar da mesa de cirurgia sem esse rim. Imaginem o baque que tive quando fui “comunicada” disso? Hoje, mais de seis meses passados, estou recuperada e com o rim salvo, mas ficou a lembrança do perigo e o remorso de ter sido tão imprudente ao longo daqueles trinta anos.
Hoje, ainda em controle (só terei alta definitiva dois anos após a cirurgia), eu bebo mais de dois litros de água. Hoje, mais do que nunca, eu recomendo a todos que posso o consumo dessa bebida tão simples, mas tão mágica. Hoje, mais que necessário é se preservar os recursos hídricos para que o nosso “combustível” não se esgote. Hoje, e não amanhã, é o dia de você renovar as suas atitudes e passar a ingerir mais água!
Grande abraço,
Lara
Muitas coisas citadas acima, ainda aprendemos muito pequeninos, nos primeiros tempos de escola. Botar em prática? Já são outros quinhentos, né? Cansamos de ouvir os professores falarem e as propagandas televisivas a proclamarem que devemos ingerir, no mínimo, dois litros de água por dia. Mas... E quando não passamos nem perto disso?
Eu era uma dessas pessoas até o ano de 2003, quando completei trinta anos. Bebia água apenas quando sentia muita sede, trocava a ingestão de água por sucos e refrigerantes (principalmente, estes últimos), não chegava a ingerir nem meio litro de água por dia. Abusei tanto que acabei passando por uma experiência transformadora: tive uma crise renal daquelas, em pleno sábado, às 18 horas. Como eu não tinha convênio, precisei recorrer ao pronto socorro municipal. Após duas ampolas de dipirona sódica na veia, em conjunto com mais algumas medicações, a dor resolveu me deixar, mas não em me abandonar por completo. Meu domingo foi totalmente deixado para repouso, pois parecia que eu tinha tomado uma surra com um taco de beisebol nas costas. Não expeli nenhuma pedra, mas apenas uma “poeirinha” tão sofrida que resolvi mudar o meu tão mau hábito, já que foi uma experiência nada agradável.
Eu sou dentista e, muitas vezes, atendo pacientes de meia em meia hora. Sendo assim, passei a beber alguns goles de água nos intervalos de atendimento. Também aprendi que, quando o nosso organismo sente sede, já está desidratado faz horas e isso não é nada saudável. Para saber a quantidade de água que eu estava ingerindo, eu deixava uma garrafa de um litro e meio reservada só para o meu consumo. Atualmente, deixo uma garrafinha de 600 ml sempre à disposição.
No ano passado, precisei fazer uma cirurgia renal para a remoção de um cálculo de 3,5 cm de extensão. Quando o descobri, meu rim esquerdo já estava quase paralisado e, ao conversar com o médico sobre o que eu tinha e como poderia ser resolvido, havia a possibilidade de voltar da mesa de cirurgia sem esse rim. Imaginem o baque que tive quando fui “comunicada” disso? Hoje, mais de seis meses passados, estou recuperada e com o rim salvo, mas ficou a lembrança do perigo e o remorso de ter sido tão imprudente ao longo daqueles trinta anos.
Hoje, ainda em controle (só terei alta definitiva dois anos após a cirurgia), eu bebo mais de dois litros de água. Hoje, mais do que nunca, eu recomendo a todos que posso o consumo dessa bebida tão simples, mas tão mágica. Hoje, mais que necessário é se preservar os recursos hídricos para que o nosso “combustível” não se esgote. Hoje, e não amanhã, é o dia de você renovar as suas atitudes e passar a ingerir mais água!
Grande abraço,
Lara
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Vivendo Bem - Estresse e Bruxismo: Um é Consequência do Outro?
Bom dia, amigos leitores e seguidores!
Hoje, na coluna Vivendo Bem, teremos um papo informal sobre estresse e bruxismo. Acompanhem!
Estresse e Bruxismo: um é consequência do outro?
Vida corrida, atribulada. Nem sempre temos disponibilidade para realizar tantas atividades ao mesmo tempo e, muitas vezes, não conseguimos dar conta de, ao menos, 50 por cento das nossas responsabilidades e compromissos assumidos. Parece sempre que a vida está por um fio. Quando o “combustível” acaba, ou nos sentimos cansados, sem o pique necessário para terminar o dia, dizemos que a culpa é toda do “stress”. Mas você sabe o que é “stress”?
O estresse, da palavra inglesa “stress”, não é uma doença, mas sim uma resposta às circunstâncias súbitas e ameaçadoras que nos coloca em estado de alerta, em “fuga ou luta” diante dessas circunstâncias. Nessa resposta, alguns hormônios são liberados e causam aceleração da respiração e dos batimentos cardíacos, aumentando o fluxo sanguíneo para o cérebro e o coração. Assim, quando “escapamos” ou “terminamos a luta”, nosso organismo se reequilibra e tudo volta ao normal. Em pequenas doses, o estresse até nos ajuda a tornar-nos mais produtivos, pois ficamos mais alertas em relação às situações que vivemos. Mas... Quando o estresse passa da dose certa... Problemas à vista!
Hoje em dia, o estresse ganhou muitos sinônimos, como a ansiedade, estar nervoso, estar tenso, o nervosismo, a apreensão. Ficar frustrado, nervoso, ansioso ou irritado além da conta, pode desencadear uma série de sintomas, como cansaço excessivo, sonolência durante o dia, taquicardia, enxaquecas, tremores, sudorese, insônia, dificuldade para se concentrar, tonturas, boca seca, necessidade frequente de urinar, problemas para engolir, e muitos outros, como o bruxismo.
Sim! Bruxismo! Com certeza, você já deve ter ouvido algum conhecido falar que acordou com a boca cansada ou dor nos dentes de tanto apertar os dentes durante a noite, não é? Pois então!
O bruxismo, ou briquismo, como nós dentistas o denominamos, é um hábito parafuncional (que não é uma função normal) que faz com que o paciente aperte os dentes de uma maneira ritmada durante o sono ou, menos prejudicialmente, durante o dia. Pode atingir qualquer idade e sexo, já que está relacionado ao estado de estresse ao qual estamos submetidos (quanto maior o nível de estresse, maiores são as chances de se apresentar o bruxismo).
Muitas vezes, o próprio paciente não percebe que tem bruxismo, só se dando conta do mesmo quando já encontramos a exteriorização dos problemas que ele causa: dentes desgastados, fraturas dentárias constantes, musculatura da bochecha bastante desenvolvida, mordeduras dolorosas da parte interna das bochechas, dores na musculatura mastigatória, estalos na região das articulações da mandíbula (as ATMs, ou articulações temporomandibulares), cefaleias intensas e, até, a irradiação de dores para a região do pescoço e das costas.
A frequência e a severidade do bruxismo estão diretamente relacionadas ao nível de estresse, portanto é de suma importância a visita constante ao seu dentista para se evitar maiores danos, tanto às estruturais dentais como em todo o sistema estomatognático, tendo em vista que o bruxismo não tem cura, apenas controle.
No tratamento do bruxismo, o cirurgião-dentista é o profissional mais indicado para realizar o diagnóstico e indicar o plano de tratamento. Os fisioterapeutas podem dar suporte para alívio das tensões musculares e os fonoaudiólogos, a ajudar a detectar o bruxismo. No caso da odontologia, o tratamento mais indicado é a confecção de placas de resina acrílica que chamamos de placas interoclusais ou neuroclusais, popularmente chamadas de “placas de mordida”. Essas placas ajudam a reduzir a tensão proveniente da superatividade dos músculos e protegem os dentes dos desgastes decorrentes dos próprios movimentos de apertar e ranger.
Como dentista, eu costumo dizer que o tratamento do bruxismo é uma junção de esforços. As placas neuroclusais, as massagens, a acupuntura, entre outros tratamentos, apenas vão tomar conta da ponta da corda: o corpo físico. Há a necessidade de se encontrar as verdadeiras causas do bruxismo no dia-a-dia, reconhecendo que enfrentamos problemas que estão, muitas vezes, sem uma solução imediata, independentemente de nossa vontade. Quem não fica tenso com uma conta que está com o pagamento atrasado? Quem não fica nervoso ao ver que o filho não está indo bem na escola? Quem não se irrita com a demora do atendimento bancário? E quando se está desempregado há meses, sem nenhuma perspectiva de melhora?
Odontologicamente falando, os conselhos que posso oferecer são estes:
- nas crises de dor, prefira alimentos mais macios;
- não mastigue chiclete;
- evite abrir demais a boca, principalmente para comer alimentos como a maçã ou aqueles enormes sanduíches de hambúrguer;
- fique atento para identificar e evitar o apertamento/rangimento, quando você estiver tenso;
- mastigue sempre dos dois lados;
- não morda objetos como canetas, palitos de dentes, os cantinhos das unhas;
- sempre, sempre e sempre: CONSULTE O SEU DENTISTA PERIODICAMENTE!
Na vida, aprenda a identificar as ocasiões e/ou atividades que desencadeiam os sintomas e as situações que os reduzem. Busque ajuda na terapia, faça esportes, saia para dançar e se divertir com maior frequência, reúna os amigos sempre (porque amigos também são para essas coisas), faça relaxamentos e atividades ao ar livre, leia, desenhe, cozinhe, consulte um psiquiatra, faça psicoterapia. Tudo vale para diminuir a tensão psicológica e, consequentemente, os efeitos do bruxismo.
Vale a pena viver, pode ter certeza!
Grande abraço,
Lara
Hoje, na coluna Vivendo Bem, teremos um papo informal sobre estresse e bruxismo. Acompanhem!
Estresse e Bruxismo: um é consequência do outro?

O estresse, da palavra inglesa “stress”, não é uma doença, mas sim uma resposta às circunstâncias súbitas e ameaçadoras que nos coloca em estado de alerta, em “fuga ou luta” diante dessas circunstâncias. Nessa resposta, alguns hormônios são liberados e causam aceleração da respiração e dos batimentos cardíacos, aumentando o fluxo sanguíneo para o cérebro e o coração. Assim, quando “escapamos” ou “terminamos a luta”, nosso organismo se reequilibra e tudo volta ao normal. Em pequenas doses, o estresse até nos ajuda a tornar-nos mais produtivos, pois ficamos mais alertas em relação às situações que vivemos. Mas... Quando o estresse passa da dose certa... Problemas à vista!
Hoje em dia, o estresse ganhou muitos sinônimos, como a ansiedade, estar nervoso, estar tenso, o nervosismo, a apreensão. Ficar frustrado, nervoso, ansioso ou irritado além da conta, pode desencadear uma série de sintomas, como cansaço excessivo, sonolência durante o dia, taquicardia, enxaquecas, tremores, sudorese, insônia, dificuldade para se concentrar, tonturas, boca seca, necessidade frequente de urinar, problemas para engolir, e muitos outros, como o bruxismo.

Sim! Bruxismo! Com certeza, você já deve ter ouvido algum conhecido falar que acordou com a boca cansada ou dor nos dentes de tanto apertar os dentes durante a noite, não é? Pois então!
O bruxismo, ou briquismo, como nós dentistas o denominamos, é um hábito parafuncional (que não é uma função normal) que faz com que o paciente aperte os dentes de uma maneira ritmada durante o sono ou, menos prejudicialmente, durante o dia. Pode atingir qualquer idade e sexo, já que está relacionado ao estado de estresse ao qual estamos submetidos (quanto maior o nível de estresse, maiores são as chances de se apresentar o bruxismo).
Muitas vezes, o próprio paciente não percebe que tem bruxismo, só se dando conta do mesmo quando já encontramos a exteriorização dos problemas que ele causa: dentes desgastados, fraturas dentárias constantes, musculatura da bochecha bastante desenvolvida, mordeduras dolorosas da parte interna das bochechas, dores na musculatura mastigatória, estalos na região das articulações da mandíbula (as ATMs, ou articulações temporomandibulares), cefaleias intensas e, até, a irradiação de dores para a região do pescoço e das costas.

No tratamento do bruxismo, o cirurgião-dentista é o profissional mais indicado para realizar o diagnóstico e indicar o plano de tratamento. Os fisioterapeutas podem dar suporte para alívio das tensões musculares e os fonoaudiólogos, a ajudar a detectar o bruxismo. No caso da odontologia, o tratamento mais indicado é a confecção de placas de resina acrílica que chamamos de placas interoclusais ou neuroclusais, popularmente chamadas de “placas de mordida”. Essas placas ajudam a reduzir a tensão proveniente da superatividade dos músculos e protegem os dentes dos desgastes decorrentes dos próprios movimentos de apertar e ranger.
Como dentista, eu costumo dizer que o tratamento do bruxismo é uma junção de esforços. As placas neuroclusais, as massagens, a acupuntura, entre outros tratamentos, apenas vão tomar conta da ponta da corda: o corpo físico. Há a necessidade de se encontrar as verdadeiras causas do bruxismo no dia-a-dia, reconhecendo que enfrentamos problemas que estão, muitas vezes, sem uma solução imediata, independentemente de nossa vontade. Quem não fica tenso com uma conta que está com o pagamento atrasado? Quem não fica nervoso ao ver que o filho não está indo bem na escola? Quem não se irrita com a demora do atendimento bancário? E quando se está desempregado há meses, sem nenhuma perspectiva de melhora?
Odontologicamente falando, os conselhos que posso oferecer são estes:
- nas crises de dor, prefira alimentos mais macios;
- não mastigue chiclete;
- evite abrir demais a boca, principalmente para comer alimentos como a maçã ou aqueles enormes sanduíches de hambúrguer;
- fique atento para identificar e evitar o apertamento/rangimento, quando você estiver tenso;
- mastigue sempre dos dois lados;
- não morda objetos como canetas, palitos de dentes, os cantinhos das unhas;
- sempre, sempre e sempre: CONSULTE O SEU DENTISTA PERIODICAMENTE!
Na vida, aprenda a identificar as ocasiões e/ou atividades que desencadeiam os sintomas e as situações que os reduzem. Busque ajuda na terapia, faça esportes, saia para dançar e se divertir com maior frequência, reúna os amigos sempre (porque amigos também são para essas coisas), faça relaxamentos e atividades ao ar livre, leia, desenhe, cozinhe, consulte um psiquiatra, faça psicoterapia. Tudo vale para diminuir a tensão psicológica e, consequentemente, os efeitos do bruxismo.
Vale a pena viver, pode ter certeza!
Grande abraço,
Lara

sexta-feira, 10 de maio de 2013
Vivendo Bem!
Dias atribulados, corridos,
estressantes. Prazo para entrega, contas a pagar, cheque especial
estourado, a criançada com o boletim vermelho, o carro que quebrou sem
poder quebrar. A mãe que ficou doente, a balança que não colabora, o
ônibus que atrasa, o arroz que queima e... A gente que chora...
Estamos vivendo tempos extremamente competitivos, imensamente desgastantes. Parar a passagem do tempo não é possível, mas podemos tentar reverter as situações a nosso favor. Como? Com mudança de hábitos e atitudes, além de paciência para aguardar os resultados dessas mudanças.
Vivendo Bem vai trazer dicas de saúde, exercícios, alimentação saudável, receitas. Vamos falar sobre viver bem, estar bem e sentir-se bem. Vamos falar sobre qualidade de vida.
E aí? Prontos para novas atitudes? Caminhando sempre juntos, porque amigos também são para essas coisas!
"Hoje sei que dá pra renascer várias vezes nessa mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar!"
(Marta Medeiros)
Estamos vivendo tempos extremamente competitivos, imensamente desgastantes. Parar a passagem do tempo não é possível, mas podemos tentar reverter as situações a nosso favor. Como? Com mudança de hábitos e atitudes, além de paciência para aguardar os resultados dessas mudanças.
Vivendo Bem vai trazer dicas de saúde, exercícios, alimentação saudável, receitas. Vamos falar sobre viver bem, estar bem e sentir-se bem. Vamos falar sobre qualidade de vida.
E aí? Prontos para novas atitudes? Caminhando sempre juntos, porque amigos também são para essas coisas!
"Hoje sei que dá pra renascer várias vezes nessa mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar!"
(Marta Medeiros)
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